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Categoria: Energia

  • Tarifa Branca é nova opção para consumidores de energia

    Tarifa Branca é nova opção para consumidores de energia

    As ligações novas e as já existentes que tenham média mensal de consumo superior a 500 quilowatts-hora (kWh) no último ano poderão optar pela “tarifa branca” no cálculo da fatura de energia elétrica. Nesta opção são três diferentes valores de tarifas aplicadas conforme o horário de utilização da energia. Quem conseguir deslocar o consumo para o período fora do “horário de ponta” poderá reduzir o valor da fatura. Já no “horário de ponta”, quando a demanda é maior em todo o país, a energia é fica mais cara.

    A cobrança é dividida em três patamares, conforme o horário de utilização:

    • Ponta: das 18h às 21h (energia mais cara)
    • Intermediária: das 17h às 18h e das 21h às 22h (energia mais cara)
    • Fora de ponta: das 22h às 17h (energia mais barata)

    Durante a vigência do horário brasileiro de verão os horários passam a ser os seguintes:

    • Ponta: das 19h às 22h (energia mais cara)
    • Intermediária: das 18h às 19h e das 22h às 23h (energia mais cara)
    • Fora de ponta: das 23h às 18h (energia mais barata)infográfico sobre os horários da tarifa branca

    Com a tarifa branca, o valor do kWh consumido fora do horário de ponta é cerca de um terço menor que o valor do kWh na tarifa convencional. Já no horário de ponta, o valor do kWh é 2 vezes e meia maior que na tarifa convencional. Utilizando a tarifa residencial aplicada pela Companhia Campolarguense de Energia – Cocel como exemplo, os valores são os seguintes:

    Tarifa Residencial (em R$, por kWh, contando os impostos)

    Tarifa Convencional

    Tarifa Branca

    0,82551 Ponta 2,03
    Intermediária 0,8297
    Fora da ponta 0,5886

    Antes de solicitar a mudança é importante que o consumidor analise os hábitos de consumo de sua residência, estabelecimento comercial, indústria ou unidade de produção rural – se grande parte do consumo de energia ocorrer no período de ponta ou intermediário a fatura pode ficar mais cara com a tarifa branca, neste caso vale a pena continuar com a tarifa convencional (que tem valor único, independentemente do horário de utilização).

    O diretor técnico da Cocel, Carlos Conrado Krzyzanovski, ressalta que para que a tarifa branca resulte em economia para os consumidores é necessário ter muita disciplina no horário de utilização dos equipamentos elétricos. “A energia utilizada no horário de ponta fica muito mais cara, por isso o consumo neste período deve ser reduzido ao máximo. Todos na família devem estar cientes que nenhum equipamento deve ser utilizado entre 17h e 22h (ou entre 18h e 23h no horário de verão) para que a economia seja efetiva. A redução na tarifa depende exclusivamente do consumidor”, completa Krzyzanovski.

    Na maior parte das residências os equipamentos que consomem mais energia são chuveiro, secadoras de roupa, condicionadores de ar e aquecedores. Quanto maior a potência (medida em watts) do equipamento, maior seu consumo. Krzyzanovski orienta os consumidores a sempre verificar a potência de cada equipamento antes da instalação, pois a variação do consumo entre diferentes modelos pode ser muito grande. Como exemplo, ele cita a geladeira – que tem modelos com potência de 40 a 400 W. “Para quem optar pela tarifa branca o uso dos equipamentos de maior potência deve ser totalmente banido dos horários de ponta e intermediário”, acrescenta o diretor.

    Atualmente apenas ligações novas e unidades consumidoras com consumo médio mensal superior a 500 kWh podem optar pela tarifa branca. A partir de 01/01/2019 os consumidores com média superior a 250 kWh também poderão aderir e em 2020 a opção estará disponível para todos os consumidores. As exceções são consumidores cadastrados com a Tarifa Social da Energia Elétrica e unidades consumidoras de iluminação de condomínios. Todos os procedimentos relacionados à tarifa de energia são regulamentados pela Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL.

    Como fazer o cadastro na tarifa branca

    O titular da unidade consumidora que atende aos critérios para migração para tarifa branca deve comparecer à sede da Cocel portando documento de identificação oficial com foto para protocolar o pedido. Para solicitar a mudança de unidades consumidoras jurídicas é necessário que um dos sócios compareça à Companhia e apresente, além do documento pessoal, contrato social atualizado da empresa.

