Junho começa com a vigência da bandeira vermelha no primeiro patamar, sinalizando condições ruins para a geração de energia elétrica. É a primeira vez no ano em que a bandeira vermelha é acionada – os cinco primeiros meses foram de bandeira verde em vigor e maio teve a bandeira amarela. A Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL projeta uma redução na geração hidrelétrica em relação ao mês anterior, o que leva ao aumento nos custos da geração devido à necessidade de utilizar fontes de energia mais caras, como as termoelétricas.
No mês de junho, para cada quilowatt-hora consumido, serão acrescentados R$ 0,0446 na tarifa. Contando os impostos que incidem sobre a bandeira, o acréscimo chega a R$ 0,05556. A cobrança é proporcional à data de leitura/ emissão da fatura.
O Sistema de Bandeiras Tarifárias é totalmente regulamentado pela ANEEL, as distribuidoras de energia não possuem qualquer gerenciamento. Todo o valor arrecadado é repassado ao Ministério de Minas e Energia, através da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).
O Sistema foi criado em 2015 com o objetivo de sinalizar aos consumidores as condições e os custos de geração de energia. Apenas o estado de Roraima, que não está integrado ao Sistema Interligado Nacional (SIN), não é afetado pelas bandeiras tarifárias.
A partir de hoje (12/05) a Companhia Campolarguense de Energia – Cocel passa a utilizar a plataforma GEP Web (Gestão de Projetos Web) para receber projetos relacionados à micro e minigeração distribuída. O sistema é uma evolução do modelo anterior, com maior detalhamento das informações, proporciona maior segurança para os dados e ainda permite que os projetistas acompanhem todo o andamento do processo. A nova plataforma e também o manual de uso detalhado estão disponíveis na página oficial da Companhia: www.cocel.com.br.
Uma das principais mudanças da plataforma GEP Web em relação à versão anterior é a obrigatoriedade do cadastro prévio do responsável técnico dos projetos. Este cadastro precisa ser feito apenas uma vez por cada profissional e depende da aprovação da Cocel. Após a aprovação, o técnico ou engenheiro poderá submeter os projetos e acompanhar o andamento diretamente pela plataforma.
Todas as tratativas relacionadas aos projetos de geração distribuída passam a ser realizadas diretamente pelo GEP Web. Sempre que há qualquer alteração no andamento da análise, o projetista recebe automaticamente um e-mail informando sobre a mudança no status. Após a aprovação do projeto pela Cocel, será o próprio responsável técnico pela submissão do projeto quem fará a solicitação da vistoria no padrão de entrada para mudança do medidor.
Projetos submetidos até 11/05 serão analisados na plataforma antiga
Toda a tramitação dos projetos apresentados até 11/05 será realizada pela plataforma antiga (GEP), até o encerramento. Em caso de necessidade de reapresentação ou alteração de projetos, esta nova submissão será por meio da plataforma nova (GEP Web).
Norma Técnica da GD também foi atualizada
A Norma Técnica para acesso de micro e minigeração distribuída ao sistema da Cocel (NTC 031) também foi atualizada e já está em vigor. As mudanças adequaram a Norma à regulamentação vigente, especialmente à Resolução Homologatória nº 1000/2021 da Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL, entre outras mudanças. A Norma completa está disponível para consulta no site www.cocel.com.br.
Em Campo Largo, já são quase mil unidades com geração distribuída
Geração distribuída é o termo usado para definir as centrais geradoras com instalações conectadas diretamente no sistema elétrico de distribuição ou através de instalações de consumidores, podendo operar em paralelo ou de forma isolada. A energia pode ser gerada por diversas fontes, como solar (por meio de painéis fotovoltaicos), eólica ou hidráulica (usinas ou pequenas centrais hidrelétricas), por exemplo.
É considerada microgeração distribuída a central geradora com potência instalada de até 75 quilowatts (KW). Já a minigeração distribuída tem potência instalada entre 75 KW e 3 MW (podendo chegar a 5 MW em situações específicas). O número de instalações com micro e minigeração expandiu significativamente nos últimos anos, devido mudanças na regulamentação que passaram a permitir que o excedente de energia gerado seja transferido à rede de distribuição e utilizado como crédito nos meses seguintes.
Em Campo Largo são 985 unidades com geração distribuída – todas com geração por meio de painéis fotovoltaicos. Em todo o país, já são mais de 3.471.811 unidades consumidoras com geração distribuída – a absoluta maioria utilizando fonte solar (3.471.045 unidades). Os dados são disponibilizados no Portal de Dados Abertos da ANEEL.
