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Tag: geração distribuída

  • Plataforma para submissão de projetos de geração distribuída foi atualizada

    Plataforma para submissão de projetos de geração distribuída foi atualizada

    A partir de hoje (12/05) a Companhia Campolarguense de Energia – Cocel passa a utilizar a plataforma GEP Web (Gestão de Projetos Web) para receber projetos relacionados à micro e minigeração distribuída. O sistema é uma evolução do modelo anterior, com maior detalhamento das informações, proporciona maior segurança para os dados e ainda permite que os projetistas acompanhem todo o andamento do processo. A nova plataforma e também o manual de uso detalhado estão disponíveis na página oficial da Companhia: www.cocel.com.br.

    Uma das principais mudanças da plataforma GEP Web em relação à versão anterior é a obrigatoriedade do cadastro prévio do responsável técnico dos projetos. Este cadastro precisa ser feito apenas uma vez por cada profissional e depende da aprovação da Cocel. Após a aprovação, o técnico ou engenheiro poderá submeter os projetos e acompanhar o andamento diretamente pela plataforma.

    Todas as tratativas relacionadas aos projetos de geração distribuída passam a ser realizadas diretamente pelo GEP Web. Sempre que há qualquer alteração no andamento da análise, o projetista recebe automaticamente um e-mail informando sobre a mudança no status. Após a aprovação do projeto pela Cocel, será o próprio responsável técnico pela submissão do projeto quem fará a solicitação da vistoria no padrão de entrada para mudança do medidor.

    Projetos submetidos até 11/05 serão analisados na plataforma antiga

    Toda a tramitação dos projetos apresentados até 11/05 será realizada pela plataforma antiga (GEP), até o encerramento. Em caso de necessidade de reapresentação ou alteração de projetos, esta nova submissão será por meio da plataforma nova (GEP Web).

    Norma Técnica da GD também foi atualizada

    A Norma Técnica para acesso de micro e minigeração distribuída ao sistema da Cocel (NTC 031) também foi atualizada e já está em vigor. As mudanças adequaram a Norma à regulamentação vigente, especialmente à Resolução Homologatória nº 1000/2021 da Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL, entre outras mudanças. A Norma completa está disponível para consulta no site www.cocel.com.br.

    Em Campo Largo, já são quase mil unidades com geração distribuída

    Geração distribuída é o termo usado para definir as centrais geradoras com instalações conectadas diretamente no sistema elétrico de distribuição ou através de instalações de consumidores, podendo operar em paralelo ou de forma isolada. A energia pode ser gerada por diversas fontes, como solar (por meio de painéis fotovoltaicos), eólica ou hidráulica (usinas ou pequenas centrais hidrelétricas), por exemplo.

    É considerada microgeração distribuída a central geradora com potência instalada de até 75 quilowatts (KW). Já a minigeração distribuída tem potência instalada entre 75 KW e 3 MW (podendo chegar a 5 MW em situações específicas). O número de instalações com micro e minigeração expandiu significativamente nos últimos anos, devido mudanças na regulamentação que passaram a permitir que o excedente de energia gerado seja transferido à rede de distribuição e utilizado como crédito nos meses seguintes.

    Em Campo Largo são 985 unidades com geração distribuída – todas com geração por meio de painéis fotovoltaicos. Em todo o país, já são mais de 3.471.811 unidades consumidoras com geração distribuída – a absoluta maioria utilizando fonte solar (3.471.045 unidades). Os dados são disponibilizados no Portal de Dados Abertos da ANEEL.

    Painéis fotovoltaicos instalados na UPA (imagem ilustrativa)

    12/05/2025

  • Projeto da Cocel torna a UPA de Campo Largo autossustentável em energia

    Projeto da Cocel torna a UPA de Campo Largo autossustentável em energia

    A Companhia Campolarguense de Energia – Cocel tornou a Unidade de Pronto Atendimento Dr. Attilio de Almeida Barbosa Junior (UPA 24h) autossuficiente em energia elétrica. Foram instalados 200 painéis fotovoltaicos, com capacidade de gerar até 145 mil quilowatts-hora (kWh) de energia limpa e sustentável por ano. Além de suprir toda a energia utilizada pela UPA, a energia excedente gerada ainda poderá ser compartilhada com outras unidades de saúde do município.

