Custos que são gerenciáveis pela Companhia reduziram 1,27%
A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL anunciou durante reunião pública realizada em 22/06, os índices de reajuste a serem aplicados aos consumidores da Companhia Campolarguense de Energia – Cocel a partir de 29/06/21. As tarifas residenciais serão reajustadas em 8,15%.
Os custos de geração e transmissão de energia causaram maior impacto na revisão tarifária. A energia utilizada pelos campo-larguenses é comprada em leilões do mercado livre de energia desde 2019, mas existem algumas cotas que a Cocel é obrigada por lei a adquirir de usinas como Itaipu (com valores afetados pelo dólar) e Angra I e II – que têm valores mais elevados. A crise hídrica que levou à baixa nos reservatórios das hidrelétricas e acionamento de termelétricas também influenciou o custo final da energia.
Se dependesse apenas dos custos que são gerenciáveis pela Cocel, como compra de materiais e recursos humanos, as tarifas seriam reduzidas em 1,27%. Além dos custos de geração, transmissão e distribuição de energia, na tarifa final paga pelo consumidor incidem encargos e tributos – que correspondem a quase metade do valor da fatura.
Fonte: ANEEL
O processo de revisão tarifária da Cocel foi tema de Audiência Pública realizada pela ANEEL, recebendo contribuições da comunidade e do Conselho de Consumidores. Para as tarifas de consumidores com fornecimento em alta tensão, o reajuste médio será de 14,8%. Para os consumidores da baixa tensão o reajuste médio será de 8,52%, resultando em um impacto médio de 10,64% (entre baixa e alta tensão). Os valores dos serviços cobráveis também serão reajustados e foram definidos novos limites para os indicadores de continuidade a serem atendidos pela concessionária.
“Iluminando o saber” beneficia 14 mil alunos diretamente
A Companhia Campolarguense de Energia – Cocel está executando um projeto de eficiência energética (PEE) voltado à valorização da educação no município. Serão substituídas lâmpadas e luminárias por modelos eficientes em 35 escolas públicas municipais e na Vila Olímpica e instalados painéis fotovoltaicos em cinco escolas e na Vila Olímpica. Ao final do projeto a economia de energia será de mais de 270 MWh/ano (megawatts hora ao ano), o que equivale a aproximadamente R$180 mil economizados ao ano.
Batizado de “Iluminando o saber”, o projeto visa melhorar o espaço de aprendizagem, reduzir desperdícios e estimular novas ações voltadas à eficiência energética. Todas as salas de aula das 35 Escolas Municipais terão lâmpadas mais eficientes e instaladas conforme projeto de adequação da luminosidade. Além da Vila Olímpica Antônio Lacerda Braga, as Escolas Municipais Vereador José Andreassa (Cercadinho), Monsenhor Ivo Zanlorenzi (Bom Jesus), Reino da Loucinha (Centro), Dona Fina (Ferraria) e Augusto Pires de Paula (Três Córregos) receberão os painéis fotovoltaicos. O projeto iniciou em 2019 com a realização de vistoria e análises técnicas em todos os espaços e aquisição dos equipamentos, as instalações iniciaram em 2020 e o projeto deve ser concluído em 2021. Mais de 14 mil alunos serão diretamente beneficiados.
O presidente da Cocel, José Arlindo Lemos Chemin, informou que o projeto busca valorizar as escolas e a educação do município, proporcionando melhorias no ambiente para alunos e professores, incentivando o uso de energia limpa e gerando economia. “Os valores economizados podem ser utilizados pela Secretaria de Educação em novos livros, uniformes, equipamentos, em outras melhorias para as escolas”, destacou Chemin.
De acordo com a gestora do PEE da Cocel, Schirlei Kotovicz, eficiência energética significa reduzir o consumo de energia sem perder a qualidade e reduzir o desperdício, além de incentivar o uso de equipamentos mais eficientes. Kotovicz lembra que “o último projeto realizado pela Cocel tornou o município referência em iluminação pública eficiente, os resultados foram tão significativos que o projeto foi o campeão do Prêmio Sesi ODS 2019 – que tem o objetivo de reconhecer e divulgar práticas para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável realizadas pelas organizações”. A substituição das luminárias iniciou com o PEE da Cocel e a economia gerada possibilitou que o município desse continuidade e ampliasse o projeto – já são mais de 5 mil luminárias led instaladas nas vias públicas.
