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Tag: conta de luz

  • Cocel altera procedimento para solicitações de ligações novas

    Cocel altera procedimento para solicitações de ligações novas

    A apresentação da Certidão de Numeração Predial emitida pela Prefeitura Municipal não é mais obrigatória para pedidos de fornecimento de energia em Campo Largo. A Companhia Campolarguense de Energia – Cocel mudou seus procedimentos devido à publicação da Lei Municipal 3.132/2019. Esta lei altera a regulamentação para concessão de numeração predial e de autorização para ligação de energia elétrica e abastecimento de água no município.

    Para solicitar uma nova ligação de energia em locais onde já exista rede de distribuição instalada e não implique em execução de obras, é necessário apresentar documentação comprovando propriedade ou posse do imóvel, que pode ser:

    • Certidão de matrícula do imóvel expedida há menos de 30 dias; ou
    • Escritura pública de cessão de direitos possessórios, compra e venda, doação ou permuta do imóvel; ou
    • Cópia de procedimento de regularização fundiária, ou processo de usucapião judicial ou extrajudicial; ou
    • Certidão de Numeração Predial emitida pela Prefeitura Municipal.

    O solicitante precisará ainda assinar declaração confirmando que a ligação será realizada em área regularizada, que atende toda a legislação referente às construções, parcelamento do solo e ambiental.

    Os novos procedimentos da Companhia seguem a Lei Municipal 3.132/2019 e também a regulamentação da Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL. Para ligações novas onde haja necessidade de obras podem ser solicitados documentos adicionais.

    Todas as informações sobre ligações novas e as normas técnicas para construção de padrão de entrada de energia podem ser consultadas neste link.

    Publicado em 28/10/2019, atualizado em 06/11/19.

  • Impostos e encargos representam mais de metade do valor das faturas de energia

    Impostos e encargos representam mais de metade do valor das faturas de energia

    Concessionárias não possuem gerenciamento sobre as cobranças.

    A grande carga tributária de produtos e serviços no país é uma das maiores do mundo e a tarifa de energia elétrica é um dos exemplos: 51% do valor pago na fatura são impostos e encargos. No Paraná, o impacto do ICMS é extremamente significativo – a alíquota do imposto é de 29% sobre o valor final da fatura. As concessionárias de distribuição de energia, como a Companhia Campolarguense de Energia – Cocel e a Companhia Paranaense de Energia – Copel não possuem qualquer gerenciamento sobre estas cobranças.

    Tanto consumidores da Cocel quanto da Copel pagam tributos e encargos, tendo em vista que são cobranças definidas por leis estaduais e federais. O valor final pago varia conforme a quantidade de energia consumida e conforme a classificação da tarifa – que pode ser residencial, residencial baixa renda, comercial, industrial, rural e poder público.

    Cocel migrou para o mercado livre de energia e encerrou contrato com a Copel

    Desde junho de 2019 a Cocel passará a distribui energia comprada através de leilão. A migração para o mercado livre de energia teve o objetivo de reduzir o valor final da tarifa aplicada aos consumidores e representou o fim do contrato com a até então supridora – a Copel Distribuição.

     Migração para mercado livre contribuiu para redução nas tarifas de até 14% para indústrias e 7,02% para residências

    Em 2019 a Cocel foi uma das únicas concessionárias a ter reajuste negativo nas tarifas – reflexo da migração para o mercado livre de energia. Desde 29/06 a tarifa de energia dos consumidores residenciais da Cocel ficaram 7,02% menores. Para os consumidores com fornecimento em alta tensão a redução chega a 14,04% dependendo do tipo de contrato.

    Para definir as tarifas a ANEEL leva em consideração os custos gerenciáveis e os custos não gerenciáveis por cada concessionária. Em 2018 a Cocel já teve o menor reajuste do Paraná, e as tarifas seriam ainda menores se dependesse apenas dos custos gerenciáveis pela Companhia. O preço do dólar (que interfere no preço da energia comprada de Itaipu) e o custo do acionamento de termelétricas contribuíram para que a redução não fosse ainda maior.

