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Tag: conta de luz

  • Fim do horário de verão muda também o “horário de ponta”

    Fim do horário de verão muda também o “horário de ponta”

    À zero hora de domingo, 18/02, os relógios devem ser atrasados em uma hora. O horário de verão estava em vigor desde 15 de outubro do ano passado em dez estados das regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Distrito Federal. A mudança tem o objetivo de reduzir o consumo de energia nos horários de pico de consumo, promovendo a maior utilização da luz natural.

    Com o final do horário de verão o “horário de ponta” volta a ser calculado no período compreendido entre 18h e 21h. Consumidores com fornecimento de energia em alta tensão e consumidores que optaram pela “tarifa branca” pagam valores diferenciados de tarifas de acordo com o horário de utilização e devem ficar atentos à mudança. Para os consumidores com fornecimento em baixa tensão (residências e maior parte do comércio), com faturamento convencional, o horário de uso da energia não interfere na tarifa aplicada.

    16/02/2018

  • Bandeira verde é mantida em fevereiro

    Bandeira verde é mantida em fevereiro

    A Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL divulgou na sexta-feira (26) que no mês de fevereiro continuará em vigor a bandeira verde – com esta opção não há cobrança adicional da fatura dos consumidores. As condições favoráveis de geração de energia possibilitaram a manutenção da bandeira, mas a agência reguladora ressalta que é importante manter o combate ao desperdício de energia elétrica.

    Em 2017 a bandeira verde esteve em vigor nos meses de janeiro, fevereiro e junho. Março, julho e setembro tiveram bandeira amarela – já com cobrança adicional na fatura de energia. Os outros seis meses de 2017 foram de bandeira vermelha – quando as condições para geração de energia são críticas e o valor da cobrança adicional é maior.

    O sistema de bandeiras tarifárias é totalmente gerenciado pela ANEEL e todo o valor arrecadado é repassado à agência reguladora – nenhuma parte fica com a concessionária. O sistema tem o objetivo de sinalizar o custo real da energia gerada para que os consumidores economizem nos períodos de condições desfavoráveis de geração. O sistema elétrico brasileiro é totalmente interligado (forma o SIN – Sistema Interligado Nacional), por isso condições adversas na geração de energia em algumas regiões podem afetar todos os estados.

    A matriz energética do país é composta essencialmente por hidrelétricas (que têm custo de geração menor, porém a produção é afetada quando há falta de chuvas). Em períodos em que as hidrelétricas não suprem toda a demanda são acionadas as termelétricas (com custo de geração muito maior).

    bandeira tarifária verde logomarca da ANEEL

    29/01/2018

  • Cocel é finalista em 2 categorias de premiação promovida pela ANEEL que reconhece as melhores distribuidoras

    Cocel é finalista em 2 categorias de premiação promovida pela ANEEL que reconhece as melhores distribuidoras

    Companhia está entre as 3 melhores concessionárias de energia de seu porte e entre as 6 com maior crescimento em todo o país.

    A Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL divulgou na quinta-feira (11) a relação das empresas finalistas do Prêmio IASC 2017 – o Índice ANEEL de Satisfação do Consumidor, que já está em sua 18ª edição. A Companhia Campolarguense de Energia – Cocel é finalista em duas categorias: “concessionárias com mais de 30 mil e menos de 400 mil unidades consumidoras” e “maior crescimento”.

    É a primeira vez que a Cocel é uma das finalistas, demonstrando que a grande mudança na gestão que ocorreu no ano passado está trazendo resultados positivos. Em 2016 a Companhia foi classificada no IASC como uma das 10 piores concessionárias do país – pior resultado da história. O diretor presidente da Cocel, José Arlindo Lemos Chemin, ressalta que a evolução da Companhia é resultado de uma série de melhorias que foram implantadas durante todo o ano de 2017, com administração voltada a estreitar o relacionamento com os consumidores e a buscar a maior qualidade possível no fornecimento de energia. “Assumimos uma das piores empresas do país, de acordo com a avaliação da ANEEL, continuamos com os mesmos funcionários, mesmo orçamento, mas conseguimos melhores resultados mudando completamente a gestão da empresa” – declara Chemin.

