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Tag: conta de luz

  • Em março, bandeira tarifária segue verde

    Em março, bandeira tarifária segue verde

    A Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL mantém o acionamento da bandeira tarifária verde para o mês de março. São 23 meses consecutivos com bandeira verde em vigor. Não há cobrança adicional nas tarifas de energia, devido às boas condições de geração.

    A bandeira verde está vigente desde 16/04/22 – é o maior período de acionamento consecutivo de uma mesma bandeira.

    O Sistema de Bandeiras Tarifárias é totalmente regulamentado pela ANEEL e é válido para todos os estados que fazem parte do Sistema Integrado Nacional (SIN). As distribuidoras de energia não possuem qualquer gerenciamento sobre este Sistema – todo o valor arrecadado é repassado ao Ministério de Minas e Energia, através da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

    O Sistema foi criado em 2015 com o objetivo de sinalizar aos consumidores as condições e os custos de geração de energia.

    26/02/2024

  • Em fevereiro, bandeira tarifária segue verde

    Em fevereiro, bandeira tarifária segue verde

    A Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL mantém o acionamento da bandeira tarifária verde para o mês de fevereiro. São 22 meses consecutivos com bandeira verde em vigor. Não há cobrança adicional nas tarifas de energia, devido às boas condições de geração.

    A bandeira verde está vigente desde 16/04/22 – é o maior período de acionamento consecutivo de uma mesma bandeira.

    O Sistema de Bandeiras Tarifárias é totalmente regulamentado pela ANEEL e é válido para todos os estados que fazem parte do Sistema Integrado Nacional (SIN). As distribuidoras de energia não possuem qualquer gerenciamento sobre este Sistema – todo o valor arrecadado é repassado ao Ministério de Minas e Energia, através da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

    O Sistema foi criado em 2015 com o objetivo de sinalizar aos consumidores as condições e os custos de geração de energia.

    31/01/2024

  • ICMS na tarifa de energia sobe de 18% para 19% a partir de março

    ICMS na tarifa de energia sobe de 18% para 19% a partir de março

    A alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) subirá de 18% para 19% para todas as tarifas de energia no Paraná. A mudança foi aprovada pelos deputados estaduais durante sessão realizada em 12/12/2023, a Lei 21.850 foi sancionada pelo governador Ratinho Junior e publicada no Diário Oficial em 14/12/2023.

    A nova alíquota será aplicada a partir de 14/03/2024.

    O ICMS é o imposto que tem maior impacto sobre o valor final da fatura paga pelos consumidores. O valor integral do imposto cobrado nas faturas é pago pelas concessionárias ao Governo do Estado.

    Até 2022, alíquota do ICMS era de 29% 

    Em junho de 2022 houve uma redução drástica na alíquota do ICMS – de 29% para 18%, atendendo a Lei Complementar 194/22, que alterou o Código Tributário Nacional. O novo texto passou a considerar bens e serviços essenciais os relativos aos combustíveis, à energia elétrica, às comunicações e ao transporte coletivo e proibiu a cobrança de impostos para estes serviços em alíquotas superiores às cobradas aos demais produtos e serviços essenciais.

    Na prática, a lei estabeleceu um teto de 18% para a alíquota do ICMS cobrada na fatura de energia (teto alterado em 2023 para 19%).

    Foto: Divulgação ALEP.

  • Cocel tem a menor tarifa do Brasil

    Cocel tem a menor tarifa do Brasil

    O ano de 2023 marca uma importante conquista para toda a equipe da Cocel e para todos os consumidores campo-larguenses!

    A tarifa aplicada pela Companhia Campolarguense para todas as residências é a menor entre as concessionárias de todo o país! Desde junho, quando o último reajuste da Cocel foi aprovado pela ANEEEL, a Cocel já tinha a menor tarifa do Paraná. Com os processos de reajustes de todas as concessionárias encerrados, os campo-larguenses passaram a pagar a menor tarifa de todo o país.