    A maior parte dos equipamentos atualmente utilizados pela UPA já era eficiente, mas aqueles que não têm o Selo Procel foram substituídos pela Cocel. Com a substituição de lâmpadas, refrigeradores e condicionares de ar por modelos mais eficientes, a economia no consumo de energia será ainda maior. Com a geração de energia limpa e troca de equipamentos, a economia prevista é de 173 mil kWh por ano.

    O projeto “Energia é Vida” faz parte do Programa de Eficiência Energética da Cocel, que segue as diretrizes e é fiscalizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL. O projeto foi integralmente custeado pela Companhia – investimento de R$ 550 mil. Além de promover a eficiência energética e estimular o uso de energia limpa e sustentável, a iniciativa da Cocel tem também o objetivo de reduzir os custos do município com energia – possibilitando que os recursos economizados sejam direcionados a outras ações de promoção da saúde.

    Para registrar a conclusão do projeto, na manhã desta sexta-feira (07/03) representantes da Cocel realizaram a entrega técnica dos equipamentos à Secretaria Municipal de Saúde. Na ocasião, o diretor-presidente da Cocel, Rafael Rogiski, destacou que a Companhia busca investir em projetos que resultem em benefícios para toda a comunidade, contribuindo assim para o desenvolvimento do município. Além da importância do investimento em fonte de energia limpa e sustentável, a secretária municipal de saúde, Luiza Marochi Almeida, ressaltou que os valores economizados em energia poderão ser destinados a outros investimentos importantes para a saúde dos campo-larguenses.

    Painéis fotovoltaicos instalados na UPA
    Representantes da Cocel, da UPA e da Secretaria de Saúde na entrega técnica do projeto

    Escolas já contam iluminação eficiente e geração de energia

    Em 2021 a Cocel concluiu o projeto “Iluminando o saber com eficiência”, que proporcionou a substituição de lâmpadas e luminárias por modelos eficientes nas 35 escolas públicas municipais de Campo Largo e na Vila Olímpica Antônio Lacerda Braga. Além da substituição dos equipamentos, foi realizada a adequação técnica para que todas as salas de aula tenham a luminosidade adequada para a aprendizagem. Mais economia, mais eficiência e mais conforto para alunos e professores.

    Salas de aula com luminárias eficientes e luminosidade adequada.

    Também foram instalados painéis fotovoltaicos para geração de energia em cinco escolas e na Vila Olímpica. A economia de energia é de aproximadamente 270 mil KWh/ano. O projeto contribuiu para melhorar o espaço de aprendizagem, reduzir desperdícios e estimular novas ações voltadas à eficiência energética. Representantes de todas as escolas contempladas participaram de treinamento, possibilitando que o conhecimento seja transmitido aos estudantes – estimulando novas ações voltadas à eficiência energética.

    Nos últimos anos a Cocel realizou doze projetos de eficiência energética – que incluem a substituição de equipamentos de famílias de baixa renda (refrigeradores e lâmpadas), “eficientização” em prédios públicos, ações educativas, entre outros. Mais de R$ 5 milhões já foram investidos.

    07/03/2025

  • Membros do Conselho de Consumidores da Cocel participam de treinamentos

    Membros do Conselho de Consumidores da Cocel participam de treinamentos

    Nas reuniões realizadas em agosto e setembro, além de tratar sobre os principais assuntos do setor elétrico, os representantes dos consumidores da Companhia Campolarguense de Energia – Cocel participaram treinamentos sobre a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) e sobre o faturamento de geração distribuída.

    A capacitação sobre a LGPD foi ministrada por Rubens Mazzon Junior, que atua há mais de 20 anos no Setor de Informática da Companhia e desde 2021 é o responsável pelos dados da Cocel – o data protection officer (DPO). Ele apresentou um breve histórico sobre as iniciativas relacionadas à preservação de dados pessoais, que ganharam destaque especialmente no período pós-guerra. Em 2018 a LGPD foi aprovada no Brasil. O Sr. Mazzon destacou que uma grande quantidade de dados é coletada o tempo todo, a questão é o uso que as empresas fazem destes dados que precisam ser resguardados. Em especial, os dados considerados sensíveis – que são aqueles que identificam características das pessoas (como religião, opção sexual, entre outras).

