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Categoria: Tarifas

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  • Programa Energia Solidária deve beneficiar 4.680 famílias em Campo Largo

    Programa Energia Solidária deve beneficiar 4.680 famílias em Campo Largo

    As famílias de baixa renda, cadastradas na Tarifa Social de Energia Elétrica, serão isentas do pagamento da fatura de energia se o consumo for de até 150 quilowatts-hora (kWh) por mês. A mudança entrou em vigor em 21/12/21, com a sanção da Lei 20.943 que instituiu o Programa Energia Solidária pelo governador Ratinho Junior. Antes, a isenção do pagamento era para famílias cadastradas na Tarifa Social com consumo de até 120 kWh.

    Atualmente 4.680 famílias são cadastradas na Tarifa Social pela Companhia Campolarguense de Energia – Cocel e podem ser beneficiadas pelo Programa, o equivalente a 8,5% do total de consumidores. Em todo o Paraná o Programa deve beneficiar aproximadamente 336 mil famílias, a um custo anual de R$ 121 milhões pagos pelo Governo do Estado.

    Os critérios para cadastro na Tarifa Social são definidos pela Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL. Têm direito a desconto na fatura de energia:

    1. família inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal – Cadastro Único, com renda familiar mensal per capita menor ou igual a meio salário mínimo nacional; ou
    2. II – quem receba o Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social – BPC;
    3. III – família inscrita no Cadastro Único com renda mensal de até 3 (três) salários mínimos, que tenha portador de doença ou deficiência cujo tratamento, procedimento médico ou terapêutico requeira o uso continuado de aparelhos, equipamentos ou instrumentos que, para o seu funcionamento, demandem consumo de energia elétrica.

    As famílias com renda de até três salários com morador que utilize equipamento elétrico essencial à vida e estejam cadastradas na Tarifa Social terão isenção do pagamento da fatura se consumirem até 400 kWh/ mês.

    Saiba mais sobre a Tarifa Social da Energia Elétrica.

    28/12/2021

  • ANEEL anuncia reajuste de 8,15% para os consumidores da Cocel

    ANEEL anuncia reajuste de 8,15% para os consumidores da Cocel

    Custos que são gerenciáveis pela Companhia reduziram 1,27%

     A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL anunciou durante reunião pública realizada em 22/06, os índices de reajuste a serem aplicados aos consumidores da Companhia Campolarguense de Energia – Cocel a partir de 29/06/21. As tarifas residenciais serão reajustadas em 8,15%.

    Os custos de geração e transmissão de energia causaram maior impacto na revisão tarifária. A energia utilizada pelos campo-larguenses é comprada em leilões do mercado livre de energia desde 2019, mas existem algumas cotas que a Cocel é obrigada por lei a adquirir de usinas como Itaipu (com valores afetados pelo dólar) e Angra I e II – que têm valores mais elevados. A crise hídrica que levou à baixa nos reservatórios das hidrelétricas e acionamento de termelétricas também influenciou o custo final da energia.

    Se dependesse apenas dos custos que são gerenciáveis pela Cocel, como compra de materiais e recursos humanos, as tarifas seriam reduzidas em 1,27%. Além dos custos de geração, transmissão e distribuição de energia, na tarifa final paga pelo consumidor incidem encargos e tributos – que correspondem a quase metade do valor da fatura.

    Fonte: ANEEL

    O processo de revisão tarifária da Cocel foi tema de Audiência Pública realizada pela ANEEL, recebendo contribuições da comunidade e do Conselho de Consumidores. Para as tarifas de consumidores com fornecimento em alta tensão, o reajuste médio será de 14,8%. Para os consumidores da baixa tensão o reajuste médio será de 8,52%, resultando em um impacto médio de 10,64% (entre baixa e alta tensão). Os valores dos serviços cobráveis também serão reajustados e foram definidos novos limites para os indicadores de continuidade a serem atendidos pela concessionária.

    28/06/2021

  • ANEEL inicia Consulta Pública sobre revisão tarifária da Cocel

    ANEEL inicia Consulta Pública sobre revisão tarifária da Cocel

    A Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL iniciou consulta pública sobre a proposta de revisão tarifária da Companhia Campolarguense de Energia – Cocel. As contribuições podem ser enviadas até 14/05/2021 e todas as informações sobre a revisão estão disponíveis no site da Agência.

