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  • Tarifas da Cocel tem redução média de 8,04%

    Tarifas da Cocel tem redução média de 8,04%

    As faturas dos consumidores da Companhia Campolarguense de Energia – Cocel ficam em média 8,04% mais baratas em 2022. A redução extraordinária vale para todos os consumidores atendidos em baixa tensão, principalmente residências.

    A Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL aprovou as novas tarifas em 1º de fevereiro, com aplicação retroativa a 06/01/22. Os novos valores estarão em vigor até o próximo processo de reajuste tarifário, previsto para junho. A mudança foi possível devido uma nova Lei Federal voltada às concessionárias de menor porte, que muda a forma de cálculo das tarifas.

    Para o diretor presidente da Cocel, José Arlindo Lemos Chemin, a redução é uma vitória da Companhia e dos consumidores campo-larguenses. “Conseguimos demonstrar que a Cocel é eficiente e agora tanto o Governo Federal quanto a ANEEL confirmaram que havia necessidade de mudança na forma do cálculo das tarifas. Acabou a diferença entre as tarifas aplicadas entre Cocel e Copel para os consumidores residenciais e as tarifas para indústrias em Campo Largo já são menores” – afirma Chemin.

    Em 2019 a Cocel encerrou o contrato de compra de energia que mantinha com a Copel e passou a comprar energia por meio de leilões. Para Chemin, ingressar no mercado livre de energia foi uma das mudanças mais significativas na gestão da Companhia e impactou diretamente nos resultados que estão sendo alcançados. “Do valor total da fatura paga pelo consumidor, cerca de 15% representam custos que são gerenciáveis pela Companhia e são estes custos que buscamos reduzir sem comprometer a qualidade do serviço prestado. Os outros 85% são compostos por custos sobre os quais a concessionária não tem gerenciamento, como tributos e encargos” , completa o diretor.

    08/02/2022

  • Famílias de baixa renda com consumo até 220 kWh terão isenção do pagamento da fatura de energia até junho

    Famílias de baixa renda com consumo até 220 kWh terão isenção do pagamento da fatura de energia até junho

    Medida deve beneficiar até 2700 famílias em Campo Largo

    Os consumidores que já são cadastrados na Tarifa Social da Energia Elétrica terão isenção do pagamento das faturas emitidas entre abril e junho se o consumo for de até 220 quilowatts-hora (kWh). A Companhia Campolarguense de Energia – Cocel informa que aproximadamente 2700 famílias devem ter a conta totalmente zerada por três meses. As famílias de baixa renda já são isentas do pagamento quando consomem até 120 kWh no mês, o desconto será ampliado para consumo de até 220 kWh neste período crítico de combate à pandemia do coronavírus.

    A ampliação do desconto faz parte das ações emergenciais do Governo Federal para minimizar o impacto da crise econômica. A Medida Provisória 950 foi publicada em 8 de abril, determinado a aplicação do desconto para as faturas emitidas entre 1º de abril e 30 de junho de 2020. As faturas que foram emitidas antes da publicação da Medida Provisória poderão ser reemitidas ou a diferença será compensada nas faturas posteriores.

     Quem tem direito ao desconto

    Têm direito à Tarifa Social da Energia Elétrica as famílias inscritas no CadÚnico (Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal) que atendam um dos seguintes critérios:

    • Renda familiar mensal per capta menor ou igual a meio salário mínimo nacional; ou
    • Quem receba o Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social (BPC); ou
    • Família com renda mensal de até três salários mínimos em que um dos membros utilize equipamento elétrico essencial à vida.

    O desconto será aplicado automaticamente para as famílias que já estão cadastradas na Tarifa Social.

    Para novo cadastro o consumidor deve apresentar à Cocel os documentos pessoais e declaração emitida pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social ou CRAS com os dados do CadÚnico.

    Mais informações sobre o envio dos documentos à Cocel podem ser solicitadas pelo telefone 0800-7262121 ou e-mail atendimento@cocel.com.br.

    Telefones para contato para informações sobre o CadÚnico (Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal):

    • CRAS Rivabem: (41) 3392-6388
    • CRAS Meliane: (41) 3292-7434
    • CRAS Ferraria: (41) 3649-3326
    • Secretaria de Desenvolvimento Social (Bloco 1 – Prefeitura): (41) 3291-5069

    Saiba mais sobre a Tarifa Social clicando aqui.

