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Tag: Educação

  • “Caminho do Led” reuniu mais de 800 atletas

    “Caminho do Led” reuniu mais de 800 atletas

    A corrida e a caminhada noturnas foram realizadas no sábado, em comemoração ao aniversário de Campo Largo

    As ruas centrais de Campo Largo foram tomadas por atletas amadores e profissionais na noite do último sábado, 15. A corrida e caminhada “Caminho do Led” contaram com mais de 800 participantes, que percorreram o trajeto de 5,2 km em vias que contam com iluminação pública eficiente, com lâmpadas led. A ação foi promovida pela Prefeitura Municipal com o apoio da Companhia Campolarguense de Energia – Cocel em comemoração ao aniversário do município – 149 anos de emancipação política. O evento também teve o objetivo de incentivar novas ações voltadas à eficiência energética, como a substituição de lâmpadas tradicionais por led – que consomem menos energia e iluminam melhor.

    O “Caminho do Led” envolveu esporte, saúde, valorização do espaço público e eficiência energética: a corrida e caminhada “Caminho do Led”. Atletas jovens e idosos, homens e mulheres, grupos de corrida e famílias inteiras participaram do evento. O local de largada e chegada foi a Praça Getúlio Vargas e o primeiro atleta a completar o percurso foi Valdir da Silva Batista.

    A prática regular de atividade física é indicada para prevenção de doenças e melhoria na qualidade de vida, e um dos objetivos deste evento é promover o esporte. O Diretor do Departamento de Esportes da Prefeitura Municipal, Paulo Castagnoli, ressalta que a prática esportiva é de extrema importância para saúde física e mental para pessoas de todas as idades e quando realizadas em grupo ainda contribuem para a socialização dos participantes e para a valorização dos espaços públicos. “Com o ‘Caminho do Led’ buscamos mostrar como o esporte é capaz de reunir famílias e grupos de amigos, valorizar Campo Largo e ainda fazer bem para a saúde”, completa Castagnoli.

    A iluminação em led começou a ser instalada pelas equipes da Companhia Campolarguense de Energia – Cocel em 2017, através do Programa de Eficiência Energética (PEE). Nesta primeira etapa foram substituídas 756 luminárias tradicionais por modelos led – que são mais econômicas e iluminam melhor. Os recursos economizados no consumo de energia foram investidos em novas luminárias, possibilitando que o projeto fosse expandido. Já são mais de 3 mil luminárias eficientes instaladas na região central e bairros próximos, neste projeto realizado através da parceria entre Cocel e Prefeitura Municipal.

    Fotos: Lucas Rachinski

     17/02/2020

  • Retrospectiva 2019 – Novo projeto levará eficiência energética às escolas

    Retrospectiva 2019 – Novo projeto levará eficiência energética às escolas

    O novo Projeto de Eficiência Energética (PEE) da Companhia é voltado à educação, à valorização das escolas públicas municipais. Será realizada a adequação técnica e a substituição de lâmpadas tradicionais por modelos led em 54 escolas públicas e na Vila Olímpica. Seis escolas receberão ainda a instalação de painéis fotovoltaicos, possibilitando que sejam autossuficientes na produção de energia.

    A melhoria na iluminação contribui para o ensino, valoriza a escola e a economia no consumo de energia possibilita que os valores sejam investidos na educação. As contratações relacionadas a este projeto já foram iniciadas e o PEE segue a regulamentação da Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL.

     

     

  • Retrospectiva 2019 – Projeto Tauá

    Retrospectiva 2019 – Projeto Tauá

    No mês de julho foi realizada a centésima oficina de cerâmica indígena do Projeto Tauá – A Arte que vem da Terra. Mais de 3500 alunos de escolas municipais participaram do projeto realizado com o apoio da Companhia Campolarguense de Energia – COCEL, através do Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura do Paraná (Profice), e da Secretaria Municipal de Educação e Esporte. Na quinta-feira (01) as últimas oficinas do projeto tiveram um público diferente: 70 educadoras da rede pública municipal, que poderão multiplicar o conhecimento adquirido com seus alunos.