    Às vésperas de completar 50 anos, a Cocel vive um momento de transformação. As ações de 2017 colocaram a Companhia entre as seis concessionárias do país que tiveram maior crescimento e entre as três melhores concessionárias com mais de 30 mil e menos de 400 mil unidades consumidoras. Investimentos em melhoria e manutenção preventiva na rede de distribuição foram um dos destaques, e resultaram na redução de interrupções do fornecimento. “Passamos a analisar criticamente quais eram os pontos da rede que mais tiveram problemas, para assim podermos realizar correções certeiras, investimento onde efetivamente era mais necessário”, conta o diretor. A empresa também apostou na ampliação dos canais de comunicação para satisfazer os consumidores: lançou o aplicativo Cocel Mobile, a nova Agência Virtual, ampliou o horário de teleatendimento e passou a utilizar as redes sociais para divulgar suas ações.

    O IASC é divulgado pela ANEEL desde 2000, e desde 2002 as melhores distribuidoras são premiadas. O índice retrata o grau de satisfação do consumidor em relação à qualidade dos serviços prestados pelas distribuidoras e tem o propósito de estimular a busca pela melhoria contínua. As 96 distribuidoras do país participam desta concorrência (sendo 58 concessionárias e 38 permissionárias).

    12/01/2018

     

  • Tarifa Branca é nova opção para consumidores de energia

    Tarifa Branca é nova opção para consumidores de energia

    As ligações novas e as já existentes que tenham média mensal de consumo superior a 500 quilowatts-hora (kWh) no último ano poderão optar pela “tarifa branca” no cálculo da fatura de energia elétrica. Nesta opção são três diferentes valores de tarifas aplicadas conforme o horário de utilização da energia. Quem conseguir deslocar o consumo para o período fora do “horário de ponta” poderá reduzir o valor da fatura. Já no “horário de ponta”, quando a demanda é maior em todo o país, a energia é fica mais cara.

    A cobrança é dividida em três patamares, conforme o horário de utilização:

    • Ponta: das 18h às 21h (energia mais cara)
    • Intermediária: das 17h às 18h e das 21h às 22h (energia mais cara)
    • Fora de ponta: das 22h às 17h (energia mais barata)

    Durante a vigência do horário brasileiro de verão os horários passam a ser os seguintes:

    • Ponta: das 19h às 22h (energia mais cara)
    • Intermediária: das 18h às 19h e das 22h às 23h (energia mais cara)
    • Fora de ponta: das 23h às 18h (energia mais barata)infográfico sobre os horários da tarifa branca

    Com a tarifa branca, o valor do kWh consumido fora do horário de ponta é cerca de um terço menor que o valor do kWh na tarifa convencional. Já no horário de ponta, o valor do kWh é 2 vezes e meia maior que na tarifa convencional. Utilizando a tarifa residencial aplicada pela Companhia Campolarguense de Energia – Cocel como exemplo, os valores são os seguintes:

    Tarifa Residencial (em R$, por kWh, contando os impostos)

    Tarifa Convencional

    Tarifa Branca

    0,82551 Ponta 2,03
    Intermediária 0,8297
    Fora da ponta 0,5886

    Antes de solicitar a mudança é importante que o consumidor analise os hábitos de consumo de sua residência, estabelecimento comercial, indústria ou unidade de produção rural – se grande parte do consumo de energia ocorrer no período de ponta ou intermediário a fatura pode ficar mais cara com a tarifa branca, neste caso vale a pena continuar com a tarifa convencional (que tem valor único, independentemente do horário de utilização).

    O diretor técnico da Cocel, Carlos Conrado Krzyzanovski, ressalta que para que a tarifa branca resulte em economia para os consumidores é necessário ter muita disciplina no horário de utilização dos equipamentos elétricos. “A energia utilizada no horário de ponta fica muito mais cara, por isso o consumo neste período deve ser reduzido ao máximo. Todos na família devem estar cientes que nenhum equipamento deve ser utilizado entre 17h e 22h (ou entre 18h e 23h no horário de verão) para que a economia seja efetiva. A redução na tarifa depende exclusivamente do consumidor”, completa Krzyzanovski.

    Na maior parte das residências os equipamentos que consomem mais energia são chuveiro, secadoras de roupa, condicionadores de ar e aquecedores. Quanto maior a potência (medida em watts) do equipamento, maior seu consumo. Krzyzanovski orienta os consumidores a sempre verificar a potência de cada equipamento antes da instalação, pois a variação do consumo entre diferentes modelos pode ser muito grande. Como exemplo, ele cita a geladeira – que tem modelos com potência de 40 a 400 W. “Para quem optar pela tarifa branca o uso dos equipamentos de maior potência deve ser totalmente banido dos horários de ponta e intermediário”, acrescenta o diretor.