    Entenda quais são os custos que compõem a tarifa de energia:

    • Energia: custo da geração da energia.
    • Distribuição: custo da distribuição da energia até o ponto de entrega (até a unidade consumidora). Este é o custo do serviço prestado pela Cocel e por outras distribuidoras.
    • Transmissão: custo do transporte da energia entre as usinas de geração até as subestações.
    • Bandeiras tarifárias: Podendo ser verde, amarela ou vermelha indicam se haverá ou não acréscimo no valor da energia a ser repassada ao consumidor final, em função das condições de geração de eletricidade. O Sistema de Bandeiras Tarifárias é totalmente regulamentado pela ANEEL e é válido para todos os estados que fazem parte do Sistema Integrado Nacional (SIN). As distribuidoras de energia não possuem qualquer gerenciamento sobre este Sistema – todo o valor arrecadado é repassado ao Ministério de Minas e Energia, através da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).
    • Tributos: são pagamentos compulsórios devidos ao poder público, a partir de determinação legal, e que asseguram recursos para que o Governo desenvolva suas atividades. No Brasil, os tributos estão embutidos nos preços dos bens e serviços, por isso estão presentes nas contas de água, energia e telefone, na compra de bens e na contratação de serviços diversos. Nas contas de energia estão incluídos tributos federais, estaduais e municipais. As distribuidoras de energia recolhem e repassam esses tributos às autoridades competentes pela sua cobrança.

    Compõem os tributos:

    • PIS: Programa de Integração Social (imposto federal, alíquota média de 1,65% – varia mensalmente) – utilizado para custear programas sociais e para o trabalhador.
    • COFINS: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (imposto federal, alíquota média de 7,6% – varia mensalmente) – utilizado para custear programas sociais e para o trabalhador.
    • ICMS: Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços – imposto estadual. Alíquota de 29% é calculada sobre o valor total da fatura.

     

    • Encargos Setoriais: são criados por leis aprovadas pelo Congresso Nacional para tornar viável a implantação das políticas de Governo para o setor elétrico. Seus valores constam de resoluções ou despachos da ANEEL.

    Compõem os encargos:

    • CCC – Conta de Consumo de Combustíveis: usado para custear as termelétricas em sistemas.
    • CDE – Conta de Desenvolvimento Energético: subsidia a tarifa social (baixa renda) e o programa Luz
    • para Todos.
    • TFSEE – Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica: custeia o funcionamento da ANEEL.
    • PROINFA – incentivo à geração de energia através de fontes alternativas.
    • CFURH – Compensação Financeira pela Utilização de Recursos Hídricos: compensa a União, estados e municípios pela utilização da água e terras produtivas que foram alagadas devido a instalação de hidrelétricas.
    • ESS – Encargos de Serviço do Sistema: pago aos geradores, para aumentar a confiabilidade e a segurança da oferta de energia no país.
    • ONS – Operador Nacional do Sistema: financia o ONS, que gerencia o Sistema Interligado Nacional (SIN).
    • P&D/ PEE – Pesquisa e Desenvolvimento/ Programa de Eficiência Energética: estimula pesquisas e programas voltados ao uso eficiente da energia.
    • EER – Encargo de Energia de Reserva: cobrir custos decorrentes da contratação de energia de reserva (manutenção das termelétricas – que são a “reserva”, só são acionadas em períodos de seca quando as hidrelétricas tem a geração comprometida).

     

    • Outros:
    • Iluminação Pública: imposto municipal – R$0,0958 por kWh consumido.
    • Taxa de Lixo: imposto municipal (quando autorizado).
    • Juros, correção monetária, contribuições, custo de serviços e créditos, quando houver.

    Redução nos subsídios pode contribuir com a redução nas tarifas

    Em abril deste ano a agência reguladora divulgou a “agenda de desoneração da tarifa”, que prevê ações voltadas à redução das tarifas a partir da redução de subsídios. Além dos custos de geração, transmissão e distribuição de energia, compõem o valor final da tarifa uma série encargos e impostos utilizados para subsidiar políticas públicas, como a Tarifa Social da Energia Elétrica, PIS (Programa de Integração Social), PASEP (Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público), entre outros.

    O pesquisador Sidnei Martini, associado ao GESEL – Grupo de Estudos do Setor Elétrico, em apresentação recente realizada na sede da ANEEL, ressaltou que “a fatura da distribuidora é um forte instrumento de cobrança, pois, se não for quitada, o fornecimento de energia elétrica é interrompido. Isso faz com que a conta de luz seja usada para cobrar outros tantos itens, como impostos, encargos, recolhimentos excepcionais”.