    Nos últimos anos foram realizadas diversas mudanças na administração da Companhia, que possibilitaram este resultado. O maior destaque nas ações em busca de uma gestão mais eficiente é a compra de energia por meio de leilões. Este foi um marco para a Companhia, representou o fim do contrato com a antiga supridora – a Copel Distribuição, e teve como objetivo principal reduzir o valor final de tarifa pago pelos consumidores. Desde junho de 2019 a energia distribuída pela Cocel é comprada por meio de leilão. Em 2018 a Companhia participou do primeiro leilão e em 2023 do segundo.

    O ranking completo das tarifas está disponível para consulta no site da Aneel:
     
     
    08/01/2024
  • Dezembro segue com Bandeira verde

    Dezembro segue com Bandeira verde

    São 20 meses consecutivos de bandeira verde em vigor, sem cobrança adicional.

    A Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL mantém o acionamento da bandeira tarifária verde no mês de dezembro de 2023. Não há cobrança adicional nas tarifas de energia, devido às boas condições de geração. A bandeira verde está vigente desde 16/04/22 – é o maior período de acionamento consecutivo de uma mesma bandeira.

    O Sistema de Bandeiras Tarifárias é totalmente regulamentado pela ANEEL e é válido para todos os estados que fazem parte do Sistema Integrado Nacional (SIN). As distribuidoras de energia não possuem qualquer gerenciamento sobre este Sistema – todo o valor arrecadado é repassado ao Ministério de Minas e Energia, através da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

    O Sistema foi criado em 2015 com o objetivo de sinalizar aos consumidores as condições e os custos de geração de energia.

    29/11/2023

  • Mais de 9 mil faturas da Cocel já foram pagas por PIX

    Mais de 9 mil faturas da Cocel já foram pagas por PIX

    No mês de maio a Companhia Campolarguense de Energia – Cocel disponibilizou a opção para os consumidores realizarem o pagamento das faturas por pix. Mais de 9 mil faturas já foram pagas via pix e a tendência é de crescimento. Enquanto o pagamento realizado em outros agentes arrecadadores pode demorar até dois dias úteis para ser compensado para a concessionária, com o pix a compensação ocorre em poucos minutos. Inicialmente a opção era disponível apenas para as faturas digitais, mas desde junho o QR Code para pagamento por pix está disponível em todas as faturas da Cocel.

    Para garantir a segurança no pagamento, é importante a conferência da tela de revisão oferecida pelos aplicativos das instituições bancárias. O pix é destinado à “Companhia Campolarguense de Energia Cocel” e o cliente pode verificar o CNPJ da empresa, o número da unidade consumidora, mês de faturamento e valor da fatura que está sendo paga.

    De acordo com dados do Banco Central, em 2022, dois anos após o lançamento, o pix se consolidou como o meio de pagamento mais usado pelos brasileiros – ultrapassando as transações realizadas por DOC, TED, operações com cartões de crédito e de débito.

    Recebimento da fatura por e-mail possibilita que todo o processo seja digital

    Os consumidores da Cocel podem optar por receber as faturas diretamente por e-mail e desta forma reduzir a utilização de papel e evitar o risco de extravios. Para solicitar o recebimento de faturas por e-mail, o titular da fatura pode entrar em contato com a Companhia por um dos canais de atendimento.

    Canais de atendimento da Cocel:

    ????Aplicativo Cocel Mobile (gratuito, disponível para Android e iOS)

    ????Whatsapp para (41) 99123-2121

    ☎️Ligação gratuita para 0800-7262121

    ????Agência virtual em www.cocel.com.br

    ????E-mail para atendimento@cocel.com.br

    ????Atendimento presencial na Rua Rui Barbosa, 520 – Centro (de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h30, exceto feriados).

    25/08/2023

  • ANEEL realiza consulta pública sobre redução das tarifas das bandeiras

    ANEEL realiza consulta pública sobre redução das tarifas das bandeiras

    A Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL iniciou processo de consulta pública para discutir a redução dos valores de referência das Bandeiras Tarifárias. A proposta da agência reguladora é para reduzir em 37% a tarifa da bandeira amarela, em 31% a tarifa da bandeira vermelha no primeiro patamar e em 20% a tarifa da bandeira vermelha no segundo patamar.