    No prazo máximo de 30 dias o medidor de consumo será trocado por um modelo que mede conforme a faixa de horário e a próxima fatura a ser emitida será calculada conforme a nova modalidade tarifária. Os valores cobrados por cada faixa de horário são discriminados na fatura. A qualquer momento o consumidor poderá solicitar o retorno para a tarifa convencional, porém neste caso somente optar novamente pela tarifa branca após 180 dias.

    infográfico tarifa branca

    A Cocel fica na Rua Rui Barbosa, 520 – Centro. O atendimento ao público é realizado de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h30.

    03/01/2018

     

  • Janeiro terá bandeira verde – sem cobrança adicional

    Janeiro terá bandeira verde – sem cobrança adicional

    A Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL divulgou que a bandeira tarifária a ser aplicada no mês de janeiro é a verde – sem cobrança adicional na fatura de energia. Após três meses consecutivos com a bandeira vermelha em vigor, a mudança ocorre graças à melhora nos níveis dos reservatórios de hidrelétricas que resulta em melhores condições para geração de energia elétrica.

    Em dezembro esteve em vigor a bandeira vermelha – patamar 1, e a cobrança será proporcional conforme a data de leitura de cada unidade consumidora. Por exemplo, se a leitura da unidade consumidora for realizada em 15/01/18 (consumo referente ao período compreendido entre 15/12/17 e 15/01/18), na fatura de janeiro a incidência da cobrança da bandeira será proporcional (15 dias de bandeira vermelha e 15 dias de bandeira verde). A data de leitura de cada unidade consumidora pode ser consultada na fatura de energia.

    Sistema é totalmente gerenciado pela ANEEL

    O sistema de bandeiras tarifárias é totalmente gerenciado pela ANEEL e todo o valor arrecadado é repassado à agência reguladora – nenhuma parte fica com a concessionária. O sistema tem o objetivo de sinalizar o custo real da energia gerada para que os consumidores economizem nos períodos de condições desfavoráveis de geração. Em 2016 a bandeira verde foi acionada apenas nos meses de janeiro e fevereiro, principalmente devido à grande estiagem que atingiu grande parte do território nacional.

    O sistema elétrico brasileiro é totalmente interligado (forma o SIN – Sistema Interligado Nacional), por isso condições adversas na geração de energia em algumas regiões podem afetar todos os estados. A matriz energética do país é composta essencialmente por hidrelétricas (que têm custo de geração menor, porém a produção é afetada quando há falta de chuvas). Em períodos em que as hidrelétricas não suprem toda a demanda são acionadas as termelétricas (com custo de geração muito maior).

    desenho de uma bandeira verde com os dizeres bandeira janeiro 2018 verde aneel

    02/01/2018

  • Novembro continua com bandeira vermelha no segundo patamar

    Novembro continua com bandeira vermelha no segundo patamar

    A Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL divulgou na última semana que a bandeira vermelha – patamar 2, vai continuar no mês de novembro. Esta bandeira havia sido acionada pela primeira vez em outubro e já teve o valor reajustado pela agência reguladora. O custo adicional por quilowatt-hora (kWh) consumido passou de R$0,035 para R$0,05. Contando os impostos, o adicional é de R$0,07716 por kWh consumido.

    A ANEEL justifica o aumento destacando que a maior parte dos reservatórios das usinas hidrelétricas está em situação muito crítica. As hidrelétricas são a principal fonte geradora de energia no país, e a crise hídrica interfere drasticamente na capacidade de produção. Quando as hidrelétricas não suprem toda a demanda, são acionadas as usinas térmicas – que têm custo de produção muito maior.

    Toda a regulamentação das bandeiras tarifárias cabe à ANEEL, as concessionárias não possuem nenhum gerenciamento sobre esta cobrança.

    O impacto da bandeira depende da data de leitura de cada consumidor – é proporcional aos dias de consumo. Por exemplo, se a leitura será realizada no dia 15/09 o período de consumo da energia é compreendido entre os dias 15/08 e 15/09. Como em agosto a bandeira aplicada é a vermelha e em setembro será a amarela, a incidência do adicional das bandeiras para este consumidor será proporcional para 15 dias de bandeira vermelha e 15 dias de bandeira amarela. Sobre o adicional das bandeiras também incidem os impostos ICMS, Pasep e Cofins.