    A revisão tarifária da Cocel é realizada a cada cinco anos, sendo baseada em uma análise minuciosa feita pela agência reguladora. O objetivo da revisão é reposicionar as tarifas levando em consideração os novos padrões de produtividade exigidos pela concessionária e as alterações na estrutura de custos.

    A tarifa de energia é formada por custos que não são gerenciáveis pelas concessionárias – como encargos do setor, custos de energia e transmissão e impostos, e os custos que são gerenciáveis pela concessionária – como investimentos e custos com mão de obra. Conforme a análise inicial feita pela ANEEL, o efeito previsto para os consumidores com fornecimento em baixa tensão da Cocel será de 7,38% de aumento nas tarifas. Este percentual se deve principalmente ao aumento nos custos da compra e da transmissão da energia – que juntas representam 7,48% do reajuste médio.

    Os custos que são gerenciáveis pela Cocel representaram um impacto de -1,89% do reajuste, ou seja, se dependesse dos valores que são gerenciáveis pela Companhia as tarifas seriam reduzidas. Cabe destacar que apenas 12,2% do valor final da tarifa paga pelo consumidor correspondem aos custos de distribuição, que é a atividade realizada pela Cocel.

    Composição da tarifa:

    Além da revisão das tarifas, a Consulta Pública também busca receber subsídios para definição dos limites dos indicadores da qualidade do fornecimento de energia da concessionária para os próximos cinco anos.

    Todas as informações sobre a Consulta Pública e sobre o processo de revisão tarifária da Cocel estão disponíveis no seguinte link: http://twixar.me/5wjm.

    Imagem: Divulgação ANEEL

    07/04/2021

  • ANEEL aprova reajuste médio de 0,58% para consumidores da COCEL

    ANEEL aprova reajuste médio de 0,58% para consumidores da COCEL

    Custos que são gerenciáveis pela Companhia reduziram

    A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL aprovou na quinta-feira (25) o reajuste das tarifas dos consumidores da Companhia Campolarguense de Energia – Cocel. O reajuste médio é de 0,58% e as novas tarifas entram em vigor na segunda-feira (29).

    As tarifas dos consumidores com fornecimento em alta tensão tiveram redução média de -0,5%. Para os consumidores com fornecimento em baixa tensão o reajuste médio é de 0,58. As tarifas residenciais serão reajustadas em 0,83%.

    Os custos da geração e da transmissão da energia tiveram grande impacto no reajuste, enquanto os custos que são gerenciáveis pela Companhia tiveram redução de -0,36%. A energia comprada da Usina de Itaipu, que tem o preço definido em dólar, teve aumento de 37,4%.

    26/06/2020

     

  • Consumidores podem optar por tarifa diferenciada da energia conforme horário de uso

    Consumidores podem optar por tarifa diferenciada da energia conforme horário de uso

     “Tarifa Branca” pode ser vantajosa dependendo dos hábitos de consumo

    Em 2020 quase todos os consumidores poderão optar pela “tarifa branca” no cálculo da fatura de energia elétrica. Nesta opção são três diferentes valores de tarifas aplicadas conforme o horário de utilização da energia. Quem conseguir deslocar o consumo para o período fora do “horário de ponta” poderá reduzir o valor da fatura. Já no “horário de ponta”, quando a demanda é maior em todo o país, a energia é fica mais cara. As exceções são consumidores cadastrados com a Tarifa Social da Energia Elétrica e unidades consumidoras de iluminação de condomínios.

    A cobrança é dividida em três patamares, conforme o horário de utilização:

    • Ponta: das 18h às 21h (energia mais cara)
    • Intermediária: das 17h às 18h e das 21h às 22h (energia mais cara)
    • Fora de ponta: das 22h às 17h (energia mais barata)

    Utilizando a tarifa residencial aplicada pela Companhia Campolarguense de Energia – Cocel como exemplo, os valores são os seguintes:

    Tarifa Residencial (em R$, por kWh)

    Tarifa Convencional

    Tarifa Branca

    Sem impostos

    Com impostos

     

    Sem impostos

    Com impostos

    0,55712

    0,85434

    Ponta

    1,29846

    1,99119

    Intermediária

    0,54791

    0,84022

    Fora da ponta

    0,39492

    0,60561

    Antes de solicitar a mudança é importante que o consumidor analise os hábitos de consumo de sua residência, estabelecimento comercial, indústria ou unidade de produção rural – se grande parte do consumo de energia ocorrer no período de ponta ou intermediário a fatura pode ficar mais cara com a tarifa branca, neste caso vale a pena continuar com a tarifa convencional (que tem valor único, independentemente do horário de utilização). Todos os procedimentos relacionados à tarifa de energia são regulamentados pela Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL.