Nos últimos anos a Cocel realizou doze projetos de eficiência energética – que incluem a substituição de equipamentos de famílias de baixa renda (refrigeradores e lâmpadas), “eficientização” em prédios públicos, ações educativas, entre outros. Mais de R$ 5 milhões foram investidos, gerando uma economia de mais de 7,4 mil MWh/ano. Os projetos são realizados de acordo com a regulamentação da Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL, que também é responsável pela fiscalização.
Diretoras das escolas que já contam com a nova iluminação ressaltam os benefícios da melhoria
Nas últimas semanas a substituição das lâmpadas foi concluída nas Escolas Municipais Carlos Drummond de Andrade (Centro), Maria Joana Ferreira Marochi (Jardim Esmeralda) e Hans Ernst Schmidt (Itaqui). A mudança foi aprovada pelas diretoras e também pela Secretária Municipal de Educação e Esporte, Dorotéa Stoco. Em visita às escolas para conferir o resultado, Stoco ressaltou que a economia no consumo de energia será de grande importância para o ensino municipal e também que a necessidade de manutenções será menor.
Claudia Aparecida dos Santos Prelhacoski, diretora da Escola Hans Ernst Schmidt, contou que já estão sendo planejadas atividades relacionadas ao consumo consciente e economia de energia para quando as aulas presenciais retornarem, dando destaque a este tema tão relevante. São 312 alunos que terão iluminação adequada nas salas de aula.
Claudia Prelhacoski e Dorotéa Stoco
Na Escola Maria Joana, que se destaca pela ampla área de vegetação preservada no espaço, o consumo consciente também será tema de estudo para os 560 alunos. A diretora, Josélia Costa Barros, conta que já vinha realizando algumas substituições de lâmpadas por modelos eficientes com o apoio da APMF (Associação de Pais, Mestres e Funcionários) e que a adequação da iluminação de todas as salas representou uma grande diferença para o espaço.
Josélia Barros e Dorotéa Stoco
A Escola Carlos Drummond é uma das campeãs em equipamentos substituídos – foram substituídos 33 refletores no ginásio de esportes e 458 lâmpadas nas salas de aula. Para a diretora, Jaqueline Merchiori, a mudança proporciona mais conforto aos alunos e professores contribuindo com a economia. São 725 alunos diretamente beneficiados.
A Companhia Campolarguense de Energia – Cocel é mais uma vez finalista de premiação promovida pela agência reguladora de todo o setor elétrico no país, a Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL. A Ouvidoria da Cocel foi considerada uma das cinco melhores do país, competindo com concessionárias do Brasil inteiro. Em 2019 a Companhia recebeu a medalha de bronze nesta premiação que analisa o funcionamento das ouvidorias de concessionárias de todo o Brasil como forma de estimular as melhores práticas e incentivar a melhoria no tratamento das reclamações dos consumidores.
O trabalho da Ouvidoria busca a satisfação dos consumidores, funcionando como um “pós-atendimento” para resolver conflitos, fiscaliza o cumprimento da regulamentação vigente e é um canal de comunicação entre a concessionária e a ANEEL e os órgãos de defesa dos consumidores, como o Procon. Na Cocel, a Ouvidoria também é parte integrante do Sistema de Gestão da Qualidade – tem seus processos padronizados e auditados conforme Sistema ISO 9001.
O resultado do Prêmio ANEEL de Ouvidoria será divulgado em 24/06, em cerimônia on line.
A Ouvidoria da Cocel atende de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h, pessoalmente na sede da Companhia, pelo e-mail ouvidoria@cocel.com.br e pelo telefone 0800-7262212 (ligação gratuita).
Pela primeira vez em 2021, no mês de junho estará em vigor a bandeira tarifária vermelha no segundo patamar – que representa um custo adicional de R$ 0,09 (já contando os impostos) para cada quilowatt hora (KWh) consumido. A determinação é da Agência Nacional de Energia Elétrica e sinaliza condições muito desfavoráveis para a geração de energia.