    03/11/17

  • Horário de verão é mantido e começa em 15/10

    Horário de verão é mantido e começa em 15/10

    Depois de muita polêmica, o Ministério de Minas e Energia determinou que o horário brasileiro de verão será mantido por pelo menos mais um ano. No período entre 15 de outubro de 2017 e 17 de fevereiro de 2018 os relógios devem ser adiantados em 1 hora nos estados do Sul, Sudeste, Centro-Oeste e no Distrito Federal.

    A eficiência da mudança de horário na economia de energia foi questionada por membros do próprio governo, o que causou grande repercussão entre a população. O Conselho de Monitoramento do Setor Elétrico, vinculado ao Ministério de Minas e Energia, divulgou que a economia proporcionada pela mudança de horário estaria próxima de zero.

    Na segunda-feira, 25, o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, confirmou que o horário será mantido porque mesmo uma redução mínima no consumo de energia é necessária – uma vez que a grave estiagem dos últimos meses tem prejudicado muito a geração de energia. Para evitar o acionamento em escala das termelétricas – que têm custo mais elevado, o Governo está comprando energia da Argentina e do Uruguai.

    O objetivo do horário de verão é aproveitar melhor a luminosidade natural e desta forma reduzir o consumo e a demanda de energia no período entre 18h e 21h. No ano passado a economia chegou a R$147,5 milhões, de acordo com dados do Governo Federal. O deslocamento do horário de pico de consumo ainda minimiza o risco de sobrecargas nas linhas de transmissão e distribuição e evita que as usinas geradoras precisem trabalhar no limite de sua capacidade.

    Mudanças nos hábitos interferem no consumo de energia

    A popularização de aparelhos de ar condicionado é um dos fatores mais significativos na mudança do horário de maior consumo de energia. Os picos de consumo passaram a ser registrados entre 14 e 15 horas, quando a temperatura está mais alta. No passado a maior demanda ocorria entre 17 e 20 horas, principalmente devido ao uso de chuveiro elétrico. O recorde de consumo de energia no país ocorreu em 13 de janeiro de 2015, às 14h23.

    Em Campo Largo a estação de maior consumo é o inverno, devido ao uso de aquecedores – ao contrário da maior parte no país onde o período de maior consumo é o verão devido ao uso de condicionadores de ar. Nos últimos anos esta diferença tem caído e o verão também apresenta picos de consumo.

    “Horário de ponta” para consumidores com fornecimento em alta tensão muda durante o horário de verão

    Durante a vigência do horário de verão o “horário de ponta” muda para o período compreendido entre 19h e 22h. Consumidores com fornecimento de energia em alta tensão pagam valores diferenciados de tarifas de acordo com o horário de utilização (conforme o contrato escolhido) e devem ficar atentos à mudança. Para os consumidores com fornecimento em baixa tensão (residências e maior parte do comércio) o horário de uso da energia não interfere na tarifa aplicada.

    O horário de verão brasileiro é regido pelo Decreto Federal 6558/2008.

    mapa do Brasil destacando os estados que terão horário de verão

    27/09/17

  • Cocel finaliza projeto pioneiro no uso de religadores automáticos

    Cocel finaliza projeto pioneiro no uso de religadores automáticos

    A Cocel apresentou ontem, 11/09, os resultados de seu projeto-piloto para definição de metodologia para instalação de religadores monofásicos na rede de distribuição com o objetivo de reduzir o número e a frequência de interrupções no fornecimento de energia. O projeto faz parte do Programa de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) regulamentado e fiscalizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL, e foi desenvolvido em parceria com o Instituto Lactec.

    O projeto obteve resultados excelentes na redução de interrupções no fornecimento, e a Cocel é uma das pioneiras no uso desta tecnologia no país. No circuito onde foi realizado o projeto-piloto houve redução de cerca de 70% na duração das interrupções no fornecimento de energia e de 57% na frequência das interrupções. Proporcionou ainda a modernização do parque de equipamentos da rede e a atualização e treinamento da equipe.

