Foram 96 apresentações em escolas públicas e 40 na mostra oficial realizadas com o apoio da COCEL
Realizada entre os dias 15 de outubro e 30 de novembro, a 12ª edição do Festival de Teatro de Campo Largo superou as expectativas dos organizadores alcançando um público aproximado de 19 mil pessoas. O Festival contou com o apoio da Companhia Campolarguense de Energia – COCEL, através do Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura do Paraná (Profice), para realizar 136 apresentações, sendo 96 em escolas públicas.
Com o tema “Para viver a magia da arte, não existe tempo, nem idade!”, o festival contou com a participação de 121 atores em 44 espetáculos de vários estilos, com temas adultos e infantis. O diretor presidente da Cocel, José Arlindo Lemos Chemin, destacou a importância de contribuir com a cultura no município e levar o teatro às escolas, gratuitamente. “Crianças que talvez nunca tenham tido a oportunidade de ir ao teatro puderam assistir peças de altíssima qualidade, valorizando a produção cultural de Campo Largo”, completa o diretor.
O apoio da Cocel foi realizado através de incentivo fiscal, parte do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) que seria pago ao Governo do Estado é investido na cultura do município. “O Governo do Estado é o responsável pela seleção dos projetos e por toda a fiscalização, a Cocel apoiou os três projetos que seriam realizados exclusivamente em Campo Largo aprovados pelo PROFICE – o Festival de Teatro, as oficinas de cerâmica do Projeto Tauá e ainda o projeto de preservação da cultura polonesa do Grupo Wiosna”, conta Chemin.
Obras foram produzidas por crianças em situação de vulnerabilidade social
Na terça-feira (19) foi inaugurada a exposição de artes plásticas de alunos das oficinas do projeto “Fazendo Arte”, que é realizado pelo artista Toto Lopes com o apoio da Companhia Campolarguense de Energia – Cocel. Oitenta crianças em situação de vulnerabilidade social da região do Jardim Meliane participaram do projeto. A exposição continua até o dia 30 de novembro no Museu Histórico de Campo Largo.
As pinturas foram feitas em shapes de skate e a qualidade das obras rendeu elogios de todos que estiveram presentes na inauguração da exposição. O prefeito Marcelo Puppi ressaltou o quanto a cultura é importante na formação das crianças e jovens e também a relevância do trabalho social realizado pelo professor Toto Lopes e pela Cocel. Puppi destacou ainda a importância do reconhecimento e da valorização do esforço de cada aluno, cujos trabalhos resultaram na exposição.
O projeto foi selecionado através de Chamamento Público do Programa de Apoio a Projetos Sociais da Cocel e conta ainda com o apoio do CRAS (Centro de Referência de Assistência Social) e do CEU (Centro de Artes e Esportes Unificados) do Jardim Meliane. As oficinas são uma ferramenta de inclusão social através da arte e contribuem para o desenvolvimento de habilidades, capacidade de socialização e ainda aborda questões socioambientais – como o reaproveitamento de materiais.
Toto Lopes trabalha há doze anos com projetos sociais voltados a crianças e adolescentes e destaca a importância de dar atenção, de oferecer a oportunidade para que todos possam desenvolver suas habilidades e se sentirem valorizados. José Arlindo Lemos Chemin, diretor presidente da Cocel, conta que através do Programa de Apoio a Projetos Sociais a Companhia busca incentivar projetos que sejam transformadores, que ajudem a construir uma cidade melhor para todos.
Exposição “Fazendo Arte”: Data: 19 a 30 de novembro. Local: Museu Histórico de Campo Largo (Praça Getúlio Vargas). Horários: de terça a sexta-feira das 8h às 18 horas, sábados das 8h às 15 horas, domingo e segunda-feira fechado. Entrada gratuita.
Parte do ICMS que seria pago pela Companhia ao Governo do Estado foi destinado ao projeto cultural.
Na terça-feira (06) os integrantes do Grupo Folclórico Polonês Wiosna realizaram uma apresentação especial no Clube Cultural Campo Largo (Clube Polonês). Os novos trajes típicos foram utilizados pela primeira vez, trazendo ainda mais cultura e beleza à programação da “Semana Polonesa”. O novo figurino foi adquirido com apoio da Companhia Campolarguense de Energia – Cocel, através do Programa de Fomento e Incentivo à Cultura do Paraná (PROFICE). Parte do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) que seria pago pela Companhia ao Governo do Estado foi destinado ao projeto cultural “Resgate e Manutenção da Cultura Polonesa”, possibilitando a aquisição das novas vestimentas utilizadas em apresentações.