Nos quatro primeiros meses do ano esteve vigente a bandeira amarela e em maio a bandeira vermelha no primeiro patamar. De acordo com a ANEEL, o balanço hidrológico do período úmido 2020-2021 resultou no pior aporte hidráulico da história do Sistema Integrado Nacional (SIN), que é medido desde 1931. Os reservatórios das principais hidrelétricas estão baixos, o que aumenta o risco de necessidade de acionamento das termelétricas – que têm custo mais elevado.
As bandeiras tem o objetivo de sinalizar ao consumidor as condições e o custo da geração de energia no país, levando em consideração parâmetros como estimativas de mercado, projeção de volume de produção das usinas hidrelétricas e o custo do acionamento de termelétricas. O Sistema de Bandeiras Tarifárias é totalmente regulamentado pela ANEEL e é válido para todos os estados que fazem parte do SIN. As distribuidoras de energia não possuem qualquer gerenciamento sobre este Sistema – todo o valor arrecadado é repassado ao Ministério de Minas e Energia, através da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).
Durante todo o mês de maio será cobrado o adicional de R$0,06 (já contando os impostos) para cada quilowatt hora (KWh) consumido. A Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL anunciou na sexta-feira (30) a vigência da bandeira vermelha – primeiro patamar, que sinaliza condições desfavoráveis de geração de energia. Nos quatro primeiros meses do ano esteve vigente a bandeira amarela.
De acordo com a ANEEL, o balanço hidrológico do período úmido 2020-2021 resultou no pior aporte hidráulico da história do Sistema Integrado Nacional (SIN), que é medido desde 1931. Os reservatórios das principais hidrelétricas estão baixos, o que aumenta o risco de necessidade de acionamento das termelétricas – que têm custo mais elevado.
As bandeiras tem o objetivo de sinalizar ao consumidor as condições e o custo da geração de energia no país, levando em consideração parâmetros como estimativas de mercado, projeção de volume de produção das usinas hidrelétricas e o custo do acionamento de termelétricas. O Sistema de Bandeiras Tarifárias é totalmente regulamentado pela ANEEL e é válido para todos os estados que fazem parte do Sistema Integrado Nacional (SIN). As distribuidoras de energia não possuem qualquer gerenciamento sobre este Sistema – todo o valor arrecadado é repassado ao Ministério de Minas e Energia, através da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).
A ANEEL iniciou processo de Consulta Pública para obter subsídios para o aprimoramento da proposta de revisão dos adicionais e da faixa de acionamento para as bandeiras tarifárias em 2021 e 2022. A proposta inicial apresentada pela ANEEL prevê redução de 4% no valor da bandeira amarela e aumento de 10% no valor da bandeira vermelha e de 21% para a bandeira vermelha no segundo patamar. A nota técnica publicada pela agência reguladora e os procedimentos para participação nas consultas públicas estão disponíveis no site aneel.gov.br/consultas-publicas, as contribuições podem ser enviadas até 07/05/2021.
A Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL iniciou consulta pública sobre a proposta de revisão tarifária da Companhia Campolarguense de Energia – Cocel. As contribuições podem ser enviadas até 14/05/2021 e todas as informações sobre a revisão estão disponíveis no site da Agência.
A revisão tarifária da Cocel é realizada a cada cinco anos, sendo baseada em uma análise minuciosa feita pela agência reguladora. O objetivo da revisão é reposicionar as tarifas levando em consideração os novos padrões de produtividade exigidos pela concessionária e as alterações na estrutura de custos.
A tarifa de energia é formada por custos que não são gerenciáveis pelas concessionárias – como encargos do setor, custos de energia e transmissão e impostos, e os custos que são gerenciáveis pela concessionária – como investimentos e custos com mão de obra. Conforme a análise inicial feita pela ANEEL, o efeito previsto para os consumidores com fornecimento em baixa tensão da Cocel será de 7,38% de aumento nas tarifas. Este percentual se deve principalmente ao aumento nos custos da compra e da transmissão da energia – que juntas representam 7,48% do reajuste médio.