    A ANEEL exige que os projetos de P&D sejam originais, e no caso do projeto realizado pela Cocel além da originalidade a eficiência e aplicabilidade foram excepcionais. Mateus Duarte Teixeira, pesquisador do Instituto Lactec e presidente da Sociedade Brasileira de Qualidade da Energia Elétrica, elogia a opção da Cocel em utilizar os recursos de P&D para resolução de problemas reais, garantindo a aplicação prática do investimento em pesquisa.

    As equipes da Cocel e do Instituto Lactec realizaram um grande estudo para a instalação de religadores do modelo TripSaver na rede de distribuição. Estes religadores atuam na proteção dos ramais aéreos e são utilizados no lugar de chaves fusíveis, melhorando a confiabilidade do sistema e eliminando interrupções. Neste projeto-piloto foram instalados quinze religadores em seis pontos do Circuito Três Córregos, que atende a maior parte da área rural do município e tem mais de 600 km de extensão.

    Franklin Lopes Klock, engenheiro eletricista da Cocel, destaca que tão importante quanto a instalação dos religadores é a definição da metodologia para instalação, garantindo que os equipamentos sejam instalados nos locais onde trarão os maiores benefícios. “Com a pesquisa foi definido um algoritmo inteligente para definição dos pontos para instalação, e ainda desenvolvido um aplicativo de apoio para a análise dos dados”, completa Klock.

    Além de resultar na redução no número e na duração das interrupções, o projeto-piloto possibilitou ainda a identificação de falhas na rede como oscilações de tensão e interferências de um circuito em outro. Carlos Conrado Krzyzanovski, diretor técnico da Cocel, lembra que os estudos para proteção da rede serão contínuos, e que o conhecimento adquirido com este projeto-piloto será a base para outros investimentos em melhorias que serão realizados pela Companhia.

    foto de Klock, Krzyzanovski e Teixeira
    Klock, Krzyzanovski e Teixeira

    12/09/17

  • Nota sobre interrupção no fornecimento de energia em 05/09/17

    Nota sobre interrupção no fornecimento de energia em 05/09/17

    A Companhia Campolarguense de Energia – Cocel informa que uma falha na Subestação Bom Jesus, que pertence à COPEL – Companhia Paranaense de Energia, causou a interrupção no fornecimento de energia no fim de tarde de hoje, 05/09.

    O problema causou o desligamento de todo o circuito que atende o Centro e bairros próximos, afetando aproximadamente 3 mil unidades consumidoras. As equipes da Cocel realizaram os reparos emergenciais e manobras em outros alimentadores com o objetivo de amenizar a falha, possibilitando a normalização do fornecimento de energia antes das 19 horas. A COPEL, que é a responsável pela Subestação Bom Jesus, foi acionada e deve analisar as causas da falha e efetuar os consertos necessários.

    A rede de distribuição de Campo Largo está conectada em duas Subestações – a Bom Jesus (que pertence à COPEL) e a DCL (que pertence à Cocel). Já está em execução uma obra de grande porte que possibilitará a migração de grande parte dos circuitos que hoje estão conectados à Subestação Bom Jesus para a Subestação DCL, desvinculando desta forma os circuitos da rede da COPEL. Esta mudança possibilitará que a manutenção seja toda realizada pela Cocel, garantindo atendimento mais rápido e eficiente a todos os consumidores do município.

    05/09/17

  • Setembro terá bandeira tarifária amarela

    Setembro terá bandeira tarifária amarela

    A Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL divulgou na última sexta-feira, 25, que a bandeira tarifária aplicada no mês de setembro será a amarela – serão acrescentados R$0,03 por quilowatt-hora (kWh) consumido, já contando os impostos. No mês de agosto esteve vigente a bandeira vermelha. A ligeira melhora no nível dos reservatórios das usinas hidrelétricas possibilitou que menos usinas térmicas fossem acionadas no período, reduzindo o custo da geração.

    Vale lembrar que o impacto da bandeira depende da data de leitura de cada consumidor – é proporcional aos dias de consumo. Por exemplo, se a leitura será realizada no dia 15/09 o período de consumo da energia é compreendido entre os dias 15/08 e 15/09. Como em agosto a bandeira aplicada é a vermelha e em setembro será a amarela, a incidência do adicional das bandeiras para este consumidor será proporcional para 15 dias de bandeira vermelha e 15 dias de bandeira amarela. Sobre o adicional das bandeiras também incidem os impostos ICMS, Pasep e Cofins.