    De acordo com a ANEEL, a proposta de redução ocorre “devido ao cenário hidrológico favorável, à grande oferta de energia renovável no país e aos alívios verificados no preço dos combustíveis fósseis no mercado internacional”.

    Os interessados podem enviar contribuições no período de 23/08 a 06/10/23 para o e-mail cp026_2023@aneel.gov.br.

    Fonte: ANEEL

    Em 2022, tarifa da bandeira vermelha subiu 63,7%

    A última revisão nos valores das tarifas de Bandeiras Tarifárias ocorreu em junho de 2022, com a publicação da Resolução Homologatória ANEEL nº 3.051/2022. Na época, as tarifas das Bandeiras Tarifárias foram reajustadas em 59,9% (amarela), 63,7% (vermelha no primeiro patamar) e 3,2% (vermelha no segundo patamar).

    A revisão de 2022 foi tema da Consulta Pública 12/2022 realizada pela agência reguladora no período de 14/04 a 04/05/22. Os valores aprovados foram ligeiramente maiores que os inicialmente propostos pela ANEEL na abertura da Consulta Pública. De acordo com a ANEEL, os reajustes foram afetados pelo aumento nos custos de geração de energia e pela correção monetária pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – que aumentou 10,06% em 2021.

    Fim da bandeira de escassez hídrica

    Em 2022 não houve aprovação/ divulgação de valores para a “bandeira de escassez hídrica” e em 2023 ela também não é citada na Consulta Pública.

    A bandeira de escassez hídrica foi criada em agosto de 2021, representando condições ainda mais críticas de geração de energia que as sinalizadas pela bandeira vermelha no segundo patamar e representando uma cobrança adicional de R$ 0,14 para cada quilowatt-hora consumido. Como incidem impostos e tributos sobre este valor (como o ICMS), a cobrança adicional chegou aos R$ 0,21 para cada kWh consumido – impactando significativamente o valor final da fatura paga pelos consumidores.

    A bandeira tarifária de escassez hídrica esteve vigente entre 1º de setembro de 2021 a 15 de abril de 2022, afetando todos os consumidores do mercado cativo das distribuidoras que integram o SIN – Sistema Interligado Nacional.

    A bandeira de escassez hídrica foi criada por determinação da Câmara de Regras Excepcionais para Gestão Hidroenergética (CREG) – órgão criado em 28/06/21 pelo Governo Federal por meio de edição da Medida Provisória 1055/2021. O CREG teve o objetivo de estabelecer medidas emergenciais para a otimização do uso dos recursos hidroenergéticos e enfrentamento da situação de escassez hídrica que afetou diversos estados do país entre 2021 e 2022 – considerada a pior em 91 anos.

    Bandeira verde está vigente há 16 meses

    A ANEEL manteve o acionamento da bandeira tarifária verde no mês de agosto de 2023. Não houve cobrança adicional nas tarifas de energia, devido às boas condições de geração. A bandeira verde está vigente desde 16/04/22 – é o maior período de acionamento consecutivo de uma mesma bandeira.

    Conforme divulgação realizada pela agência reguladora, o cenário de geração de energia é bastante favorável e “a ANEEL mantém o posicionamento de que é bastante provável que haja bandeira verde em todo o ano de 2023, a julgar pelos dados disponíveis que permitem a atualização permanente de projeções de acionamento das bandeiras tarifárias”.