    Como fazer o cadastro na tarifa branca

    O titular da unidade consumidora que atende aos critérios para migração para tarifa branca deve comparecer à sede da Cocel portando documento de identificação oficial com foto para protocolar o pedido. Para solicitar a mudança de unidades consumidoras jurídicas é necessário que um dos sócios compareça à Companhia e apresente, além do documento pessoal, contrato social atualizado da empresa.

    No prazo máximo de 30 dias o medidor de consumo será trocado por um modelo que mede conforme a faixa de horário e a próxima fatura a ser emitida será calculada conforme a nova modalidade tarifária. Os valores cobrados por cada faixa de horário são discriminados na fatura. A qualquer momento o consumidor poderá solicitar o retorno para a tarifa convencional, porém neste caso somente optar novamente pela tarifa branca após 180 dias.

    A Cocel fica na Rua Rui Barbosa, 520 – Centro. O atendimento ao público é realizado de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h30.

    30/12/2019

     

  • Retrospectiva 2019 – Redução nas tarifas

    Retrospectiva 2019 – Redução nas tarifas

    Desde 29/06 a tarifa de energia dos consumidores residenciais da Companhia Campolarguense de Energia – Cocel ficaram 7,02% menores – conforme definido pela Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL. O reajuste médio para baixa tensão foi de -6,6%. O resultado fica 11,26% abaixo da inflação dos últimos doze meses. Para os consumidores com fornecimento em alta tensão, a redução chega a 14,04% dependendo do tipo de contrato.

    Para definir as tarifas a ANEEL leva em consideração os custos gerenciáveis e os custos não gerenciáveis por cada concessionária. Em 2018 a Cocel já teve o menor reajuste do Paraná, e as tarifas seriam ainda menores se dependesse apenas dos custos gerenciáveis pela Companhia. O preço do dólar (que interfere no preço da energia comprada de Itaipu) e o custo do acionamento de termelétricas contribuíram para que a redução não fosse ainda maior. O presidente da Cocel, José Arlindo Lemos Chemin, ressalta que apenas uma pequena parte da tarifa de energia é composta por valores gerenciáveis pelas concessionárias – impostos, encargos, tributos e custos regulados pela ANEEL compõem a maior parte. “Assumimos o compromisso de buscar melhores tarifas para os consumidores e fizemos tudo o que esteve ao nosso alcance para viabilizar esta redução inédita. O ganho real para o consumidor é enorme, chega a 10% se levarmos em conta a inflação. Muitas mudanças precisaram ser realizadas, mas hoje a Cocel está no mesmo patamar de gestão das grandes concessionárias” – completa Chemin.

    Efraim Pereira da Cruz, diretor da ANEEL, ressaltou que “a Cocel fez o trabalho de casa” e elogiou a decisão dos gestores em mudar a forma de compra de energia. Cruz destacou que é um grande passo para a concessionária, e que os resultados positivos serão percebidos por seus consumidores. Conforme a análise técnica da ANEEL, se a Cocel não tivesse migrado para o mercado livre o reajuste teria sido 3,4% positivo.

    A migração para o mercado livre de energia foi decisiva para a redução nas tarifas. Em 2018 a Cocel participou de leilão para compra de energia e encerrou o contrato com a Copel Distribuição – que foi a supridora da Companhia por 50 anos. Esta mudança é considerada um marco na gestão da Companhia, que vêm se destacando no cenário nacional pela qualidade do serviço prestado. Estamos trabalhando para alcançar a máxima eficiência no trabalho realizado, reduzindo custos e buscando redução da tarifa para os consumidores declara Carlos Conrado Krzyzanovski, diretor técnico da Cocel. Krzyzanovski, que é funcionário da Companhia desde 1996, lembra que a migração para o mercado livre já vinha sendo discutida na Cocel há muitos anos, e que a mudança foi concretizada após serem tomadas todas as precauções para garantir que traria benefícios para os consumidores.