    Tauá significa argila em tupi-guarani e as oficinas têm o objetivo de promover o exercício e a valorização do trabalho artesanal, apresentar a importância e a riqueza da cultura da cerâmica, despertar a curiosidade e estimular a criatividade das crianças. Os participantes tiveram a oportunidade de confeccionar e levar para casa um objeto em cerâmica utilizando as mesmas técnicas das comunidades indígenas brasileiras e também conheceram os aspectos históricos e culturais do trabalho com argila.

    O arte educador, artesão e músico Fábio Mazzon é o idealizador do projeto e avalia que as oficinas realizadas cumpriram os objetivos principais: valorizar a cultura indígena e ensinar a técnica da cerâmica às crianças. “Conseguimos um grande envolvimento das crianças e professores, que tiveram a oportunidade de aprender uma técnica, desenvolver a criatividade, exercitar a paciência e a concentração e aprender sobre a cultura indígena, que é tão rica e faz parte de nossa história” – destaca Mazzon. As oficinas foram ministradas por Mazzon e Pietro Rosa – artesão e pedagogo.

    Multiplicação do aprendizado

    A professora de artes da Escola Municipal Albina Grigoletti Winheski, Vilma Aparecida Barausse, considera que as oficinas foram uma excelente oportunidade de aprendizado que poderá ser compartilhado com os alunos. “Foi extremamente gratificante participar, além de aprender a técnica, valorizar a cultura e nossa história” – resume Barausse. A Secretária Municipal de Educação e Esporte, Dorotéa Stoco, lembra que as oficinas foram um grande sucesso em todas as escolas em que foram realizadas. “Foi um privilégio participar deste projeto, realizado com grandes referências e embasamento, que contribuiu para o aprendizado de todos. Realizar a oficina com as educadoras é de extrema importância, pois permite a multiplicação do aprendizado, alcançando ainda mais crianças”, completa Stoco.

    Alunos aprenderam técnica indígena de produção de cerâmica.

    Parcerias visando benefícios para o município

    O prefeito Marcelo Puppi e diretor presidente da Cocel, José Arlindo Lemos Chemin, estiveram presentes nas oficinas realizadas com as educadoras e destacaram a importância da realização de parcerias para viabilizar projetos que tragam benefícios ao município. Chemin conta que o patrocínio foi possível através de incentivo fiscal – parte do ICMS pago pela Companhia ao Governo do Estado foi destinado ao projeto através do Profice. “É muito importante para a Cocel que os valores pagos pelos consumidores sejam reinvestidos no município, apoiando projetos que sejam de grande relevância”, informa Chemin. Puppi ressaltou a importância do apoio da Cocel e do envolvimento dos docentes no projeto, destacando o quanto o trabalho com argila e a produção cerâmica estão conectados com a história de Campo Largo.

  • Festival de Teatro de Campo Largo levou arte e diversão a mais de 19 mil expectadores

    Festival de Teatro de Campo Largo levou arte e diversão a mais de 19 mil expectadores

    Foram 96 apresentações em escolas públicas e 40 na mostra oficial realizadas com o apoio da COCEL

    Realizada entre os dias 15 de outubro e 30 de novembro, a 12ª edição do Festival de Teatro de Campo Largo superou as expectativas dos organizadores alcançando um público aproximado de 19 mil pessoas. O Festival contou com o apoio da Companhia Campolarguense de Energia – COCEL, através do Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura do Paraná (Profice), para realizar 136 apresentações, sendo 96 em escolas públicas.

    Com o tema “Para viver a magia da arte, não existe tempo, nem idade!”, o festival contou com a participação de 121 atores em 44 espetáculos de vários estilos, com temas adultos e infantis. O diretor presidente da Cocel, José Arlindo Lemos Chemin, destacou a importância de contribuir com a cultura no município e levar o teatro às escolas, gratuitamente. “Crianças que talvez nunca tenham tido a oportunidade de ir ao teatro puderam assistir peças de altíssima qualidade, valorizando a produção cultural de Campo Largo”, completa o diretor.