    Atualmente apenas ligações novas e unidades consumidoras com consumo médio mensal superior a 500 kWh podem optar pela tarifa branca. A partir de 01/01/2019 os consumidores com média superior a 250 kWh também poderão aderir e em 2020 a opção estará disponível para todos os consumidores. As exceções são consumidores cadastrados com a Tarifa Social da Energia Elétrica e unidades consumidoras de iluminação de condomínios. Todos os procedimentos relacionados à tarifa de energia são regulamentados pela Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL.

    Como fazer o cadastro na tarifa branca

    O titular da unidade consumidora que atende aos critérios para migração para tarifa branca deve comparecer à sede da Cocel portando documento de identificação oficial com foto para protocolar o pedido. Para solicitar a mudança de unidades consumidoras jurídicas é necessário que um dos sócios compareça à Companhia e apresente, além do documento pessoal, contrato social atualizado da empresa.

    No prazo máximo de 30 dias o medidor de consumo será trocado por um modelo que mede conforme a faixa de horário e a próxima fatura a ser emitida será calculada conforme a nova modalidade tarifária. Os valores cobrados por cada faixa de horário são discriminados na fatura. A qualquer momento o consumidor poderá solicitar o retorno para a tarifa convencional, porém neste caso somente optar novamente pela tarifa branca após 180 dias.

    infográfico tarifa branca

    A Cocel fica na Rua Rui Barbosa, 520 – Centro. O atendimento ao público é realizado de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h30.

    03/01/2018

     

  • Cocel passa a utilizar SMS na comunicação com seus consumidores

    Cocel passa a utilizar SMS na comunicação com seus consumidores

    A Cocel adotou mais uma ferramenta para melhorar a comunicação com seus consumidores. Na última semana de outubro a Companhia passou a enviar avisos comerciais por sms (mensagens de celular), com o objetivo de oferecer aos consumidores mais uma oportunidade de receber informações importantes, como datas de vencimento e leitura.

    Nesta primeira etapa do projeto estão sendo enviados avisos sobre risco de suspensão por inadimplência, quando o prazo máximo para quitação da fatura já expirou. Em uma semana de uso da nova ferramenta o resultado já foi significativamente positivo: cerca de 30% das suspensões que estavam previstas foram evitadas.

    Nas próximas etapas do projeto passarão a ser enviados avisos sobre vencimento das faturas, previsão de realização de leitura, sobre conclusão dos serviços solicitados e ainda informações sobre desligamentos não programados.

    Os avisos de desligamentos que são programados para realização de obras de melhoria na rede de distribuição de energia já eram enviados pela Cocel por sms. Com a nova ferramenta os consumidores serão avisados também caso os desligamentos programados sejam cancelados ou reagendados. Os avisos são enviados ainda por e-mail e por notificação no aplicativo Cocel Mobile.

    Melhorar a comunicação com os consumidores é prioridade para a Cocel

    Desde o início do ano diversas melhorias nos canais de comunicação da Cocel foram realizadas. Em janeiro a Cocel passou a utilizar a rede social Facebook para divulgação de avisos e informações sobre uso da energia elétrica com segurança e eficiência, obras realizadas, entre outros temas relacionados à energia.

    Em abril a Agência Virtual foi totalmente remodelada, ficando mais simples e prática de ser utilizada para consultas, impressões de segundas vias e solicitações de serviços. Em junho foi lançado o aplicativo Cocel Mobile, ferramenta que permite o gerenciamento das faturas e solicitação de serviços diretamente através dos smartphones. O aplicativo é gratuito e disponível para sistemas Android e iOS. Em julho foi implantado um terceiro turno para o teleatendimento, que passa a ter atendimento humanizado até meia noite, de segunda-feira a sábado.

    propaganda do aplicativo Cocel Mobile

    Manter o cadastro atualizado é essencial

    Para que a comunicação seja eficiente é necessário que os consumidores mantenham seus cadastros atualizados. A atualização de telefones e e-mails pode ser realizada através do aplicativo Cocel Mobile, da Agência Virtual disponível no site www.cocel.com.br, do teleatendimento (0800 726 2121 – ligação gratuita) ou ainda na sede da Companhia localizada na Rua Rui Barbosa, 520 – Centro.