  • Impostos e encargos representam mais de metade do valor das faturas de energia

    Impostos e encargos representam mais de metade do valor das faturas de energia

    Concessionárias não possuem gerenciamento sobre as cobranças.

    A grande carga tributária de produtos e serviços no país é uma das maiores do mundo e a tarifa de energia elétrica é um dos exemplos: 51% do valor pago na fatura são impostos e encargos. No Paraná, o impacto do ICMS é extremamente significativo – a alíquota do imposto é de 29% sobre o valor final da fatura. As concessionárias de distribuição de energia, como a Companhia Campolarguense de Energia – Cocel e a Companhia Paranaense de Energia – Copel não possuem qualquer gerenciamento sobre estas cobranças.

    Tanto consumidores da Cocel quanto da Copel pagam tributos e encargos, tendo em vista que são cobranças definidas por leis estaduais e federais. O valor final pago varia conforme a quantidade de energia consumida e conforme a classificação da tarifa – que pode ser residencial, residencial baixa renda, comercial, industrial, rural e poder público.

    Cocel migrou para o mercado livre de energia e encerrou contrato com a Copel

    Desde junho de 2019 a Cocel passará a distribui energia comprada através de leilão. A migração para o mercado livre de energia teve o objetivo de reduzir o valor final da tarifa aplicada aos consumidores e representou o fim do contrato com a até então supridora – a Copel Distribuição.

     Migração para mercado livre contribuiu para redução nas tarifas de até 14% para indústrias e 7,02% para residências

    Em 2019 a Cocel foi uma das únicas concessionárias a ter reajuste negativo nas tarifas – reflexo da migração para o mercado livre de energia. Desde 29/06 a tarifa de energia dos consumidores residenciais da Cocel ficaram 7,02% menores. Para os consumidores com fornecimento em alta tensão a redução chega a 14,04% dependendo do tipo de contrato.

    Para definir as tarifas a ANEEL leva em consideração os custos gerenciáveis e os custos não gerenciáveis por cada concessionária. Em 2018 a Cocel já teve o menor reajuste do Paraná, e as tarifas seriam ainda menores se dependesse apenas dos custos gerenciáveis pela Companhia. O preço do dólar (que interfere no preço da energia comprada de Itaipu) e o custo do acionamento de termelétricas contribuíram para que a redução não fosse ainda maior.

    Entenda quais são os custos que compõem a tarifa de energia:

    • Energia: custo da geração da energia.
    • Distribuição: custo da distribuição da energia até o ponto de entrega (até a unidade consumidora). Este é o custo do serviço prestado pela Cocel e por outras distribuidoras.
    • Transmissão: custo do transporte da energia entre as usinas de geração até as subestações.
    • Bandeiras tarifárias: Podendo ser verde, amarela ou vermelha indicam se haverá ou não acréscimo no valor da energia a ser repassada ao consumidor final, em função das condições de geração de eletricidade. O Sistema de Bandeiras Tarifárias é totalmente regulamentado pela ANEEL e é válido para todos os estados que fazem parte do Sistema Integrado Nacional (SIN). As distribuidoras de energia não possuem qualquer gerenciamento sobre este Sistema – todo o valor arrecadado é repassado ao Ministério de Minas e Energia, através da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).
    • Tributos: são pagamentos compulsórios devidos ao poder público, a partir de determinação legal, e que asseguram recursos para que o Governo desenvolva suas atividades. No Brasil, os tributos estão embutidos nos preços dos bens e serviços, por isso estão presentes nas contas de água, energia e telefone, na compra de bens e na contratação de serviços diversos. Nas contas de energia estão incluídos tributos federais, estaduais e municipais. As distribuidoras de energia recolhem e repassam esses tributos às autoridades competentes pela sua cobrança.

    Compõem os tributos:

    • PIS: Programa de Integração Social (imposto federal, alíquota média de 1,65% – varia mensalmente) – utilizado para custear programas sociais e para o trabalhador.
    • COFINS: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (imposto federal, alíquota média de 7,6% – varia mensalmente) – utilizado para custear programas sociais e para o trabalhador.
    • ICMS: Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços – imposto estadual. Alíquota de 29% é calculada sobre o valor total da fatura.