Painéis fotovoltaicos instalados na UPA (imagem ilustrativa)
A Companhia Campolarguense de Energia – Cocel tornou a Unidade de Pronto Atendimento Dr. Attilio de Almeida Barbosa Junior (UPA 24h) autossuficiente em energia elétrica. Foram instalados 200 painéis fotovoltaicos, com capacidade de gerar até 145 mil quilowatts-hora (kWh) de energia limpa e sustentável por ano. Além de suprir toda a energia utilizada pela UPA, a energia excedente gerada ainda poderá ser compartilhada com outras unidades de saúde do município.
A maior parte dos equipamentos atualmente utilizados pela UPA já era eficiente, mas aqueles que não têm o Selo Procel foram substituídos pela Cocel. Com a substituição de lâmpadas, refrigeradores e condicionares de ar por modelos mais eficientes, a economia no consumo de energia será ainda maior. Com a geração de energia limpa e troca de equipamentos, a economia prevista é de 173 mil kWh por ano.
O projeto “Energia é Vida” faz parte do Programa de Eficiência Energética da Cocel, que segue as diretrizes e é fiscalizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL. O projeto foi integralmente custeado pela Companhia – investimento de R$ 550 mil. Além de promover a eficiência energética e estimular o uso de energia limpa e sustentável, a iniciativa da Cocel tem também o objetivo de reduzir os custos do município com energia – possibilitando que os recursos economizados sejam direcionados a outras ações de promoção da saúde.
Para registrar a conclusão do projeto, na manhã desta sexta-feira (07/03) representantes da Cocel realizaram a entrega técnica dos equipamentos à Secretaria Municipal de Saúde. Na ocasião, o diretor-presidente da Cocel, Rafael Rogiski, destacou que a Companhia busca investir em projetos que resultem em benefícios para toda a comunidade, contribuindo assim para o desenvolvimento do município. Além da importância do investimento em fonte de energia limpa e sustentável, a secretária municipal de saúde, Luiza Marochi Almeida, ressaltou que os valores economizados em energia poderão ser destinados a outros investimentos importantes para a saúde dos campo-larguenses.
Painéis fotovoltaicos instalados na UPARepresentantes da Cocel, da UPA e da Secretaria de Saúde na entrega técnica do projeto
Escolas já contam iluminação eficiente e geração de energia
Em 2021 a Cocel concluiu o projeto “Iluminando o saber com eficiência”, que proporcionou a substituição de lâmpadas e luminárias por modelos eficientes nas 35 escolas públicas municipais de Campo Largo e na Vila Olímpica Antônio Lacerda Braga. Além da substituição dos equipamentos, foi realizada a adequação técnica para que todas as salas de aula tenham a luminosidade adequada para a aprendizagem. Mais economia, mais eficiência e mais conforto para alunos e professores.
Salas de aula com luminárias eficientes e luminosidade adequada.
Também foram instalados painéis fotovoltaicos para geração de energia em cinco escolas e na Vila Olímpica. A economia de energia é de aproximadamente 270 mil KWh/ano. O projeto contribuiu para melhorar o espaço de aprendizagem, reduzir desperdícios e estimular novas ações voltadas à eficiência energética. Representantes de todas as escolas contempladas participaram de treinamento, possibilitando que o conhecimento seja transmitido aos estudantes – estimulando novas ações voltadas à eficiência energética.
Nos últimos anos a Cocel realizou doze projetos de eficiência energética – que incluem a substituição de equipamentos de famílias de baixa renda (refrigeradores e lâmpadas), “eficientização” em prédios públicos, ações educativas, entre outros. Mais de R$ 5 milhões já foram investidos.
No mês de março a bandeira tarifária verde continua vigente, sinalizando boas condições na geração de energia. É o quarto mês consecutivo sem cobrança adicional nas tarifas de energia. A Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL afirma que os níveis dos reservatórios de hidrelétricas melhoraram com o período chuvoso, tornando menos necessário o acionamento de termelétricas – que são mais caras.
Em 2024, a bandeira verde esteve vigente por oito meses. A bandeira amarela foi aplicada nos meses de julho e novembro, a bandeira vermelha no primeiro patamar em setembro e a bandeira vermelha no segundo patamar em outubro. Apenas o estado de Roraima, que não está integrado ao Sistema Interligado Nacional (SIN), não é afetado pelas bandeiras tarifárias.
O Sistema de Bandeiras Tarifárias é totalmente regulamentado pela ANEEL, as distribuidoras de energia não possuem qualquer gerenciamento. Todo o valor arrecadado é repassado ao Ministério de Minas e Energia, através da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).
O Sistema foi criado em 2015 com o objetivo de sinalizar aos consumidores as condições e os custos de geração de energia.