    Atualize seu cadastro clicando aqui.

    *Texto publicado em 10/11/17 e editado em 25/05/18.

  • Aumento no custo da transmissão provoca aumento na conta de luz, resultados da reestruturação da empresa serão percebidos nos próximos anos

    Aumento no custo da transmissão provoca aumento na conta de luz, resultados da reestruturação da empresa serão percebidos nos próximos anos

    Entraram em vigor no dia 29/06 as novas tarifas da Cocel. Os valores são determinados pela Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL, que leva em consideração os custos e investimentos realizados pela concessionária no último ano. Na média, levando em consideração as diferentes classes de consumo e o tipo de fornecimento, o reajuste será de 13,34%. Os serviços regulamentados pela ANEEL, como religações e vistorias, também tiveram os valores atualizados.

    O fator determinante para o aumento na tarifa foi o preço do transporte de energia – que cresceu 70,86% no último ano. Este aumento reflete as mudanças provocadas pela Lei Federal 12.783/13, aprovada pela então presidente Dilma Rousseff. Na época, as tarifas de energia foram artificialmente reduzidas com base na redução de pagamentos de usinas e linhas de transmissão. A indenização às transmissoras começa a ser paga agora. No início de 2017 a ANEEL aprovou a metodologia da remuneração das transmissoras – que devem receber R$62,2 bilhões no prazo de oito anos. O custo deste pagamento devido às transmissoras será rateado entre todos os consumidores do país e varia conforme o mercado de cada concessionária.

    Falta de investimentos causou impacto maior para a Cocel

    Dos 13,34% de reajuste, 6,06% são causados pelo aumento dos custos com a transmissão. O impacto deste custo na tarifa da Cocel foi maior que na tarifa de outras concessionárias porque a Companhia atualmente recebe energia em tensões mais baixas – o que encarece o transporte da energia.

    Em 2015 a Companhia adquiriu a subestação DCL (localizada na Rondinha), mas não foram realizados investimentos para que a subestação pudesse ser totalmente aproveitada. Se passasse a receber energia em tensão mais alta a compra de energia e os custos de transmissão seriam mais baixos.

    Resultados da reestruturação da empresa serão percebidos nos próximos anos

    Para o cálculo do reajuste deste ano a ANEEL levou em consideração os custos e investimentos do ano anterior. A diretoria da Cocel, que assumiu a gestão da empresa em janeiro de 2017, informa que todas as medidas possíveis estão sendo tomadas para que o próximo reajuste seja muito menor. Os investimentos na subestação DCL, que possibilitará a compra de energia em tensões mais altas, são prioridade. A conclusão desta obra refletirá no custo do transporte, e consequentemente no valor da tarifa.

    Além de buscar a redução no custo do transporte da energia, a diretoria da Cocel também está trabalhando para comprar energia mais barata. Atualmente a Companhia compra energia no mercado regulado, com tarifas determinadas pela ANEEL. Os estudos para migração da compra para o mercado livre já foram iniciados, o que possibilitará a compra através de leilões. Mesmo sujeita às variações de preço de mercado, a tendência é que a compra através de leilões possibilite que a energia seja adquirida a custo mais baixo – o que deve refletir na tarifa de energia nos próximos anos.

    Os custos que são gerenciáveis pela Cocel, como mão de obra e compra de materiais, reduziram 2,61% com relação ao ano anterior. Se dependesse apenas dos gastos que são totalmente administrados pela Companhia o reajuste deste ano seria negativo. Desde o início do ano a Cocel está passando por uma grande reestruturação, administrativa e técnica.

    Para saber os valores das novas tarifas, clique aqui.

    10/07/17

  • Saiba como calcular o consumo dos aquecedores

    Saiba como calcular o consumo dos aquecedores

    O inverno está começando e com as baixas temperaturas aumenta o uso de aquecedores elétricos. O conforto proporcionado pode virar um problema se o usuário não estiver ciente do consumo de energia do equipamento, que pode impactar bastante no valor da fatura de energia. Separamos algumas dicas para quem já usa ou pretende adquirir um aquecedor:

    • Sempre fique atento à potência do aquecedor (sempre é informada na embalagem, medida em watts). Quanto maior a potência, maior o consumo de energia.