     

    • Encargos Setoriais: são criados por leis aprovadas pelo Congresso Nacional para tornar viável a implantação das políticas de Governo para o setor elétrico. Seus valores constam de resoluções ou despachos da ANEEL.

    Compõem os encargos:

    • CCC – Conta de Consumo de Combustíveis: usado para custear as termelétricas em sistemas.
    • CDE – Conta de Desenvolvimento Energético: subsidia a tarifa social (baixa renda) e o programa Luz
    • para Todos.
    • TFSEE – Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica: custeia o funcionamento da ANEEL.
    • PROINFA – incentivo à geração de energia através de fontes alternativas.
    • CFURH – Compensação Financeira pela Utilização de Recursos Hídricos: compensa a União, estados e municípios pela utilização da água e terras produtivas que foram alagadas devido a instalação de hidrelétricas.
    • ESS – Encargos de Serviço do Sistema: pago aos geradores, para aumentar a confiabilidade e a segurança da oferta de energia no país.
    • ONS – Operador Nacional do Sistema: financia o ONS, que gerencia o Sistema Interligado Nacional (SIN).
    • P&D/ PEE – Pesquisa e Desenvolvimento/ Programa de Eficiência Energética: estimula pesquisas e programas voltados ao uso eficiente da energia.
    • EER – Encargo de Energia de Reserva: cobrir custos decorrentes da contratação de energia de reserva (manutenção das termelétricas – que são a “reserva”, só são acionadas em períodos de seca quando as hidrelétricas tem a geração comprometida).

     

    • Outros:
    • Iluminação Pública: imposto municipal – R$0,0958 por kWh consumido.
    • Taxa de Lixo: imposto municipal (quando autorizado).
    • Juros, correção monetária, contribuições, custo de serviços e créditos, quando houver.

    Redução nos subsídios pode contribuir com a redução nas tarifas

    Em abril deste ano a agência reguladora divulgou a “agenda de desoneração da tarifa”, que prevê ações voltadas à redução das tarifas a partir da redução de subsídios. Além dos custos de geração, transmissão e distribuição de energia, compõem o valor final da tarifa uma série encargos e impostos utilizados para subsidiar políticas públicas, como a Tarifa Social da Energia Elétrica, PIS (Programa de Integração Social), PASEP (Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público), entre outros.

    O pesquisador Sidnei Martini, associado ao GESEL – Grupo de Estudos do Setor Elétrico, em apresentação recente realizada na sede da ANEEL, ressaltou que “a fatura da distribuidora é um forte instrumento de cobrança, pois, se não for quitada, o fornecimento de energia elétrica é interrompido. Isso faz com que a conta de luz seja usada para cobrar outros tantos itens, como impostos, encargos, recolhimentos excepcionais”.

               

    Nota sobre publicação em redes sociais sobre aumento na tarifa

    Na última semana a publicação de uma consumidora em redes sociais reclamando sobre o aumento no valor de sua fatura gerou grande repercussão, levando ao compartilhamento de informações equivocadas. A Companhia Campolarguense de Energia – Cocel esclarece que o aumento se deu pela perda do benefício da Tarifa Social, cuja concessão segue o que determina a Lei Federal 12.212/2010 e a Lei Estadual 17639/2013. A consumidora já recebeu as orientações necessárias para solicitar novamente o desconto da Tarifa Social e sobre os itens que compõem a tarifa de energia.

    gráfico dos impostos que compõem a tarifa de energia da cocel

    14/10/2019

  • COCEL tem maior redução de tarifas do país, conta diminui 7,02% para residências

    COCEL tem maior redução de tarifas do país, conta diminui 7,02% para residências

    Redução para indústrias chega a 14%, migração para o mercado livre e mudanças na gestão foram decisivas para reajuste negativo

    A partir de 29/06 a tarifa de energia dos consumidores residenciais da Companhia Campolarguense de Energia – Cocel ficarão 7,02% menores. A Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL divulgou hoje (25) o resultado da revisão tarifária da Companhia Campolarguense, que obteve o menor reajuste entre todas as concessionárias do país em 2019. O reajuste médio para consumidores com fornecimento em baixa tensão será de -6,6%. O resultado fica 11,26% abaixo da inflação dos últimos doze meses. Para os consumidores com fornecimento em alta tensão, a redução chega a 14,04% dependendo do tipo de contrato.