Os custos que são gerenciáveis pela Cocel representaram um impacto de -1,89% do reajuste, ou seja, se dependesse dos valores que são gerenciáveis pela Companhia as tarifas seriam reduzidas. Cabe destacar que apenas 12,2% do valor final da tarifa paga pelo consumidor correspondem aos custos de distribuição, que é a atividade realizada pela Cocel.
Composição da tarifa:
Além da revisão das tarifas, a Consulta Pública também busca receber subsídios para definição dos limites dos indicadores da qualidade do fornecimento de energia da concessionária para os próximos cinco anos.
Todas as informações sobre a Consulta Pública e sobre o processo de revisão tarifária da Cocel estão disponíveis no seguinte link: http://twixar.me/5wjm.
A bandeira amarela – que sinaliza condições desfavoráveis para geração de energia – estará vigente no mês de abril, conforme anunciou nesta sexta-feira (26) a Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL. É o quarto mês consecutivo com bandeira amarela em vigor, representando um acréscimo de R$ 0,02 a cada quilowatt-hora (kWh) consumido, já contando os impostos.
As bandeiras tem o objetivo de sinalizar ao consumidor as condições e o custo da geração de energia no país, levando em consideração parâmetros como estimativas de mercado, projeção de volume de produção das usinas hidrelétricas e o custo do acionamento de termelétricas. O Sistema de Bandeiras Tarifárias é totalmente regulamentado pela ANEEL e é válido para todos os estados que fazem parte do Sistema Integrado Nacional (SIN). As distribuidoras de energia não possuem qualquer gerenciamento sobre este Sistema – todo o valor arrecadado é repassado ao Ministério de Minas e Energia, através da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).
A ANEEL iniciou processo de Consulta Pública para obter subsídios para o aprimoramento da proposta de revisão dos adicionais e da faixa de acionamento para as bandeiras tarifárias em 2021 e 2022. A proposta inicial apresentada pela ANEEL prevê redução de 4% no valor da bandeira amarela e aumento de 10% no valor da bandeira vermelha e de 21% para a bandeira vermelha no segundo patamar. A nota técnica publicada pela agência reguladora e os procedimentos para participação nas consultas públicas estão disponíveis no site da ANEEL, as contribuições podem ser enviadas até 07/05/2021.
A Companhia Campolarguense de Energia – Cocel realizou na quinta-feira (25) Audiência Pública sobre o Programa de Eficiência Energética – PEE. Participaram do evento on line mais de cinquenta pessoas – representantes dos consumidores, de instituições de ensino, de áreas técnicas e do poder público, entre outros. A Audiência foi transmitida ao vivo pelo canal da Cocel no Youtube.
O projeto “Iluminando o saber com eficiência”, que está em execução, foi apresentado pela equipe da Cocel durante a Audiência. Serão substituídas lâmpadas e luminárias por modelos eficientes em 35 escolas públicas municipais e na Vila Olímpica e instalados painéis fotovoltaicos em cinco escolas e na Vila Olímpica. Ao final do projeto a economia de energia será de mais de 270 MWh/ano (megawatts hora ao ano), o que equivale a aproximadamente R$180 mil economizados ao ano.
O presidente da Cocel, José Arlindo Lemos Chemin, informou que o projeto busca valorizar as escolas e a educação do município, proporcionando melhorias no ambiente para alunos e professores, incentivando o uso de energia limpa e gerando economia. “Os valores economizados poderão ser utilizados pela Secretaria de Educação em novos livros, uniformes, equipamentos, em outras melhorias para as escolas”, destacou Chemin.
O prefeito Maurício Rivabem ressaltou que o projeto da Cocel serve de incentivo para que o município busque por novos projetos voltados à eficiência, ampliando as melhorias conquistadas. Rivabem destacou ainda que a melhoria na iluminação pública realizada em Campo Largo tornou o município referência nacional em iluminação eficiente. Este projeto iniciou com a substituição de luminárias por meio do Programa de Eficiência Energética da Cocel e a economia gerada possibilitou que a Prefeitura desse continuidade às substituições, ampliando o projeto. Mais de 5 mil luminárias led já foram instaladas nas vias públicas de Campo Largo.