    O apoio da Cocel foi realizado através de incentivo fiscal, parte do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) que seria pago ao Governo do Estado é investido na cultura do município. “O Governo do Estado é o responsável pela seleção dos projetos e por toda a fiscalização, a Cocel apoiou os três projetos que seriam realizados exclusivamente em Campo Largo aprovados pelo PROFICE – o Festival de Teatro, as oficinas de cerâmica do Projeto Tauá e ainda o projeto de preservação da cultura polonesa do Grupo Wiosna”, conta Chemin.

    *Fotos gentilmente cedidas por Brunno Zotto.

    18/12/2019

  • Cocel realiza ações de conscientização sobre o “Setembro Amarelo”

    Cocel realiza ações de conscientização sobre o “Setembro Amarelo”

    Mês é referência da campanha de prevenção de suicídio

    A equipe da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) da Companhia Campolarguense de Energia – Cocel aderiu à campanha de conscientização de prevenção do suicídio que é intensificada durante todo o mês de setembro. Através da divulgação de informativos aos colaboradores pessoalmente e através de e-mails e aplicativos de mensagens a CIPA busca dar maior visibilidade ao tema.

    O “Setembro Amarelo” existe no Brasil desde 2015 e é resultado de uma parceria do CVV – Centro de Valorização da Vida, Conselho Federal de Medicina e Associação Brasileira de Psiquiatria, com a proposta de associar a cor ao mês que marca o “Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio” – 10 de setembro. Durante todo o mês são realizadas ações de divulgação da campanha de conscientização sobre a prevenção do suicídio e também dos canais de comunicação de órgãos de apoio.

    9 em cada 10 mortes por suicídio podem ser evitadas

    Os números são alarmantes: 32 brasileiros se suicidam diariamente. No mundo, ocorre um suicídio a cada 40 segundos e a estimativa de especialistas é que o total de tentativas supere o de suicídios em pelo menos 10 vezes – de acordo com dados divulgados pela CVV. Por outro lado, a Organização Mundial de Saúde (OMS) indica que 9 em cada 10 mortes por suicídio podem ser evitadas – a prevenção é fundamental para reverter esta situação, garantindo ajuda e atenção adequadas. A campanha “Setembro Amarelo” busca compartilhar informações, esclarecer, conscientizar, estimular o diálogo e abrir espaço para campanhas que contribuam para tirar o assunto da invisibilidade.

    Reconhecer sinais de alerta pode ser o passo mais importante

    O Ministério da Saúde define o suicídio como um “fenômeno complexo, multifacetado e de múltiplas determinações, que pode afetar indivíduos de diferentes origens, classes sociais, idades, orientações sexuais e identidades de gênero”. Saber reconhecer sinais de alerta em si mesmo ou em alguém próximo pode ser o primeiro e mais importante passo na prevenção. Nenhum sinal pode ser analisado isoladamente, mas alguns comportamentos devem chamar a atenção de familiares e amigos próximos, sobretudo se os sinais se manifestam ao mesmo tempo:

    • Aparecimento ou agravamento de problemas de conduta ou de manifestações verbais durante pelo menos 2 semanas;
    • Preocupação com sua própria morte ou falta de esperança;
    • Expressão de ideias ou de intenções suicidas;
    • Isolamento.

    Como conseguir ajuda

    Ligando para 188 – o CVV disponibiliza uma central de atendimento gratuita e disponível 24 horas, que presta apoio emocional e prevenção do suicídio para todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo e anonimato.

    O Ministério da Saúde indica quatro passos fundamentais para ajudar uma pessoa sob risco de suicídio:

    • Converse: procure um local calmo e um momento apropriado, ouça sem julgamentos;
    • Acompanhe: fique em contato para acompanhar como a pessoa está se sentindo e o que está fazendo;
    • Busque ajuda profissional: incentive a pessoa a procurar ajuda e se ofereça para acompanhar a uma Unidade Básica de Saúde, CAPS e serviços de emergência;
    • Proteja: se há perigo imediato, não deixe a pessoa sozinha e assegure-se que não tenha acesso a meios para provocar a própria morte (medicamentos, armas de fogo, pesticidas, entre outros).