    Para definir as tarifas a ANEEL leva em consideração os custos gerenciáveis e os custos não gerenciáveis por cada concessionária. Em 2018 a Cocel já teve o menor reajuste do Paraná, e as tarifas seriam ainda menores se dependesse apenas dos custos gerenciáveis pela Companhia. O preço do dólar (que interfere no preço da energia comprada de Itaipu) e o custo do acionamento de termelétricas contribuíram para que a redução não fosse ainda maior. O presidente da Cocel, José Arlindo Lemos Chemin, ressalta que apenas uma pequena parte da tarifa de energia é composta por valores gerenciáveis pelas concessionárias – impostos, encargos, tributos e custos regulados pela ANEEL compõem a maior parte. “Assumimos o compromisso de buscar melhores tarifas para os consumidores e fizemos tudo o que esteve ao nosso alcance para viabilizar esta redução inédita. O ganho real para o consumidor é enorme, chega a 10% se levarmos em conta a inflação. Muitas mudanças precisaram ser realizadas, mas hoje a Cocel está no mesmo patamar de gestão das grandes concessionárias” – completa Chemin.

    Efraim Pereira da Cruz, diretor da ANEEL, ressaltou que “a Cocel fez o trabalho de casa” e elogiou a decisão dos gestores em mudar a forma de compra de energia. Cruz destacou que é um grande passo para a concessionária, e que os resultados positivos serão percebidos por seus consumidores. Conforme a análise técnica da ANEEL, se a Cocel não tivesse migrado para o mercado livre o reajuste teria sido 3,4% positivo.

    A migração para o mercado livre de energia foi decisiva para a redução nas tarifas. Em 2018 a Cocel participou de leilão para compra de energia e encerrou o contrato com a Copel Distribuição – que foi a supridora da Companhia por 50 anos. Esta mudança é considerada um marco na gestão da Companhia, que vêm se destacando no cenário nacional pela qualidade do serviço prestado. Estamos trabalhando para alcançar a máxima eficiência no trabalho realizado, reduzindo custos e buscando redução da tarifa para os consumidores declara Carlos Conrado Krzyzanovski, diretor técnico da Cocel. Krzyzanovski, que é funcionário da Companhia desde 1996, lembra que a migração para o mercado livre já vinha sendo discutida na Cocel há muitos anos, e que a mudança foi concretizada após serem tomadas todas as precauções para garantir que traria benefícios para os consumidores.

    Menores reajustes e premiações

    Em 2018 a Cocel teve o menor reajuste tarifário do Paraná. Em 2019 o resultado foi ainda mais significativo: menor reajuste entre todas as concessionárias do país. A Companhia Campolarguense vem obtendo excelentes resultados também nos rankings promovidos pela agência reguladora, a ANEEL. Em 2018 recebeu dois Prêmios IASC (Índice ANEEL de Satisfação do Consumidor) – melhor concessionária de seu porte e a que mais cresceu no país. Em maio de 2019 foi a vez de receber o “Prêmio ANEEL de Ouvidoria”, sendo reconhecida como uma das três melhores Ouvidorias das concessionárias de mesmo porte no país.

                    25/06/2019

  • Migração para mercado livre de energia é um marco na gestão da Cocel

    Migração para mercado livre de energia é um marco na gestão da Cocel

    Companhia deixa de comprar energia da Copel buscando redução nas tarifas

    A partir de junho de 2019 a Companhia Campolarguense de Energia – Cocel passará a distribuir energia comprada através de leilão. A migração para o mercado livre de energia tem o objetivo de reduzir o valor final da tarifa aplicada aos consumidores já a partir do próximo reajuste e representa o fim do contrato com a atual supridora – a Copel Distribuição.