A gestora do PEE da Cocel, Schirlei Kotovicz, destacou que o Programa tem o objetivo de reduzir o consumo de energia sem perder o conforto, a qualidade, e reduzir o desperdício, além de incentivar o uso de equipamentos mais eficientes. “O último projeto de melhoria na iluminação pública foi tão significativo que foi o campeão do Prêmio Sesi ODS 2019 – que tem o objetivo de reconhecer e divulgar práticas para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável realizadas pelas organizações. O projeto ‘Iluminando o saber com eficiência’ investe em melhorias para a comunidade e mais de 14 mil alunos são diretamente beneficiados”, completa Kotovicz.
Além da Vila Olímpica Antônio Lacerda Braga, as Escolas Municipais Vereador José Andreassa (Cercadinho), Monsenhor Ivo Zanlorenzi (Bom Jesus), Reino da Loucinha (Centro), Dona Fina (Ferraria) e Augusto Pires de Paula (Três Córregos) receberão os painéis fotovoltaicos. As instalações já iniciaram e o projeto deve ser concluído em 2021.
Nos últimos anos a Cocel realizou doze projetos de eficiência energética – que incluem a substituição de equipamentos de famílias de baixa renda (refrigeradores e lâmpadas), “eficientização” em prédios públicos, ações educativas, entre outros. Mais de R$ 5 milhões foram investidos, gerando uma economia de mais de 7,4 mil MWh/ano. Os projetos são realizados de acordo com a regulamentação da Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL, que também é responsável pela fiscalização. A Cocel mantém canais permanentes para receber contribuições da comunidade sobre o PEE, por meio do e-mail qualidade@cocel.com.br e telefone (41) 2169-2157.
Confira a apresentação feita pela Cocel durante a Audiência:
Em atendimento ao instituído pela Lei 14.120/2021 a Companhia Campolarguense de Energia – Cocel comunica a seus clientes e à sociedade em geral que realizará Audiência Pública referente ao Programa de Eficiência Energética (PEE) em 25 de março de 2021, com início às 16h, de forma on line, com transmissão ao vivo pelo canal do Youtube da Companhia (@cocelcampolargo).
Agenda da Audiência Pública:
16h: Abertura
16h10: Apresentação resumida dos projetos de PEE da Cocel
16h30: Pronunciamento dos interessados (por ordem de inscrição)
17h: Encerramento
As contribuições e inscrições dos interessados em se manifestar verbalmente durante a Audiência Pública deverão ser realizadas previamente, até às 17h do dia 24 de março de 2021, por meio de envio da solicitação contendo nome, telefone para contato e e-mail para o e-mail qualidade@cocel.com.br ou acessando o formulário aqui.
Informações sobre os projetos de PEE já desenvolvidos pela Cocel estão disponíveis aqui.
A Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL determinou a vigência da bandeira amarela no mês de janeiro, que representa o acréscimo de R$0,02 a cada quilowatt-hora consumido – já incluindo os impostos. A perspectiva de chuvas nas áreas dos reservatórios das principais hidrelétricas é um dos motivos que levou à ANEEL a acionar a bandeira amarela.
O sistema de bandeiras tarifárias foi suspenso entre maio e novembro, como medida para o combate à crise causada pela pandemia da COVID-19. A retomada no consumo de energia e a crise hídrica foram as justificativas da Agência para a reativação do sistema no mês de dezembro – quando esteve vigente a bandeira vermelha no segundo patamar. A redução nos níveis de reservatórios de diversas usinas levou ao acionamento de termelétricas, que tem custo de geração maior.
As bandeiras tem o objetivo de sinalizar ao consumidor as condições e o custo da geração de energia no país, levando em consideração parâmetros como estimativas de mercado, projeção de volume de usinas hidrelétricas e o custo do acionamento de termelétricas. O Sistema de Bandeiras Tarifárias é totalmente regulamentado pela ANEEL e é válido para todos os estados que fazem parte do Sistema Integrado Nacional (SIN). As distribuidoras de energia não possuem qualquer gerenciamento sobre este Sistema – todo o valor arrecadado é repassado ao Ministério de Minas e Energia, através da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).