    O Sr. Mazzon apresentou os princípios da LGPD, que são: finalidade, adequação, necessidade, livre acesso, precisão, transparência, segurança, prevenção, não discriminação e responsabilidade. A base legal para tratamento dos dados é composta por consentimento, obrigação legal e legítimo interesse. A Companhia realizou um mapeamento de quem a Cocel coleta os dados (clientes, fornecedores, conselheiros, terceirizados, entre outros) e adotou boas práticas para garantir o tratamento adequado a estes dados. Além da melhoria em processos, melhorias em softwares também fazem parte desta iniciativa com o objetivo de evitar perda e roubo de dados. Conforme informado pelo DPO, a Cocel já está completamente em conformidade com a legislação vigente – situação de apenas 10% das empresas do país.

    A geração distribuída vem crescendo em todo o país e no mês de setembro os conselheiros conheceram um pouco mais sobre o tema. Juliana Felix Barause, gerente da Divisão Comercial da Cocel, apresentou as principais informações sobre a fatura de faturamento das unidades que são consumidoras e geradoras de energia ao mesmo tempo. A gerente iniciou sua apresentação definindo o que é geração distribuída e quais leis e regulamentações se aplicam sobre o faturamento das unidades consumidoras com este tipo de geração, assim como as diferenças entre mini e microgeração e o caminho da energia neste processo. Os regramentos para cálculo e compensação dos créditos de energia e para a cobrança do custo de disponibilidade foram explicados em seguida.

    A Sra. Barause detalhou as diferenças entre TE (tarifa de energia) e TUSD (tarifa do uso do sistema de distribuição) e entre os tipos de TUSD cobrados para as unidades mini e micro geradoras. Estas diferenças (GD I, GD II) são definidas conforme a data de conexão da geração ao sistema e impactam na isenção (subsidiada) dos custos do uso da rede de distribuição. As unidades classificadas como GD I, por exemplo, tiveram a conexão da geração até o final de 2022 e serão isentas dos custos do uso da rede de distribuição até 2045. Também foram explicados os critérios para transferência de créditos entre unidades, validade dos créditos e o que ocorre em casos de mudança de titularidade ou encerramento contratual.

    Sobre o Conselho de Consumidores

    Os conselheiros representam os consumidores da Companhia e exercem trabalho voluntário, sem qualquer remuneração. As atividades seguem as diretrizes estabelecidas em regulamentação específica da Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL e têm como objetivos fiscalizar e sugerir melhorias à concessionária. As entidades representativas de cada classe de consumo (residencial, rural, comercial, industrial, Poder Público e também Procon) são definidas em Audiência Pública e indicam os representantes do Conselho.

    As entidades que indicam os membros do Conselho (mandato de 2022 a 2026) são:

    • Sindicato Rural de Campo Largo – indica os representantes da classe rural.
    • Sindilouça (Sindicato das Indústrias de Vidros, Cristais, Espelhos, Cerâmica de Louça, Porcelana, Pisos e Revestimentos Cerâmicos no Estado do Paraná) – indica os representantes da classe industrial.
    • Acicla (Associação Comercial e Empresarial de Campo Largo) – indica os representantes da classe comercial.
    • Secretaria de Estado da Educação – indica os representantes da classe poder público.
    • Femoclam (Federação Comunitária das Associações de Moradores de Curitiba e Região Metropolitana) – indica os representantes da classe residencial.

    O contato com o Conselho de Consumidores pode ser realizado pelo e-mail conselho.cocel@cocel.com.br ou telefone (41) 3032-9200.