               

    Nota sobre publicação em redes sociais sobre aumento na tarifa

    Na última semana a publicação de uma consumidora em redes sociais reclamando sobre o aumento no valor de sua fatura gerou grande repercussão, levando ao compartilhamento de informações equivocadas. A Companhia Campolarguense de Energia – Cocel esclarece que o aumento se deu pela perda do benefício da Tarifa Social, cuja concessão segue o que determina a Lei Federal 12.212/2010 e a Lei Estadual 17639/2013. A consumidora já recebeu as orientações necessárias para solicitar novamente o desconto da Tarifa Social e sobre os itens que compõem a tarifa de energia.

    gráfico dos impostos que compõem a tarifa de energia da cocel

    14/10/2019

  • Cocel busca parceria com Parque Tecnológico de Itaipu

    Cocel busca parceria com Parque Tecnológico de Itaipu

    O Parque Tecnológico de Itaipu (PTI) pode ser o novo parceiro da Companhia Campolarguense de Energia – Cocel para a realização de projetos voltados à eficiência energética e também na realização de pesquisas relacionadas à qualidade do serviço de distribuição de energia. Na última semana o diretor presidente da Cocel, José Arlindo Lemos Chemin, e o prefeito Marcelo Puppi apresentaram aos diretores do Parque Tecnológico os projetos já executados pela Cocel – formalizando o contato inicial para viabilizar a parceria entre as instituições.

    Chemin e Puppi foram recebidos por Flaviano da Costa Masnik – diretor administrativo financeiro, e Rafael José Deitos – diretor técnico do Parque Tecnológico de Itaipu. Os diretores do PTI elogiaram o trabalho que vem sendo realizado pela Companhia e pelo Município com a troca de luminárias da iluminação pública por modelos mais eficientes. As novas luminárias led já possuem as características necessárias para integração em rede e poderão ser utilizadas como ferramentas para o gerenciamento da distribuição de energia.

    O PTI atua em projetos relacionados à mobilidade urbana com veículos elétricos, medidores de consumo inteligentes, gerenciamento da rede de distribuição e da iluminação pública, entre outros. O trabalho desenvolvido pelo Parque Tecnológico inclui a promoção da união entre empresas, centros de pesquisa, laboratórios e instituições de ensino – sendo o braço da Itaipu Binacional para contribuir com o desenvolvimento econômico, turístico, tecnológico e sustentável no Brasil e no Paraguai por meio de pesquisa e desenvolvimento de tecnologias sustentáveis.

    Chemin, Deitos, Masnik e Puppi – em busca da inovação para Campo Largo.

    01/10/19

  • Instituição Movimento Recriança recebe apoio da Cocel

    Instituição Movimento Recriança recebe apoio da Cocel

    Projeto realizado em Bateias foi selecionado através de Chamamento Público.

    Fortalecer vínculos, prevenir ocorrências de situações de vulnerabilidade e risco social, formar crianças para participação, cidadania, protagonismo e autonomia são os principais objetivos das atividades desenvolvidas pela Instituição Movimento Recriança. Com sede em Bateias, a Instituição atende cerca de 50 crianças de 6 a 12 anos – moradoras da região e alunos da rede municipal de ensino. Em 2019 o Recriança conseguiu um apoio muito significativo: da Companhia Campolarguense de Energia – Cocel. O projeto foi selecionado através de Chamamento Público do Programa de Apoio a Projetos Sociais da Cocel e receberá desconto na fatura por 12 meses.

    Crianças participam do projeto todos os sábados.

    Todos os sábados as crianças participam de atividades pautadas em experiências lúdicas, de cultura, lazer, sociabilidade, interação e proteção. As atividades e a alimentação são oferecidas sem custo algum às crianças inscritas no projeto, que sobrevive com doações e a renda obtida com a realização de bazares e eventos beneficentes. Regina Ferreira, presidente e uma das fundadoras do Movimento Recriança, conta que o apoio recebido da Cocel é de extrema importância, pois possibilita que os valores que seriam destinados ao pagamento da fatura de energia sejam utilizados nas atividades realizadas e na alimentação das crianças.

    Atividades reforçam vínculos e contribuem com a socialização das crianças.