Pelo terceiro mês consecutivo a bandeira tarifária verde em vigor – sem cobrança adicional nas tarifas de energia. A Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL avalia que são boas as condições de geração de energia em todo o país. Conforme divulgado pela Agência, o volume de chuvas e as boas condições dos níveis dos reservatórios garantiram a bandeira verde para o mês.
Em 2024, a bandeira verde esteve vigente por oito meses. A bandeira amarela foi aplicada nos meses de julho e novembro, a bandeira vermelha no primeiro patamar em setembro e a bandeira vermelha no segundo patamar em outubro. Apenas o estado de Roraima, que não está integrado ao Sistema Interligado Nacional (SIN), não é afetado pelas bandeiras tarifárias.
O Sistema de Bandeiras Tarifárias é totalmente regulamentado pela ANEEL, as distribuidoras de energia não possuem qualquer gerenciamento. Todo o valor arrecadado é repassado ao Ministério de Minas e Energia, através da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).
O Sistema foi criado em 2015 com o objetivo de sinalizar aos consumidores as condições e os custos de geração de energia.
No mês de janeiro está em vigor a bandeira tarifária verde – sem cobrança adicional nas tarifas de energia. Conforme avaliação da Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL são boas as condições de geração de energia em todo o país.
Em 2024, a bandeira verde esteve vigente por oito meses. A bandeira amarela foi aplicada nos meses de julho e novembro, a bandeira vermelha no primeiro patamar em setembro e a bandeira vermelha no segundo patamar em outubro. Apenas o estado de Roraima, que não está integrado ao Sistema Interligado Nacional (SIN), não é afetado pelas bandeiras tarifárias.
O Sistema de Bandeiras Tarifárias é totalmente regulamentado pela ANEEL, as distribuidoras de energia não possuem qualquer gerenciamento. Todo o valor arrecadado é repassado ao Ministério de Minas e Energia, através da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).
O Sistema foi criado em 2015 com o objetivo de sinalizar aos consumidores as condições e os custos de geração de energia.
A Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL definiu que durante o mês de dezembro será acionada a bandeira verde – sem cobrança adicional nas tarifas de energia. Em novembro esteve vigente a bandeira amarela, por isso é importante lembrar que a aplicação da cobrança é proporcional à data de leitura/ emissão da fatura.
Conforme divulgado pela agência reguladora, houve “expressiva melhora nas condições de geração de energia no país”. A bandeira verde foi acionada após três meses com bandeiras amarela e vermelha em vigor. Apenas o estado de Roraima, que não está integrado ao Sistema Interligado Nacional (SIN), não é afetado pelas bandeiras tarifárias.
O Sistema de Bandeiras Tarifárias é totalmente regulamentado pela ANEEL, as distribuidoras de energia não possuem qualquer gerenciamento. Todo o valor arrecadado é repassado ao Ministério de Minas e Energia, através da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).
O Sistema foi criado em 2015 com o objetivo de sinalizar aos consumidores as condições e os custos de geração de energia.
Nesta segunda-feira (07) está sendo realizada a primeira etapa das provas da Olimpíada Nacional de Eficiência Energética (ONEE) 2024. São 916 alunos de escolas de Campo Largo participando, representando 5% do total de inscritos no Paraná. Realizada com o apoio da Companhia Campolarguense de Energia – Cocel, esta Olimpíada é voltada aos alunos e professores dos oitavos e nonos anos de escolas públicas e particulares – que participam de atividades e desafios com o tema eficiência energética.
Nas últimas semanas foram promovidas “blitze educativas” em dez colégios do município, divulgando a Olimpíada e compartilhando informações relacionadas ao consumo eficiente, diferentes fontes utilizadas para geração e combate ao desperdício de energia. A gestora do Programa de Eficiência Energética (PEE) da Cocel, Schirlei Cequinel Kotovicz, considera que o engajamento dos jovens é essencial para tratar sobre eficiência energética. “Este tema tão importante foi apresentado nas blitze com o auxílio de jogos interativos, mostrando aos alunos como o uso mais eficiente da energia pode fazer parte do dia-a-dia, que pequenas mudanças já fazem diferença e ainda como existe um campo de trabalho em expansão nesta área”, completa Kotovicz.
Alunos dos Colégios Profª. Albina Novak Muginoski (CAIC), Casemiro Karman, Acesso, San Marco, Darlei Adad, João XXIII, Macedo Soares, Otalípio Pereira de Andrade, Sagrada Família e São Francisco de Assis são os representantes de Campo Largo na Olímpiada. “A participação dos Colégios do município na Olimpíada está sendo um sucesso e somos extremamente gratos aos diretores e professores que aderiram ao projeto e estão tratando do uso da energia em sala de aula. Ficamos na torcida para que tenhamos um campeão ou uma campeã campo-larguense!” – declara o presidente da Cocel, José Arlindo Lemos Chemin.