    O Sistema de Bandeiras Tarifárias é totalmente regulamentado pela ANEEL e é válido para todos os estados que fazem parte do Sistema Integrado Nacional (SIN). As distribuidoras de energia não possuem qualquer gerenciamento sobre este Sistema – todo o valor arrecadado é repassado ao Ministério de Minas e Energia, através da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

    25/08/2023

  • Subsídios na tarifa de energia ultrapassam R$ 20 bilhões

    Subsídios na tarifa de energia ultrapassam R$ 20 bilhões

    De acordo com o “Subsidiômetro”, ferramenta disponibilizada pela ANEEL que detalha os subsídios incluídos na tarifa de energia, já são mais de R$ 20,45 bilhões pagos pelos consumidores em 2023 somente em subsídios. Os subsídios consistem em políticas públicas criadas por meio de leis e decretos expedidos pelo Congresso Nacional e o Governo, portanto, não definidas pela ANEEL – a quem compete calcular os valores e incluir nos processos tarifários das distribuidoras de energia.

    A Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), que reúne a maior parte dos subsídios, dobrou seu orçamento nos últimos cinco anos, passando de R$ 15,99 bilhões, em 2017, para R$ 32,10 bilhões em 2022. A CDE é gerida pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) – responsável, entre outros, pelo recebimento dos valores, o pagamento aos beneficiados, a avaliação do orçamento anual e a apuração de eventuais saldos e déficits que são considerados no ano subsequente. 

    A previsão é que esta conta chegue a R$ 35 milhões até o final do ano, representando um crescimento de 9% em relação a 2022. Em média, os subsídios representam 13,44% da tarifa do consumidor residencial no Brasil. Entre os subsídios presentes na tarifa de energia elétrica, estão: 

    • Conta de Consumo de Combustíveis (CCC):

    Visa a subsidiar os custos de geração de energia em sistemas isolados, que não foram conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN), como regiões isoladas da Amazônia. 

    •  Fonte incentivada:

    É o resultado da redução da tarifa paga pelos geradores e pelos consumidores que adquirem energia oriundas de geração de pequenas centrais hidrelétricas, solar, eólica, biomassa e cogeração. 

    •  Geração Distribuída:

    O consumidor que instala sistema de micro ou minigeração distribuída deixa de arcar com a parcela dos custos associados à energia compensada (energia injetada na rede que posteriormente é utilizada para abater o consumo). Grande parte dos custos não arcados pelo consumidor com geração distribuída são repassados aos demais consumidores, por meio dos processos tarifários. A outra parcela se reflete em queda de receita das distribuidoras locais.

    • Tarifa Social:

    Concessão de descontos de até 65% na tarifa de energia às famílias de baixa renda.

    Subsídio à geração distribuída ultrapassa da Tarifa Social

    Tem destaque o crescimento de valores pagos como subsídio para geração distribuída (GD), que já ultrapassa o subsídio da Tarifa Social. São mais de R$ 2,3 bilhões pagos em subsídios para GD em 2023, enquanto para Tarifa Social são mais de R$ 2,7 bilhões. Diversos agentes do setor elétrico consideram o subsídio à GD uma política de “Hobin Hood às avessas”, no sentido de que todos os consumidores pagam para beneficiar aqueles que instalaram sistemas de geração.

    A ABRADEMP (Associação Brasileira das Distribuidoras de Energia de Menor Porte) e a ABRADEE (Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica) são exemplos de associações que se manifestam contrárias a este subsídio, considerando que onera a fatura de energia. A declaração abaixo faz parte de entrevista do presidente da ABRADEE, Marcos Madureira, concedida ao jornal Folha de S. Paulo:

    “Quando verificamos o significado da palavra subsídio nos deparamos com a seguinte definição: ‘auxílio financeiro oferecido com o objetivo de ajudar pessoas ou organizações que passam por dificuldades. Valor em dinheiro que o governo estabelece ou subscreve para certas atividades, com o objetivo de fazer com que os preços dos produtos se mantenham baixos, estimulando as exportações do país’.

    O subsídio ou incentivo, portanto, implica ajuda material transitória feita com dinheiro do governo. O problema, especialmente no setor elétrico, é o fato de que incentivos transitórios tendem a se perenizar. E, pior, perenizam-se pagos diretamente pelos consumidores, com pouca ou nenhuma contribuição de recursos do orçamento público.