    A instituição iniciou suas atividades em 1993 em um espaço cedido pela paróquia local. Atualmente conta com sede própria e o trabalho realizado tornou o Movimento Recriança referência no desenvolvimento de ações que reduzem o risco de exclusão social. Ferreira ressalta que as crianças que frequentam o Recriança “são como seus filhos”, e que sempre busca transmitir a mensagem de que é possível alcançar os sonhos. As atividades de cada sábado são programadas com antecedência, buscando estimular e desenvolver a criatividade e a socialização. Informática, desenho, pintura, leitura com empréstimo de livros, esportes e também brincadeiras são algumas das ações realizadas.

    Todos os sábados as crianças participam das atividades.

    Parte do lucro da Cocel é destinada aos projetos sociais

    O diretor presidente da Cocel, José Arlindo Lemos Chemin, destaca que é muito importante para a Companhia contribuir com projetos que são de grande relevância para o município. “Através do Chamamento Público a Cocel selecionou excelentes projetos, realizados por pessoas e instituições idôneas, que desenvolvem ações que contribuem para a construção de uma sociedade melhor”, completa Chemin.

    Regina Ferreira, presidente do Instituto Movimento Recriança, e José Arlindo Lemos Chemin, presidente da Cocel

    Uma parcela do lucro da Cocel será destinada aos projetos sociais, conforme prevê o Estatuto Social da Companhia. Associação Aldeia São José, Associação Erceana Campolarguense e Instituição Movimento Recriança receberão desconto na fatura de energia por doze meses. Os seguintes projetos receberão patrocínio direto:

    • Projeto “Inclusão social para pessoas com deficiência através do esporte” (Associação dos Deficientes Físicos de Campo Largo);
    • Projeto “Controle populacional de cães e gatos pelo método de esterilização cirúrgica” (Associação Protetora dos Animais de Campo Largo);
    • Projeto “Cocel a energia do esporte” (Clovis Luiz Cipriano Junior);
    • Projeto “Gerar Esquenta – preparar o jovem e efetivar oportunidades” (GERAR – Geração de Emprego, Renda e Apoio ao Desenvolvimento Regional);
    • Projeto “Fazendo Arte” (Tanielton Lopes Pereira);
    • Projeto “Futebol Formando Cidadão” (Associação Águias da Bola).

    14/08/19

  • Bandeira tarifária amarela está em vigor no mês de julho

    Bandeira tarifária amarela está em vigor no mês de julho

    A bandeira tarifária amarela estará em vigor no mês de julho, representando um acréscimo de R$ 0,023 para cada quilowatt-hora (kWh) consumido – já incluindo os impostos. Em 2019 apenas nos meses de julho e maio a bandeira amarela esteve vigente – sinalizando condições menos favoráveis à geração de energia. Nos demais meses esteve vigente a bandeira verde – sem custo adicional.

    De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL julho é um mês típico da estação seca nas principais bacias hidrográficas do Sistema Interligado Nacional (SIN) e a previsão hidrológica sinaliza vazões abaixo da média histórica e tendência de redução dos níveis dos principais reservatórios – o que requer o aumento da geração termelétrica, mais cara.

    O Sistema de Bandeiras Tarifárias é totalmente regulamentado pela ANEEL e é válido para todos os estados que fazem parte do SIN. As distribuidoras de energia não possuem qualquer gerenciamento sobre este Sistema – todo o valor arrecadado é repassado ao Ministério de Minas e Energia, através da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

    Fonte: site ANEEL

    01/07/2019

  • COCEL tem maior redução de tarifas do país, conta diminui 7,02% para residências

    COCEL tem maior redução de tarifas do país, conta diminui 7,02% para residências

    Redução para indústrias chega a 14%, migração para o mercado livre e mudanças na gestão foram decisivas para reajuste negativo

    A partir de 29/06 a tarifa de energia dos consumidores residenciais da Companhia Campolarguense de Energia – Cocel ficarão 7,02% menores. A Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL divulgou hoje (25) o resultado da revisão tarifária da Companhia Campolarguense, que obteve o menor reajuste entre todas as concessionárias do país em 2019. O reajuste médio para consumidores com fornecimento em baixa tensão será de -6,6%. O resultado fica 11,26% abaixo da inflação dos últimos doze meses. Para os consumidores com fornecimento em alta tensão, a redução chega a 14,04% dependendo do tipo de contrato.