    Custos não são gerenciáveis pelas concessionárias

    O sistema de bandeiras tarifárias é totalmente gerenciado pela ANEEL, assim como a maior parte da composição final da tarifa de energia. Na média nacional 83% do total da tarifa de energia é composta por valores não gerenciáveis pelas concessionárias, sendo 29,5% tributos (como ICMS, Pasep e Cofins) e 53,5% referentes a compra de energia, geração, transmissão e encargos setoriais – valores regulamentados pela ANEEL. Apenas 17% são custos gerenciáveis pelas distribuidoras.

    Saiba mais sobre o sistema de bandeiras tarifárias clicando aqui.

    29/08/17

  • Iluminação pública da Av. Ver. Arlindo Chemin e do entorno da Câmara de Vereadores são revitalizadas

    Iluminação pública da Av. Ver. Arlindo Chemin e do entorno da Câmara de Vereadores são revitalizadas

    A Cocel finalizou na última semana melhorias na iluminação pública no entorno da Câmara de Vereadores e na Avenida Vereador Arlindo Chemin – locais onde há grande circulação de veículos e pedestres. A revitalização da iluminação traz mais segurança.

    Nas vias do entorno da Câmara de Vereadores, no bairro Vila Bancária, foram substituídas 14 lâmpadas por modelos de maior potência. Além da Câmara, na região estão instalados o Fórum e as Escolas Primeiro de Maio e Dr. Leniro Ribeiro Bittencourt. Na Av. Ver. Arlindo Chemin, centro do município, foram substituídas 35 luminárias de vapor de sódio por modelos mais eficientes, de vapor metálico.

    Ainda em 2017 a maior ação de melhoria na iluminação pública já realizada em Campo Largo será iniciada. Por meio de um projeto de eficiência energética serão substituídas lâmpadas do anel central por modelos de led – mais eficientes e econômicos.

    Foto do alto da Av. Ver. Arlindo Chemin, destacando a iluminação pública da Cocel
    Av. Ver. Arlindo Chemin
    Foto do alto da Av. Ver. Arlindo Chemin, destacando a iluminação pública da Cocel
    Entorno da Câmara Municipal

     

    15/08/17

  • Projeto da Cocel é aprovado e Campo Largo terá led na iluminação pública e fibra ótica

    Projeto da Cocel é aprovado e Campo Largo terá led na iluminação pública e fibra ótica

    O Projeto de Eficiência Energética (PEE) proposto pela Cocel, que possibilitará a substituição das lâmpadas da iluminação pública da região central do município por modelos de led, foi aprovado pela agência reguladora – a ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica). A autorização foi recebida pelo presidente da Cocel, José Arlindo Lemos Chemin, na última segunda-feira, durante encontro com a diretoria da ANEEL. No encontro foram discutidos novos projetos para a Companhia, sempre com o objetivo de prestar o melhor atendimento possível aos consumidores.

    Este PEE será realizado em parceria com a Prefeitura Municipal, e a previsão é que ainda em 2017 a substituição das lâmpadas e luminárias do anel central será iniciada. As lâmpadas de led são mais econômicas, têm maior vida útil e maior luminosidade que os modelos tradicionais. O PEE é realizado conforme regulamentação específica da ANEEL, que também é a responsável por fiscalizar as ações e em alguns casos deve aprovar o projeto inicial para que as ações sejam iniciadas.

    O presidente da Cocel conta que a modernização da iluminação pública é uma das prioridades desta gestão, por este motivo já no início do ano foram tomadas as providências para a formulação do projeto e apresentação à ANEEL. “Já realizamos muitas melhorias na iluminação pública, revitalizando as instalações de espaços públicos e nas vias principais. Este PEE que estamos executando é a maior ação de melhoria já realizada em Campo Largo em toda sua história”, completa Chemin.

    logotipos cocel, aneel e PEE projeto de efoconência energética

    Novas luminárias serão interligadas por fibra ótica na segunda etapa do projeto

    Além da melhoria na iluminação, as novas luminárias serão também utilizadas para interligar uma rede de fibra ótica, que deve proporcionar acesso à internet em diversos pontos do município. A instalação da fibra ótica é mais uma conquista da Cocel e da Prefeitura, e será realizada em parceria com o Ministério da Ciência e Tecnologia.