    Publicado em 14/04/2020, atualizado em 15/04/2020.

  • Consumidores podem optar por tarifa diferenciada da energia conforme horário de uso

    Consumidores podem optar por tarifa diferenciada da energia conforme horário de uso

     “Tarifa Branca” pode ser vantajosa dependendo dos hábitos de consumo

    Em 2020 quase todos os consumidores poderão optar pela “tarifa branca” no cálculo da fatura de energia elétrica. Nesta opção são três diferentes valores de tarifas aplicadas conforme o horário de utilização da energia. Quem conseguir deslocar o consumo para o período fora do “horário de ponta” poderá reduzir o valor da fatura. Já no “horário de ponta”, quando a demanda é maior em todo o país, a energia é fica mais cara. As exceções são consumidores cadastrados com a Tarifa Social da Energia Elétrica e unidades consumidoras de iluminação de condomínios.

    A cobrança é dividida em três patamares, conforme o horário de utilização:

    • Ponta: das 18h às 21h (energia mais cara)
    • Intermediária: das 17h às 18h e das 21h às 22h (energia mais cara)
    • Fora de ponta: das 22h às 17h (energia mais barata)

    Utilizando a tarifa residencial aplicada pela Companhia Campolarguense de Energia – Cocel como exemplo, os valores são os seguintes:

    Tarifa Residencial (em R$, por kWh)

    Tarifa Convencional

    Tarifa Branca

    Sem impostos

    Com impostos

     

    Sem impostos

    Com impostos

    0,55712

    0,85434

    Ponta

    1,29846

    1,99119

    Intermediária

    0,54791

    0,84022

    Fora da ponta

    0,39492

    0,60561

    Antes de solicitar a mudança é importante que o consumidor analise os hábitos de consumo de sua residência, estabelecimento comercial, indústria ou unidade de produção rural – se grande parte do consumo de energia ocorrer no período de ponta ou intermediário a fatura pode ficar mais cara com a tarifa branca, neste caso vale a pena continuar com a tarifa convencional (que tem valor único, independentemente do horário de utilização). Todos os procedimentos relacionados à tarifa de energia são regulamentados pela Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL.

    Como fazer o cadastro na tarifa branca

    O titular da unidade consumidora que atende aos critérios para migração para tarifa branca deve comparecer à sede da Cocel portando documento de identificação oficial com foto para protocolar o pedido. Para solicitar a mudança de unidades consumidoras jurídicas é necessário que um dos sócios compareça à Companhia e apresente, além do documento pessoal, contrato social atualizado da empresa.

    No prazo máximo de 30 dias o medidor de consumo será trocado por um modelo que mede conforme a faixa de horário e a próxima fatura a ser emitida será calculada conforme a nova modalidade tarifária. Os valores cobrados por cada faixa de horário são discriminados na fatura. A qualquer momento o consumidor poderá solicitar o retorno para a tarifa convencional, porém neste caso somente optar novamente pela tarifa branca após 180 dias.

    A Cocel fica na Rua Rui Barbosa, 520 – Centro. O atendimento ao público é realizado de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h30.

    30/12/2019

     

  • Retrospectiva 2019 – Redução nas tarifas

    Retrospectiva 2019 – Redução nas tarifas

    Desde 29/06 a tarifa de energia dos consumidores residenciais da Companhia Campolarguense de Energia – Cocel ficaram 7,02% menores – conforme definido pela Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL. O reajuste médio para baixa tensão foi de -6,6%. O resultado fica 11,26% abaixo da inflação dos últimos doze meses. Para os consumidores com fornecimento em alta tensão, a redução chega a 14,04% dependendo do tipo de contrato.

    Para definir as tarifas a ANEEL leva em consideração os custos gerenciáveis e os custos não gerenciáveis por cada concessionária. Em 2018 a Cocel já teve o menor reajuste do Paraná, e as tarifas seriam ainda menores se dependesse apenas dos custos gerenciáveis pela Companhia. O preço do dólar (que interfere no preço da energia comprada de Itaipu) e o custo do acionamento de termelétricas contribuíram para que a redução não fosse ainda maior. O presidente da Cocel, José Arlindo Lemos Chemin, ressalta que apenas uma pequena parte da tarifa de energia é composta por valores gerenciáveis pelas concessionárias – impostos, encargos, tributos e custos regulados pela ANEEL compõem a maior parte. “Assumimos o compromisso de buscar melhores tarifas para os consumidores e fizemos tudo o que esteve ao nosso alcance para viabilizar esta redução inédita. O ganho real para o consumidor é enorme, chega a 10% se levarmos em conta a inflação. Muitas mudanças precisaram ser realizadas, mas hoje a Cocel está no mesmo patamar de gestão das grandes concessionárias” – completa Chemin.