    Para definir as tarifas a ANEEL leva em consideração os custos gerenciáveis e os custos não gerenciáveis por cada concessionária. Em 2018 a Cocel já teve o menor reajuste do Paraná, e as tarifas seriam ainda menores se dependesse apenas dos custos gerenciáveis pela Companhia. O preço do dólar (que interfere no preço da energia comprada de Itaipu) e o custo do acionamento de termelétricas contribuíram para que a redução não fosse ainda maior. O presidente da Cocel, José Arlindo Lemos Chemin, ressalta que apenas uma pequena parte da tarifa de energia é composta por valores gerenciáveis pelas concessionárias – impostos, encargos, tributos e custos regulados pela ANEEL compõem a maior parte. “Assumimos o compromisso de buscar melhores tarifas para os consumidores e fizemos tudo o que esteve ao nosso alcance para viabilizar esta redução inédita. O ganho real para o consumidor é enorme, chega a 10% se levarmos em conta a inflação. Muitas mudanças precisaram ser realizadas, mas hoje a Cocel está no mesmo patamar de gestão das grandes concessionárias” – completa Chemin.

    Efraim Pereira da Cruz, diretor da ANEEL, ressaltou que “a Cocel fez o trabalho de casa” e elogiou a decisão dos gestores em mudar a forma de compra de energia. Cruz destacou que é um grande passo para a concessionária, e que os resultados positivos serão percebidos por seus consumidores. Conforme a análise técnica da ANEEL, se a Cocel não tivesse migrado para o mercado livre o reajuste teria sido 3,4% positivo.

    A migração para o mercado livre de energia foi decisiva para a redução nas tarifas. Em 2018 a Cocel participou de leilão para compra de energia e encerrou o contrato com a Copel Distribuição – que foi a supridora da Companhia por 50 anos. Esta mudança é considerada um marco na gestão da Companhia, que vêm se destacando no cenário nacional pela qualidade do serviço prestado. Estamos trabalhando para alcançar a máxima eficiência no trabalho realizado, reduzindo custos e buscando redução da tarifa para os consumidores declara Carlos Conrado Krzyzanovski, diretor técnico da Cocel. Krzyzanovski, que é funcionário da Companhia desde 1996, lembra que a migração para o mercado livre já vinha sendo discutida na Cocel há muitos anos, e que a mudança foi concretizada após serem tomadas todas as precauções para garantir que traria benefícios para os consumidores.

    Menores reajustes e premiações

    Em 2018 a Cocel teve o menor reajuste tarifário do Paraná. Em 2019 o resultado foi ainda mais significativo: menor reajuste entre todas as concessionárias do país. A Companhia Campolarguense vem obtendo excelentes resultados também nos rankings promovidos pela agência reguladora, a ANEEL. Em 2018 recebeu dois Prêmios IASC (Índice ANEEL de Satisfação do Consumidor) – melhor concessionária de seu porte e a que mais cresceu no país. Em maio de 2019 foi a vez de receber o “Prêmio ANEEL de Ouvidoria”, sendo reconhecida como uma das três melhores Ouvidorias das concessionárias de mesmo porte no país.

                    25/06/2019

  • “Bandeira Verde” está em vigor no mês de junho

    “Bandeira Verde” está em vigor no mês de junho

    A bandeira tarifária verde volta a estar em vigor no mês de junho, conforme determinação da Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL. Não haverá cobrança adicional nas faturas de energia. Em 2019 apenas no mês de maio esteve em vigor a bandeira amarela, nos demais a bandeira verde – que sinaliza boas condições de geração de energia – esteve vigente.

    Como a cobrança é proporcional à data de leitura, nas faturas emitidas em junho é possível que ainda seja cobrado o saldo do adicional da bandeira amarela referente aos dias de consumo no mês de maio. Por exemplo, se a leitura será realizada no dia 10/06 o período de consumo da energia é compreendido entre os dias 10/05 e 10/06 (as datas de leitura são informadas na fatura). Como em maio a bandeira aplicada foi a amarela e em junho é a verde, a incidência do adicional das bandeiras para este consumidor será proporcional: 20 dias com adicional de bandeira amarela (R$0,015 por kWh) e 10 dias sem nenhum custo adicional. Sobre o adicional das bandeiras incidem os impostos ICMS, Pasep e Cofins.