    Trago essa reflexão em um momento em que se discute a permanência de incentivos para a Geração Distribuída no Brasil, a GD. São fortes as reações, tanto do lado dos que defendem os subsídios como daqueles que acham que já cumpriram seu papel e sua manutenção é não apenas desnecessária como arriscada.

    A Abradee (Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica) tem firmemente se colocado no segundo grupo. Ao nosso ver, a manutenção dos subsídios à geração distribuída de energia —especialmente a solar, pois a eólica não a reivindica— não tem mais razão de existir no sistema elétrico brasileiro. Se for provado que a manutenção dos subsídios é vital por impactos positivos sentidos fora do setor elétrico, como geração de empregos e redução de emissões de carbono, é crucial que sejam mantidos, então, por outra fonte que não o bolso dos consumidores de energia elétrica.”

    “Somos favoráveis à microgeração distribuída, mas achamos que ela deve crescer de forma saudável, sem causar impacto aos demais consumidores”.

    Rogério Zimmermann Döering – presidente da ABRADEMP

     

    Fontes:

    ANEEL (https://www.gov.br/aneel/pt-br)

    ABRADEE (https://abradee.org.br/o-peso-dos-subsidios-nas-tarifas-de-energia-eletrica/)

    ABRADEMP (http://www.abrademp.com.br/lista-informativo.php?id=13)

    25/08/2023

  • Atendimento itinerante estará no Itambezinho em 13/07

    Atendimento itinerante estará no Itambezinho em 13/07

    A comunidade do Itambezinho receberá o atendimento itinerante das equipes da Companhia Campolarguense de Energia – Cocel e da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social no dia 13/07 (quinta-feira). Os moradores da região podem solicitar serviços como cadastros e recadastros na Tarifa Social, mudanças de titularidade, parcelamentos, ligações novas, manutenção da iluminação pública, entre outros. O atendimento será na Escola Municipal Luiz Rivabem, das 9h às 14h.

    Mesmo que todas as demandas dos consumidores da Cocel podendo ser tratadas diretamente pelos canais virtuais, o atendimento itinerante tem o objetivo de proporcionar mais conforto aos consumidores que têm dificuldade na utilização ou no acesso aos canais como site e Whatsapp e também àqueles que têm acesso aos demais canais, porém preferem o atendimento pessoal.

    O atendimento itinerante é realizado em parceria com a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e conta com o apoio de escolas e da comunidade – que cedem o espaço para a ação.

    07/07/2023

  • Cocel passa a ter a menor tarifa do Paraná

    Cocel passa a ter a menor tarifa do Paraná

    ANEEL aprova reajuste nas tarifas de energia em Campo Largo

    A Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL aprovou hoje (27) as novas tarifas a serem aplicadas pela Companhia Campolarguense de Energia – Cocel. O efeito médio do reajuste, considerando as tarifas aplicadas para consumidores atendidos em alta e baixa tensão, é de -3,89%. Para os consumidores residenciais, o reajuste é de 3,30%. As novas tarifas entram em vigor em 29/06/23.

    Desde o início de 2022 a Cocel tem tarifas iguais ou menores que as aplicadas pela Copel Distribuição, com o reajuste aprovado nesta terça-feira a Companhia Campolarguense passa a ter as menores tarifas de todo o Paraná e uma das menores do país. Em Campo Largo, a tarifa residencial fica 7,13% menor que a do restante do Estado. Nas tarifas da alta tensão, a diferença chega a 53%.

    Para as indústrias e comércios atendidos em alta tensão, onde o valor da tarifa aplicada varia conforme o contrato e o horário de utilização, a redução nas tarifas chega a 24%. O efeito médio do reajuste nas tarifas da alta tensão é de – 14,42%.

    O presidente da Cocel, José Arlindo Lemos Chemin, destaca que a Companhia vem realizando mudanças significativas na gestão nos últimos anos – “hoje a Cocel trabalha como as grandes concessionárias, comprando energia por meio de leilões, investindo em melhorias que proporcionam maior eficiência aos processos”, afirma.