    Em 2018 a Cocel participou de leilão para comprar energia para os próximos dez anos. Realizado através da Comerc Energia, empresa especializada neste tipo de contratação, o leilão teve como vencedora a comercializadora Tradener Ltda. O novo contrato foi homologado pela Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL, responsável pela regulamentação de todo o setor elétrico no país. Conforme determina a legislação vigente, o contrato com a atual supridora (a Copel) ainda precisou ser mantido por um ano após a Cocel optar pela compra no mercado livre – por isso a energia adquirida através de leilão será recebida apenas em junho de 2019.

    O diretor presidente da Cocel, José Arlindo Lemos Chemin, destaca que “a migração para o mercado livre coloca a Cocel no mesmo patamar de negócios das grandes concessionárias, é um marco na gestão da empresa”. Chemin ressalta que a concessionária gerencia uma pequena parcela dos custos que compõem o valor final da fatura de energia, e são estes custos que Companhia está buscando diminuir. As ações de melhoria que vêm sendo executadas já trouxeram resultados positivos – em 2018 a Cocel teve o menor reajuste tarifário do Paraná e recebeu dois prêmios da ANEEL: melhor concessionária de seu porte e a que mais cresceu no país.

    Nem toda a energia utilizada pelos consumidores da Cocel será comprada através do leilão – a legislação obriga as concessionárias a comprar cotas de energia das usinas Itaipu e Angra III. Uma parcela significativa da energia utilizada teve o custo reduzido e esta diferença será refletida nas tarifas finais. O custo da energia corresponde a aproximadamente 27% da composição final da fatura.

    “Estamos trabalhando para alcançar a máxima eficiência no trabalho realizado, reduzindo custos e buscando redução da tarifa para os consumidores” declara Carlos Conrado Krzyzanovski, diretor técnico da Cocel. Krzyzanovski, que é funcionário da Companhia desde 1996, lembra que a migração para o mercado livre já vem sendo discutida na Cocel há muitos anos, e que a mudança foi concretizada após serem tomadas todas as precauções para garantir que trará benefícios para os consumidores.

    Saiba mais sobre a composição da tarifa de energia clicando aqui.

    gráfico dos impostos que compõem a tarifa de energia da cocel
    Composição média da tarifa de energia, com base na fatura de energia residencial em abril de 2019.

    02/04/19

  • COCEL teve o menor reajuste entre as 4 distribuidoras de energia do Paraná

    COCEL teve o menor reajuste entre as 4 distribuidoras de energia do Paraná

    Em Campo Largo as tarifas residenciais foram reajustadas em 9,29%, enquanto Forcel teve reajuste de 20,51%; Copel e Energisa de 15,06%.

    A Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL divulgou esta semana o reajuste a ser aplicado aos consumidores da Força e Luz do Oeste – Forcel, distribuidora de energia que atende os consumidores do município de Coronel Vivida (sudoeste do Paraná). Como o reajuste médio foi de 29,86% para os consumidores da Forcel, a Companhia Campolarguense de Energia – Cocel é confirmada como a concessionária que teve o menor reajuste nas tarifas em todo o estado. Em julho foi aprovado o reajuste médio de 15,55% da Energisa Sul-Sudeste (que atende Guarapuava). Em junho, Cocel e Copel (Companhia Paranaense de Energia) tiveram as tarifas revisadas pela agência reguladora. O efeito médio do reajuste da Cocel foi de 12,03%, enquanto a Copel teve reajuste médio de 15,99%.

    Para as tarifas residenciais a diferença nos reajustes também é significativa. Em Campo Largo as tarifas residenciais foram reajustadas em 9,29%, para a Forcel o aumento foi de 20,51% e para Energisa e Copel de 15,06%. Os consumidores da Forcel com fornecimento de energia em alta tensão tiveram suas tarifas reajustadas em 43,78%.

    No início do ano a Cocel foi reconhecida pela ANEEL como a melhor de seu porte e a concessionária que mais cresceu no país, recebendo dois troféus do Prêmio IASC (Índice ANEEL de Satisfação do Consumidor). Mudanças na administração da Companhia Campolarguense, como redução nos custos gerenciáveis, melhorias nos processos e investimentos na rede de distribuição de energia possibilitaram este índice menor. Se dependesse somente dos custos que são gerenciáveis pela Cocel o reajuste seria negativo.

    A ANEEL calcula os índices de reajustes com base nos custos e investimentos realizados pela concessionária no último ano.

    22/08/18