           

                                                                                                                        07/10/2024

  • Subsídios na tarifa de energia ultrapassam R$ 20 bilhões

    Subsídios na tarifa de energia ultrapassam R$ 20 bilhões

    De acordo com o “Subsidiômetro”, ferramenta disponibilizada pela ANEEL que detalha os subsídios incluídos na tarifa de energia, já são mais de R$ 20,45 bilhões pagos pelos consumidores em 2023 somente em subsídios. Os subsídios consistem em políticas públicas criadas por meio de leis e decretos expedidos pelo Congresso Nacional e o Governo, portanto, não definidas pela ANEEL – a quem compete calcular os valores e incluir nos processos tarifários das distribuidoras de energia.

    A Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), que reúne a maior parte dos subsídios, dobrou seu orçamento nos últimos cinco anos, passando de R$ 15,99 bilhões, em 2017, para R$ 32,10 bilhões em 2022. A CDE é gerida pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) – responsável, entre outros, pelo recebimento dos valores, o pagamento aos beneficiados, a avaliação do orçamento anual e a apuração de eventuais saldos e déficits que são considerados no ano subsequente. 

    A previsão é que esta conta chegue a R$ 35 milhões até o final do ano, representando um crescimento de 9% em relação a 2022. Em média, os subsídios representam 13,44% da tarifa do consumidor residencial no Brasil. Entre os subsídios presentes na tarifa de energia elétrica, estão: 

    • Conta de Consumo de Combustíveis (CCC):

    Visa a subsidiar os custos de geração de energia em sistemas isolados, que não foram conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN), como regiões isoladas da Amazônia. 

    •  Fonte incentivada:

    É o resultado da redução da tarifa paga pelos geradores e pelos consumidores que adquirem energia oriundas de geração de pequenas centrais hidrelétricas, solar, eólica, biomassa e cogeração. 

    •  Geração Distribuída:

    O consumidor que instala sistema de micro ou minigeração distribuída deixa de arcar com a parcela dos custos associados à energia compensada (energia injetada na rede que posteriormente é utilizada para abater o consumo). Grande parte dos custos não arcados pelo consumidor com geração distribuída são repassados aos demais consumidores, por meio dos processos tarifários. A outra parcela se reflete em queda de receita das distribuidoras locais.

    • Tarifa Social:

    Concessão de descontos de até 65% na tarifa de energia às famílias de baixa renda.

    Subsídio à geração distribuída ultrapassa da Tarifa Social

    Tem destaque o crescimento de valores pagos como subsídio para geração distribuída (GD), que já ultrapassa o subsídio da Tarifa Social. São mais de R$ 2,3 bilhões pagos em subsídios para GD em 2023, enquanto para Tarifa Social são mais de R$ 2,7 bilhões. Diversos agentes do setor elétrico consideram o subsídio à GD uma política de “Hobin Hood às avessas”, no sentido de que todos os consumidores pagam para beneficiar aqueles que instalaram sistemas de geração.

    A ABRADEMP (Associação Brasileira das Distribuidoras de Energia de Menor Porte) e a ABRADEE (Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica) são exemplos de associações que se manifestam contrárias a este subsídio, considerando que onera a fatura de energia. A declaração abaixo faz parte de entrevista do presidente da ABRADEE, Marcos Madureira, concedida ao jornal Folha de S. Paulo:

    “Quando verificamos o significado da palavra subsídio nos deparamos com a seguinte definição: ‘auxílio financeiro oferecido com o objetivo de ajudar pessoas ou organizações que passam por dificuldades. Valor em dinheiro que o governo estabelece ou subscreve para certas atividades, com o objetivo de fazer com que os preços dos produtos se mantenham baixos, estimulando as exportações do país’.

    O subsídio ou incentivo, portanto, implica ajuda material transitória feita com dinheiro do governo. O problema, especialmente no setor elétrico, é o fato de que incentivos transitórios tendem a se perenizar. E, pior, perenizam-se pagos diretamente pelos consumidores, com pouca ou nenhuma contribuição de recursos do orçamento público.

    Trago essa reflexão em um momento em que se discute a permanência de incentivos para a Geração Distribuída no Brasil, a GD. São fortes as reações, tanto do lado dos que defendem os subsídios como daqueles que acham que já cumpriram seu papel e sua manutenção é não apenas desnecessária como arriscada.