    O Sistema de Bandeiras Tarifárias é totalmente regulamentado pela ANEEL e é válido para todos os estados que fazem parte do SIN. As distribuidoras de energia não possuem qualquer gerenciamento sobre o Sistema de Bandeiras Tarifárias – todo o valor arrecadado é repassado ao Ministério de Minas e Energia, através da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

    Fonte: site ANEEL
  • ANEEL determina aumento no valor das bandeiras tarifárias

    ANEEL determina aumento no valor das bandeiras tarifárias

    A Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL aprovou na terça-feira (21) novos valores para as bandeiras tarifárias e também mudanças na definição do risco hidrológico. A partir de 1º de junho, quando houver acionamento de bandeira amarela serão acrescidos R$ 1,50 para cada 100 kWh (quilowatts hora) consumidos. Já a bandeira vermelha no patamar 1 acrescenta R$ 4,00 a cada 100 kWh e a bandeira vermelha no patamar 2 acrescenta R$ 6,00 a cada 100 kWh consumidos – sem contar os impostos. Sobre as bandeiras tarifárias incidem ainda os impostos ICMS, Pasep e Cofins, que levam aos seguintes valores finais: R$ 2,30 a cada 100 kWh consumidos na bandeira amarela, R$ 6,11 a cada 100 kWh na bandeira vermelha no patamar 1 e R$ 9,11 a cada 100 kWh consumidos na bandeira vermelha no patamar 2.

    A medida atinge consumidores de todos os estados do país, com exceção de Roraima (que não faz parte do SIN – Sistema Integrado Nacional). O Sistema de Bandeiras Tarifárias é totalmente regulamentado pela ANEEL, as distribuidoras de energia não possuem qualquer gerenciamento sobre o Sistema de Bandeiras Tarifárias – todo o valor arrecadado é repassado ao Ministério de Minas e Energia, através da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

    O Sistema de Bandeiras Tarifárias tem o objetivo de sinalizar o custo real da energia gerada, buscando incentivar o consumidor a economizar energia nos períodos em que estiverem acionadas as bandeiras amarela ou vermelha. A definição sobre qual bandeira será acionada leva em consideração dois fatores: o risco hidrológico (nível dos reservatórios das hidrelétricas) e o custo da energia gerada.

                

    22/05/2019

  • Maio terá bandeira tarifária amarela

    Maio terá bandeira tarifária amarela

    A bandeira tarifária amarela estará em vigor no mês de maio, representando um acréscimo de R$ 0,015 para cada quilowatt-hora (kWh) consumido – já incluindo os impostos. Após cinco meses consecutivos com bandeira verde (sem cobrança adicional) o aumento do risco hidrológico levou a Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL a acionar a bandeira amarela, que representa condições menos favoráveis à geração de energia.

    Conforme divulgado pela ANEEL, maio é o mês de início do período seco nas principais bacias hidrográficas do Sistema Interligado Nacional (SIN). Risco hidrológico e preço da energia são as duas variáveis que determinam qual bandeira será acionada.

    O Sistema de Bandeiras Tarifárias é totalmente regulamentado pela ANEEL e é válido para todos os estados que fazem parte do SIN. As distribuidoras de energia não possuem qualquer gerenciamento sobre o Sistema de Bandeiras Tarifárias – todo o valor arrecadado é repassado ao Ministério de Minas e Energia, através da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

    Saiba mais sobre o sistema de bandeiras tarifárias clicando aqui.

    26/04/2019

  • Desligamentos programados para maio

    Desligamentos programados para maio

    Em função da necessidade de melhorias, ampliação e reforço na rede de distribuição,a Companhia Campolarguense de Energia – COCEL informa que o fornecimento de energia será interrompido nos seguintes locais, datas e horários:

    Atenção: Os serviços programados podem estar concluídos antes do horário previsto. Para a segurança dos consumidores, a COCEL alerta que eventuais reparos nas instalações elétricas internas e/ou equipamentos elétricos sejam feitos com a chave geral desligada e os aparelhos desconectados das tomadas – mesmo durante a interrupção do fornecimento.

    OBS.: Os serviços somente serão realizados caso as condições meteorológicas sejam favoráveis.

    *A COCEL orienta seus consumidores a manterem seus cadastros atualizados para que recebam os avisos de desligamentos programados por SMS e notificações no aplicativo para smartphones COCEL MOBILE.

    Atualize seu cadastro clicando aqui.

    Publicado em 23/04, atualizado em 13/05 e 20/05/2019.