    Efraim Pereira da Cruz, diretor da ANEEL, ressaltou que “a Cocel fez o trabalho de casa” e elogiou a decisão dos gestores em mudar a forma de compra de energia. Cruz destacou que é um grande passo para a concessionária, e que os resultados positivos serão percebidos por seus consumidores. Conforme a análise técnica da ANEEL, se a Cocel não tivesse migrado para o mercado livre o reajuste teria sido 3,4% positivo.

    A migração para o mercado livre de energia foi decisiva para a redução nas tarifas. Em 2018 a Cocel participou de leilão para compra de energia e encerrou o contrato com a Copel Distribuição – que foi a supridora da Companhia por 50 anos. Esta mudança é considerada um marco na gestão da Companhia, que vêm se destacando no cenário nacional pela qualidade do serviço prestado. Estamos trabalhando para alcançar a máxima eficiência no trabalho realizado, reduzindo custos e buscando redução da tarifa para os consumidores declara Carlos Conrado Krzyzanovski, diretor técnico da Cocel. Krzyzanovski, que é funcionário da Companhia desde 1996, lembra que a migração para o mercado livre já vinha sendo discutida na Cocel há muitos anos, e que a mudança foi concretizada após serem tomadas todas as precauções para garantir que traria benefícios para os consumidores.

  • COCEL tem maior redução de tarifas do país, conta diminui 7,02% para residências

    COCEL tem maior redução de tarifas do país, conta diminui 7,02% para residências

    Redução para indústrias chega a 14%, migração para o mercado livre e mudanças na gestão foram decisivas para reajuste negativo

    A partir de 29/06 a tarifa de energia dos consumidores residenciais da Companhia Campolarguense de Energia – Cocel ficarão 7,02% menores. A Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL divulgou hoje (25) o resultado da revisão tarifária da Companhia Campolarguense, que obteve o menor reajuste entre todas as concessionárias do país em 2019. O reajuste médio para consumidores com fornecimento em baixa tensão será de -6,6%. O resultado fica 11,26% abaixo da inflação dos últimos doze meses. Para os consumidores com fornecimento em alta tensão, a redução chega a 14,04% dependendo do tipo de contrato.

    Para definir as tarifas a ANEEL leva em consideração os custos gerenciáveis e os custos não gerenciáveis por cada concessionária. Em 2018 a Cocel já teve o menor reajuste do Paraná, e as tarifas seriam ainda menores se dependesse apenas dos custos gerenciáveis pela Companhia. O preço do dólar (que interfere no preço da energia comprada de Itaipu) e o custo do acionamento de termelétricas contribuíram para que a redução não fosse ainda maior. O presidente da Cocel, José Arlindo Lemos Chemin, ressalta que apenas uma pequena parte da tarifa de energia é composta por valores gerenciáveis pelas concessionárias – impostos, encargos, tributos e custos regulados pela ANEEL compõem a maior parte. “Assumimos o compromisso de buscar melhores tarifas para os consumidores e fizemos tudo o que esteve ao nosso alcance para viabilizar esta redução inédita. O ganho real para o consumidor é enorme, chega a 10% se levarmos em conta a inflação. Muitas mudanças precisaram ser realizadas, mas hoje a Cocel está no mesmo patamar de gestão das grandes concessionárias” – completa Chemin.

    Efraim Pereira da Cruz, diretor da ANEEL, ressaltou que “a Cocel fez o trabalho de casa” e elogiou a decisão dos gestores em mudar a forma de compra de energia. Cruz destacou que é um grande passo para a concessionária, e que os resultados positivos serão percebidos por seus consumidores. Conforme a análise técnica da ANEEL, se a Cocel não tivesse migrado para o mercado livre o reajuste teria sido 3,4% positivo.