    Representantes do Ministério virão a Campo Largo no próximo mês para acertar detalhes desta parceria que trará benefícios aos campolarguenses por muitos anos. “Estamos entrando na era das cidades inteligentes, com projetos próprios e buscando parcerias para oferecer o melhor à Campo Largo”, resume Chemin.

    Foto do diretor da Cocel, José Arlindo Lemos Chemin, em frente à sede da ANEEL

    09/08/17

  • Aumento no custo da transmissão provoca aumento na conta de luz, resultados da reestruturação da empresa serão percebidos nos próximos anos

    Aumento no custo da transmissão provoca aumento na conta de luz, resultados da reestruturação da empresa serão percebidos nos próximos anos

    Entraram em vigor no dia 29/06 as novas tarifas da Cocel. Os valores são determinados pela Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL, que leva em consideração os custos e investimentos realizados pela concessionária no último ano. Na média, levando em consideração as diferentes classes de consumo e o tipo de fornecimento, o reajuste será de 13,34%. Os serviços regulamentados pela ANEEL, como religações e vistorias, também tiveram os valores atualizados.

    O fator determinante para o aumento na tarifa foi o preço do transporte de energia – que cresceu 70,86% no último ano. Este aumento reflete as mudanças provocadas pela Lei Federal 12.783/13, aprovada pela então presidente Dilma Rousseff. Na época, as tarifas de energia foram artificialmente reduzidas com base na redução de pagamentos de usinas e linhas de transmissão. A indenização às transmissoras começa a ser paga agora. No início de 2017 a ANEEL aprovou a metodologia da remuneração das transmissoras – que devem receber R$62,2 bilhões no prazo de oito anos. O custo deste pagamento devido às transmissoras será rateado entre todos os consumidores do país e varia conforme o mercado de cada concessionária.

    Falta de investimentos causou impacto maior para a Cocel

    Dos 13,34% de reajuste, 6,06% são causados pelo aumento dos custos com a transmissão. O impacto deste custo na tarifa da Cocel foi maior que na tarifa de outras concessionárias porque a Companhia atualmente recebe energia em tensões mais baixas – o que encarece o transporte da energia.

    Em 2015 a Companhia adquiriu a subestação DCL (localizada na Rondinha), mas não foram realizados investimentos para que a subestação pudesse ser totalmente aproveitada. Se passasse a receber energia em tensão mais alta a compra de energia e os custos de transmissão seriam mais baixos.

    Resultados da reestruturação da empresa serão percebidos nos próximos anos

    Para o cálculo do reajuste deste ano a ANEEL levou em consideração os custos e investimentos do ano anterior. A diretoria da Cocel, que assumiu a gestão da empresa em janeiro de 2017, informa que todas as medidas possíveis estão sendo tomadas para que o próximo reajuste seja muito menor. Os investimentos na subestação DCL, que possibilitará a compra de energia em tensões mais altas, são prioridade. A conclusão desta obra refletirá no custo do transporte, e consequentemente no valor da tarifa.

    Além de buscar a redução no custo do transporte da energia, a diretoria da Cocel também está trabalhando para comprar energia mais barata. Atualmente a Companhia compra energia no mercado regulado, com tarifas determinadas pela ANEEL. Os estudos para migração da compra para o mercado livre já foram iniciados, o que possibilitará a compra através de leilões. Mesmo sujeita às variações de preço de mercado, a tendência é que a compra através de leilões possibilite que a energia seja adquirida a custo mais baixo – o que deve refletir na tarifa de energia nos próximos anos.

    Os custos que são gerenciáveis pela Cocel, como mão de obra e compra de materiais, reduziram 2,61% com relação ao ano anterior. Se dependesse apenas dos gastos que são totalmente administrados pela Companhia o reajuste deste ano seria negativo. Desde o início do ano a Cocel está passando por uma grande reestruturação, administrativa e técnica.

    Para saber os valores das novas tarifas, clique aqui.

    10/07/17