    Mais informações em www.setembroamarelo.org.br.

    10/09/2019

  • Mais de 3500 crianças e 70 educadoras participaram de oficinas de cerâmica com o Projeto Tauá

    Mais de 3500 crianças e 70 educadoras participaram de oficinas de cerâmica com o Projeto Tauá

    Projeto recebeu apoio COCEL, através de incentivo fiscal

    No mês de julho foi realizada a centésima oficina de cerâmica indígena do Projeto Tauá – A Arte que vem da Terra. Mais de 3500 alunos de escolas municipais participaram do projeto realizado com o apoio da Companhia Campolarguense de Energia – COCEL, através do Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura do Paraná (Profice), e da Secretaria Municipal de Educação e Esporte. Na quinta-feira (01) as últimas oficinas do projeto tiveram um público diferente: 70 educadoras da rede pública municipal, que poderão multiplicar o conhecimento adquirido com seus alunos.

    Tauá significa argila em tupi-guarani e as oficinas têm o objetivo de promover o exercício e a valorização do trabalho artesanal, apresentar a importância e a riqueza da cultura da cerâmica, despertar a curiosidade e estimular a criatividade das crianças. Os participantes tiveram a oportunidade de confeccionar e levar para casa um objeto em cerâmica utilizando as mesmas técnicas das comunidades indígenas brasileiras e também conheceram os aspectos históricos e culturais do trabalho com argila.

    O arte educador, artesão e músico Fábio Mazzon é o idealizador do projeto e avalia que as oficinas realizadas cumpriram os objetivos principais: valorizar a cultura indígena e ensinar a técnica da cerâmica às crianças. “Conseguimos um grande envolvimento das crianças e professores, que tiveram a oportunidade de aprender uma técnica, desenvolver a criatividade, exercitar a paciência e a concentração e aprender sobre a cultura indígena, que é tão rica e faz parte de nossa história” – destaca Mazzon. As oficinas foram ministradas por Mazzon e Pietro Rosa – artesão e pedagogo.

    Alunos aprenderam técnica indígena de produção de cerâmica.

     

    Multiplicação do aprendizado

    A professora de artes da Escola Municipal Albina Grigoletti Winheski, Vilma Aparecida Barausse, considera que as oficinas foram uma excelente oportunidade de aprendizado que poderá ser compartilhado com os alunos. “Foi extremamente gratificante participar, além de aprender a técnica, valorizar a cultura e nossa história” – resume Barausse. A Secretária Municipal de Educação e Esporte, Dorotéa Stoco, lembra que as oficinas foram um grande sucesso em todas as escolas em que foram realizadas. “Foi um privilégio participar deste projeto, realizado com grandes referências e embasamento, que contribuiu para o aprendizado de todos. Realizar a oficina com as educadoras é de extrema importância, pois permite a multiplicação do aprendizado, alcançando ainda mais crianças”, completa Stoco.

    Parcerias visando benefícios para o município

    O prefeito Marcelo Puppi e diretor presidente da Cocel, José Arlindo Lemos Chemin, estiveram presentes nas oficinas realizadas com as educadoras e destacaram a importância da realização de parcerias para viabilizar projetos que tragam benefícios ao município. Chemin conta que o patrocínio foi possível através de incentivo fiscal – parte do ICMS pago pela Companhia ao Governo do Estado foi destinado ao projeto através do Profice. “É muito importante para a Cocel que os valores pagos pelos consumidores sejam reinvestidos no município, apoiando projetos que sejam de grande relevância”, informa Chemin. Puppi ressaltou a importância do apoio da Cocel e do envolvimento dos docentes no projeto, destacando o quanto o trabalho com argila e a produção cerâmica estão conectados com a história de Campo Largo.