    A migração para o mercado livre de energia foi decisiva para a redução nas tarifas. Em 2018 a Cocel participou de leilão para compra de energia e encerrou o contrato com a Copel Distribuição – que foi a supridora da Companhia por 50 anos. Esta mudança é considerada um marco na gestão da Companhia, que vêm se destacando no cenário nacional pela qualidade do serviço prestado. Estamos trabalhando para alcançar a máxima eficiência no trabalho realizado, reduzindo custos e buscando redução da tarifa para os consumidores declara Carlos Conrado Krzyzanovski, diretor técnico da Cocel. Krzyzanovski, que é funcionário da Companhia desde 1996, lembra que a migração para o mercado livre já vinha sendo discutida na Cocel há muitos anos, e que a mudança foi concretizada após serem tomadas todas as precauções para garantir que traria benefícios para os consumidores.

    Menores reajustes e premiações

    Em 2018 a Cocel teve o menor reajuste tarifário do Paraná. Em 2019 o resultado foi ainda mais significativo: menor reajuste entre todas as concessionárias do país. A Companhia Campolarguense vem obtendo excelentes resultados também nos rankings promovidos pela agência reguladora, a ANEEL. Em 2018 recebeu dois Prêmios IASC (Índice ANEEL de Satisfação do Consumidor) – melhor concessionária de seu porte e a que mais cresceu no país. Em maio de 2019 foi a vez de receber o “Prêmio ANEEL de Ouvidoria”, sendo reconhecida como uma das três melhores Ouvidorias das concessionárias de mesmo porte no país.

                    25/06/2019

  • Migração para mercado livre de energia é um marco na gestão da Cocel

    Migração para mercado livre de energia é um marco na gestão da Cocel

    Companhia deixa de comprar energia da Copel buscando redução nas tarifas

    A partir de junho de 2019 a Companhia Campolarguense de Energia – Cocel passará a distribuir energia comprada através de leilão. A migração para o mercado livre de energia tem o objetivo de reduzir o valor final da tarifa aplicada aos consumidores já a partir do próximo reajuste e representa o fim do contrato com a atual supridora – a Copel Distribuição.

    Em 2018 a Cocel participou de leilão para comprar energia para os próximos dez anos. Realizado através da Comerc Energia, empresa especializada neste tipo de contratação, o leilão teve como vencedora a comercializadora Tradener Ltda. O novo contrato foi homologado pela Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL, responsável pela regulamentação de todo o setor elétrico no país. Conforme determina a legislação vigente, o contrato com a atual supridora (a Copel) ainda precisou ser mantido por um ano após a Cocel optar pela compra no mercado livre – por isso a energia adquirida através de leilão será recebida apenas em junho de 2019.

    O diretor presidente da Cocel, José Arlindo Lemos Chemin, destaca que “a migração para o mercado livre coloca a Cocel no mesmo patamar de negócios das grandes concessionárias, é um marco na gestão da empresa”. Chemin ressalta que a concessionária gerencia uma pequena parcela dos custos que compõem o valor final da fatura de energia, e são estes custos que Companhia está buscando diminuir. As ações de melhoria que vêm sendo executadas já trouxeram resultados positivos – em 2018 a Cocel teve o menor reajuste tarifário do Paraná e recebeu dois prêmios da ANEEL: melhor concessionária de seu porte e a que mais cresceu no país.

    Nem toda a energia utilizada pelos consumidores da Cocel será comprada através do leilão – a legislação obriga as concessionárias a comprar cotas de energia das usinas Itaipu e Angra III. Uma parcela significativa da energia utilizada teve o custo reduzido e esta diferença será refletida nas tarifas finais. O custo da energia corresponde a aproximadamente 27% da composição final da fatura.

    “Estamos trabalhando para alcançar a máxima eficiência no trabalho realizado, reduzindo custos e buscando redução da tarifa para os consumidores” declara Carlos Conrado Krzyzanovski, diretor técnico da Cocel. Krzyzanovski, que é funcionário da Companhia desde 1996, lembra que a migração para o mercado livre já vem sendo discutida na Cocel há muitos anos, e que a mudança foi concretizada após serem tomadas todas as precauções para garantir que trará benefícios para os consumidores.

    Saiba mais sobre a composição da tarifa de energia clicando aqui.

    gráfico dos impostos que compõem a tarifa de energia da cocel
    Composição média da tarifa de energia, com base na fatura de energia residencial em abril de 2019.

    02/04/19