    Para saber quanta energia cada equipamento consome no mês a conta é simples:

    Potência (W) x horas utilizadas no dia x dias utilizados no mês / 1000 =

    consumo mensal (em kWh)

    Por exemplo, se uma família utiliza um aquecedor com 3000 W de potência, 3 horas por dia, 15 dias no mês, o cálculo do consumo será:

    3000 x 3 x 15 / 1000 = 135

    O aumento de consumo desta família devido ao uso do aquecedor será de 135 kWh no mês (que equivale a aproximadamente R$ 120,00).

    • É importante ressaltar que o consumo pode variar de acordo com as condições de uso do equipamento e das instalações elétricas.
    • Verifique se as instalações elétricas do imóvel estão em boas condições e se são dimensionadas para toda a carga que está sendo utilizada.
    • Na dúvida, sempre opte por contratar um eletricista habilitado para revisar as instalações.
    • Não ligue os aquecedores em tomadas com outros equipamentos (em “Ts” ou “benjamins”).
    • Verifique se a tomada em que o aquecedor será ligado é compatível com o equipamento (a maior parte dos aquecedores precisa de tomada de 20 ampères, maiores que as tradicionais).
    • Antes de ligar o aquecedor, verifique se não há algum dano, como descascados no cabo.
    • Não ligue o aquecedor próximo a materiais inflamáveis, como cortinas, tapetes, materiais de limpeza.
    • Mantenha o aquecedor fora do alcance de crianças e animais domésticos.
    • Evite sair do imóvel ou dormir com o aquecedor ligado.

    foto de vários aquecedores

    Em Campo Largo, maior consumo de energia é no inverno

    Na contramão da maior parte do país, onde os recordes de consumo de energia ocorrem no verão, em Campo Largo os meses de inverno são os campeões de consumo. Em 2016 o mês que registrou o maior consumo de energia foi agosto. Nas residências, banhos com água em temperatura mais alta e mais demorados, uso de aquecedores, condicionadores de ar e secadoras de roupas costumam ser os maiores causadores de aumento no consumo.

     

    Canais de atendimento a consumidores da Cocel:

    Aplicativo para smartphones: COCEL MOBILE (disponível para Android e iOS)

    Agência Virtual: www.cocel.com.br

    Teleatendimento: 0800-7262121 (ligação gratuita)

    Pessoal: Rua Rui Barbosa, 520 – Centro (de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h30)

    SMS: (41) 99106-9146 – para informar falta de energia (escrever o número da unidade consumidora no conteúdo)

    20/06/17

  • Bandeira verde volta em junho

    Bandeira verde volta em junho

    Não haverá cobrança adicional na fatura de energia dos consumidores.

    Custos não são gerenciáveis pelas concessionárias

    A Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL divulgou na última sexta-feira, 26, que a bandeira tarifária aplicada no mês de junho será a verde. Depois de dois meses seguidos de bandeira vermelha, a perspectiva de redução do consumo e maior afluência de vazões que chegaram aos reservatórios das hidrelétricas foram os motivos apontados pela agência reguladora para a mudança.

    Vale lembrar que o desconto é proporcional ao período de consumo de cada fatura, ou seja, depende da data de leitura de cada consumidor. Por exemplo, se a leitura for realizada em 10/06 (período de consumo entre 10/05 e 10/06) serão cobrados proporcionalmente 21 dias com a bandeira vermelha que estava vigente em maio (10 a 31/05) e 10 dias com bandeira verde, sem custo adicional (01 a 10/06). A data de leitura pode ser consultada na própria fatura de energia.

    O sistema de bandeiras tarifárias tem o objetivo de sinalizar o custo real da geração de energia, indicando se no período as condições de geração estão favoráveis ou desfavoráveis. Nos períodos em que a geração de energia está desfavorável é necessário o acionamento de usinas termelétricas, que tem custo mais elevado de produção.

    O sistema de bandeiras tarifárias é totalmente gerenciado pela ANEEL, assim como a maior parte da composição final da tarifa de energia. Na média nacional 83% do total da tarifa de energia é composta por valores não gerenciáveis pelas concessionárias, sendo 29,5% tributos (como ICMS, Pasep e Cofins) e 53,5% referentes a compra de energia, geração, transmissão e encargos setoriais – valores regulamentados pela ANEEL. Apenas 17% são custos gerenciáveis pelas distribuidoras.

     

     

     

     

     

    30/05/17