    Cultura indígena em destaque.

    01/08/2019

  • Projeto Tempo de Temperar Arte (TETEAR) recebe apoio da Cocel

    Projeto Tempo de Temperar Arte (TETEAR) recebe apoio da Cocel

    Um dos projetos socioculturais de maior representatividade em Campo Largo, Tempo de Temperar Arte (TETEAR), passa a contar com o apoio da Cocel. O projeto tem como objetivo central contribuir para a formação cultural de crianças e jovens de famílias de baixa renda, favorecendo sua autoestima e motivando novas formas de inclusão social.

    O Tetear, criado e desenvolvido pela Parabolé Educação e Cultura, é fruto de aprovação na Lei Federal de Incentivo à Cultura. Conta com o patrocínio da Catterpilar e apoio da Cocel. O projeto está no sexto ano de realização e promove para 400 alunos oficinas gratuitas com base em linguagens artísticas. A Parabolé é responsável por uma série de produções culturais nacionalmente reconhecidas pela qualidade.

    O Tempo de Temperar Arte oferece cursos de circo, dança, teatro, música e artes plásticas. Os beneficiados são alunos em situação de vulnerabilidade, entre 7 e 17 anos, de escolas públicas de Campo Largo. As oficinas espalham arte e cultura em escolas, centros de convívio e projetos sociais.

    “Entendemos que como uma companhia campolarguense, nosso papel vai além de distribuir energia com qualidade. Apoiar a educação, a cultura, colaborar com a formação de um município melhor para todos também é nossa responsabilidade”, declara o diretor presidente da Cocel, José Arlindo Lemos Chemin.

    Oficina de Artes Plásticas
    Oficina de Artes Plásticas

    Outros projetos receberão apoio da Companhia, além do Tempo de Temperar Arte, através de leis de incentivos fiscais. “As atividades do projeto Tetear despertam a criatividade dos jovens que vivem em situação de risco, colaborando para a formação de uma sociedade melhor, é um orgulho para a Cocel fazer parte deste projeto”.

     

    Por dentro do Tetear

    A oficina de circo é uma das atividades promovidas pelo Tempo de Temperar Arte e desde o início do projeto o educador físico Alexandre Tosin Gabardo é um dos professores participantes. Nesta edição o educador ministra as aulas em escolas dos bairros Jardim Guarani e Três Córregos, no contraturno escolar, levando cultura e aprendizado a um público que dificilmente teria acesso a esta oportunidade. Gabardo ressalta que o ganho social é enorme, além das melhorias no desenvolvimento físico dos alunos.

    Foto de várias crianças e um professor ao lado do quadro que pintaram no Projeto Tetear
    Oficina de circo com o professor Alexandre Gabardo

    “As oficinas ocupam um tempo em que os alunos estariam ociosos, há melhoria no convívio entre os grupos e com a própria escola, os participantes são comprometidos com as atividades e desenvolvem muito mais que habilidades de equilíbrio e força – aprendem a trabalhar em equipe, a lidar com os próprios erros, a ter comprometimento e ainda têm experiências com grandes plateias”, destaca Gabardo. O Tetear promove apresentações ao final do ciclo de cada oficina, dando a oportunidade dos alunos mostrarem o que aprenderam e promovendo mais uma forma de interação social.

    A equipe do Tetear é formada por educadores qualificados e comprometidos com os valores do projeto, que acabam se tornando referências para as crianças e jovens que participam das oficinas. “Temos alunos com histórias muito difíceis, e percebemos que o Tetear se torna uma das únicas referências positivas em que se espelham”, conta Gabardo.

    Foto de várias crianças e um professor fazendo aola de break no Projeto Tetear
    Oficina de break

    Foto de várias crianças e um professor fazendo aula de percussão no Projeto Tetear
    Oficina de percussão

    Foto de várias crianças e um professor fazendo aula de dança moderna no Projeto Tetear
    Oficina de dança moderna

     

    Crédito das fotos: Lucas Rachinski