O Grupo Wiosna busca cultivar as tradições polonesas através da arte da dança, valorizando a imigração e mostrando para a comunidade o rico teor cultural que o folclore proporciona. Fundado há 23 anos, o Grupo Wiosna já realizou centenas de apresentações em Campo Largo e outros municípios. Atualmente o grupo conta com mais de cem integrantes – jovens e crianças na maioria, além de dezenas de famílias envolvidas. O empresário Walter Kucarz, membro do Grupo Wiosna e idealizador do projeto, ressaltou que “sempre foi um sonho para o Grupo adquirir os trajes especiais”, e que “foi muito importante conseguir a parceria com a Cocel”. Com o apoio da Companhia Campolarguense foram adquiridos dois modelos de trajes: o “lowicz” – utilizado pelos jovens, original da região central da Polônia, nas proximidades de Varsóvia; e o “kaszuby” – utilizado pelas crianças e original do norte da Polônia, da região do Mar Báltico.
A socialização das crianças e jovens é um dos principais benefícios proporcionados pelo Grupo Wiosna. “Famílias inteiras se envolvem nas atividades do grupo, as crianças aprendem sobre a cultura para poder explicar ao público o significado das roupas, das danças, de cada detalhe das apresentações”, conta Kucarz. Os ensaios do Grupo Wiosna – que em polonês significa “primavera” – são realizados sempre às terças-feiras, às 19h, no Clube Polonês. Quem tiver interesse em participar pode comparecer a um dos ensaios e não é necessário ter ascendência polonesa para ser membro do grupo.
O diretor presidente da Cocel, José Arlindo Lemos Chemin, conta que diversos projetos vêm sendo apoiados pela Companhia através de incentivo fiscal e também através do Programa de Apoio a Projetos Sociais da Cocel. “Com o PROFICE conseguimos fazer com que o imposto pago pelo campo-larguense seja reinvestido no município, faz parte da missão da Companhia apoiar projetos que contribuam com a cultura e com o desenvolvimento de Campo Largo” – destaca Chemin. O Festival de Teatro de Campo Largo é mais um dos projetos que será realizado ainda em 2019 com o apoio da Cocel .
Projeto recebeu apoio COCEL, através de incentivo fiscal
No mês de julho foi realizada a centésima oficina de cerâmica indígena do Projeto Tauá – A Arte que vem da Terra. Mais de 3500 alunos de escolas municipais participaram do projeto realizado com o apoio da Companhia Campolarguense de Energia – COCEL, através do Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura do Paraná (Profice), e da Secretaria Municipal de Educação e Esporte. Na quinta-feira (01) as últimas oficinas do projeto tiveram um público diferente: 70 educadoras da rede pública municipal, que poderão multiplicar o conhecimento adquirido com seus alunos.
Tauá significa argila em tupi-guarani e as oficinas têm o objetivo de promover o exercício e a valorização do trabalho artesanal, apresentar a importância e a riqueza da cultura da cerâmica, despertar a curiosidade e estimular a criatividade das crianças. Os participantes tiveram a oportunidade de confeccionar e levar para casa um objeto em cerâmica utilizando as mesmas técnicas das comunidades indígenas brasileiras e também conheceram os aspectos históricos e culturais do trabalho com argila.
O arte educador, artesão e músico Fábio Mazzon é o idealizador do projeto e avalia que as oficinas realizadas cumpriram os objetivos principais: valorizar a cultura indígena e ensinar a técnica da cerâmica às crianças. “Conseguimos um grande envolvimento das crianças e professores, que tiveram a oportunidade de aprender uma técnica, desenvolver a criatividade, exercitar a paciência e a concentração e aprender sobre a cultura indígena, que é tão rica e faz parte de nossa história” – destaca Mazzon. As oficinas foram ministradas por Mazzon e Pietro Rosa – artesão e pedagogo.
Alunos aprenderam técnica indígena de produção de cerâmica.
Multiplicação do aprendizado
A professora de artes da Escola Municipal Albina Grigoletti Winheski, Vilma Aparecida Barausse, considera que as oficinas foram uma excelente oportunidade de aprendizado que poderá ser compartilhado com os alunos. “Foi extremamente gratificante participar, além de aprender a técnica, valorizar a cultura e nossa história” – resume Barausse. A Secretária Municipal de Educação e Esporte, Dorotéa Stoco, lembra que as oficinas foram um grande sucesso em todas as escolas em que foram realizadas. “Foi um privilégio participar deste projeto, realizado com grandes referências e embasamento, que contribuiu para o aprendizado de todos. Realizar a oficina com as educadoras é de extrema importância, pois permite a multiplicação do aprendizado, alcançando ainda mais crianças”, completa Stoco.
Parcerias visando benefícios para o município
O prefeito Marcelo Puppi e diretor presidente da Cocel, José Arlindo Lemos Chemin, estiveram presentes nas oficinas realizadas com as educadoras e destacaram a importância da realização de parcerias para viabilizar projetos que tragam benefícios ao município. Chemin conta que o patrocínio foi possível através de incentivo fiscal – parte do ICMS pago pela Companhia ao Governo do Estado foi destinado ao projeto através do Profice. “É muito importante para a Cocel que os valores pagos pelos consumidores sejam reinvestidos no município, apoiando projetos que sejam de grande relevância”, informa Chemin. Puppi ressaltou a importância do apoio da Cocel e do envolvimento dos docentes no projeto, destacando o quanto o trabalho com argila e a produção cerâmica estão conectados com a história de Campo Largo.