A ONEE é uma realização da Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL e do Instituto ABRADEE, com recursos do PEE e com o apoio das distribuidoras de energia. Pela primeira vez está sendo realizada com a participação de todos os estados do país.
Todos os participantes receberão certificados e os alunos melhores classificados receberão medalhas. Para os campeões de cada estado a premiação é um notebook e a participação em cerimônia na sede da ANEEL, prevista para novembro. Os estudantes agraciados com medalhas de ouro, prata e bronze na ONEE estarão automaticamente classificados para a 2ª fase da Olimpíada Nacional de Ciências (ONC) do ano seguinte, sem a necessidade de participação na 1ª fase.
A Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL e o Instituto ABRADEE, com o apoio da Cocel e de outras concessionárias, estão realizando a Olimpíada Nacional de Eficiência Energética (ONEE) 2024. Esta Olimpíada é voltada aos alunos e professores dos oitavos e nonos anos de escolas públicas e particulares, que participam de atividades e desafios com o tema eficiência energética.
Todos os participantes receberão certificados e os alunos melhores classificados receberão medalhas. Para os campeões de cada estado a premiação é um notebook e a participação em cerimônia na sede da ANEEL, prevista para novembro. Os estudantes agraciados com medalhas de ouro, prata e bronze na ONEE estarão automaticamente classificados para a 2ª fase da Olimpíada Nacional de Ciências (ONC) do ano seguinte, sem a necessidade de participação na 1ª fase.
A competição visa engajar estudantes em atividades que promovam a eficiência energética e a sustentabilidade, além de incentivar a educação sobre o consumo consciente de energia. A competição é viabilizada através dos recursos do Programa de Eficiência Energética gerido pela ANEEL.
Na primeira fase os alunos participam de desafios em formato de games a serem resolvidos sobre o tema da olimpíada. E na 2ª fase são propostas questões objetivas sobre o assunto que devem ser resolvidas no aplicativo ou no site da ONEE. A Olimpíada oferece curso de formação gratuito para estudantes e professores que participarem do evento, que possui quatro módulos: “Consumo Eficiente da Energia Elétrica”, “Eficiência Energética dos aparelhos”, “Eficiência Energética e o desenvolvimento sustentável” e “Cuidados no uso da Energia Elétrica”.
Cronograma
Inscrições: até 04 de outubro
Formação de professores: 22 de julho a 05 de outubro
Provas e Desafios (FASE I e II): 07 a 12 de outubro
Resultado: 25/10
Evento de premiação em Brasília: novembro
Mais informações e inscrições: https://www.onee.org.br/
A Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL divulgou na noite de quarta-feira (04/09) uma atualização sobre a bandeira tarifária vigente no mês de setembro. A bandeira que havia sido definida como vermelha no patamar 2 na sexta-feira (30/09), mudou para vermelha no patamar 1. A bandeira vermelha sinaliza os níveis mais críticos para a geração de energia.
De acordo com a ANEEL, a mudança ocorre após a correção de informações que são responsabilidade do Operador Nacional do Sistema (ONS). Desde 2015, quando o sistema de bandeiras tarifárias foi instituído, é a primeira vez que ocorre a mudança da bandeira durante o mês por erro em informações. Os consumidores que tiveram faturas de energia emitidas entre os dias 02 e 04/09 serão ressarcidos da diferença do preço das bandeiras em até dois ciclos de faturamento (até a fatura de novembro).
Enquanto a bandeira vermelha no patamar 2 representa acréscimo de R$ 0,07877 nas tarifas para cada quilowatt-hora (kWh) consumido, a bandeira vermelha no patamar 1 acréscimo de R$ 0,04463 nas tarifas para cada quilowatt-hora (kWh) consumido. Somados os impostos que incidem sobre a bandeira, o acréscimo chega a R$ 0,05556 por kWh consumido. A cobrança do adicional nas tarifas vale para todo o Brasil, com exceção do estado de Roraima – que não está integrado ao Sistema Interligado Nacional (SIN).
O Sistema de Bandeiras Tarifárias é totalmente regulamentado pela ANEEL, as distribuidoras de energia não possuem qualquer gerenciamento sobre este Sistema – todo o valor arrecadado é repassado ao Ministério de Minas e Energia, através da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).
O Sistema foi criado em 2015 com o objetivo de sinalizar aos consumidores as condições e os custos de geração de energia.