    A Abradee (Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica) tem firmemente se colocado no segundo grupo. Ao nosso ver, a manutenção dos subsídios à geração distribuída de energia —especialmente a solar, pois a eólica não a reivindica— não tem mais razão de existir no sistema elétrico brasileiro. Se for provado que a manutenção dos subsídios é vital por impactos positivos sentidos fora do setor elétrico, como geração de empregos e redução de emissões de carbono, é crucial que sejam mantidos, então, por outra fonte que não o bolso dos consumidores de energia elétrica.”

    “Somos favoráveis à microgeração distribuída, mas achamos que ela deve crescer de forma saudável, sem causar impacto aos demais consumidores”.

    Rogério Zimmermann Döering – presidente da ABRADEMP

     

    Fontes:

    ANEEL (https://www.gov.br/aneel/pt-br)

    ABRADEE (https://abradee.org.br/o-peso-dos-subsidios-nas-tarifas-de-energia-eletrica/)

    ABRADEMP (http://www.abrademp.com.br/lista-informativo.php?id=13)

    25/08/2023

  • Cocel recebe sugestões da comunidade para Programa de Eficiência Energética

    Cocel recebe sugestões da comunidade para Programa de Eficiência Energética

    A Companhia Campolarguense de Energia – Cocel realizou em 30/03 Audiência Pública para apresentação de resultados do Programa de Eficiência Energética (PEE) e recebimento de contribuições da comunidade para os novos projetos. A Audiência contou com a presença dos membros do Conselho de Consumidores da Cocel, que é formado por representantes de todas as classes de consumo. Hugo Ruthes, presidente do Conselho, elogiou os projetos já realizados e a importância deste investimento que beneficia todos os moradores de Campo Largo.

    Schirlei Kotovicz, gestora do PEE da Cocel, apresentou um resumo dos últimos projetos desenvolvidos pela Cocel. O grande destaque foi o projeto “Iluminando o Saber com Eficiência”, que proporcionou a substituição de lâmpadas por modelos eficientes e adequação de luminosidade de todas as salas de aula de escolas públicas municipais e a instalação de painéis fotovoltaicos para geração de energia em cinco das escolas.

    O PEE “Iluminando o Saber com Eficiência” também contemplou a Vila Olímpica Antônio Lacerda Braga, um dos espaços públicos mais utilizados no município. A Vila teve todas as luminárias substituídas por modelos eficientes e recebeu a instalação de painéis para geração de energia.

    No total, foram 5.423 luminárias substituídas (na Vila Olímpica e 35 escolas). O projeto foi concluído em 2021 e além da economia com o novo sistema de iluminação eficiente, mais de 83.680 kWh (quilowatts-hora) foram gerados pelos seis painéis de geração de energia fotovoltaica. Conforme destacado por Kotovicz, “a iluminação adequada proporciona melhores condições de aprendizado, a economia em consumo de energia possibilita que o recurso seja destinado a outros investimentos em educação e a energia ainda é gerada por uma fonte limpa e renovável”.

    Nos últimos anos a Cocel realizou doze projetos de eficiência energética – que incluem a substituição de equipamentos de famílias de baixa renda (refrigeradores e lâmpadas), “eficientização” em prédios públicos, ações educativas, entre outros. Mais de R$ 5 milhões foram investidos, gerando uma economia de mais de 7,4 mil MWh/ano. Os projetos são realizados de acordo com a regulamentação da Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL, que também é responsável pela fiscalização.

    Henrique Gesser, eletrotécnico da Cocel, apresentou os estudos iniciais do próximo PEE a ser desenvolvido pela Companhia – voltado à geração de energia por painéis fotovoltaicos para compensação de consumo por equipamentos públicos. Diferentemente do projeto anterior, onde foram instalados painéis em seis locais, a expectativa é que o este novo projeto viabilize a construção de uma única central geradora, uma micro usina. A avaliação sobre possíveis locais para instalação da usina está sendo realizada em conjunto com a Prefeitura Municipal.

    Simone Ferreira do Couto, representante do poder público no Conselho de Consumidores e diretora do Centro de Atendimento Integrado a Criança (CAIC), destaca a importância das crianças aprenderem desde cedo sobre uso consciente de energia e sobre o uso de fontes limpas para a geração da energia.

    03/04/2023